Agências da Caixa Econômica abrem duas horas mais cedo



As agências da Caixa, em todo o País, abrem duas horas mais cedo, a partir desta segunda-feira (4), para o atendimento e de pessoas aptas a receber o auxílio emergencial de R$ 600. As agências funcionarão das 8h às 14h.

O banco também anunciou um reforço no número de vigilantes nas agências. Serão mais 2,8 mil que vão se juntar aos 2 mil que já estavam atuando. Além deles, outras 389 recepcionistas vão reforçar orientação e atendimento ao público. A medida tem por objetivo evitar grandes filas e aglomeração.

Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, as filas nas agências do banco ocorrem porque os beneficiários do Programa Bolsa Família e os informais sem conta demandam atendimento pessoal.

O banco também está em contato direto com as prefeituras com objetivo de fechar parcerias para atendimento à população e divulgação de informações.

Canais - A prioridade ainda é manter o atendimento digital, por meio do cadastramento por app, site e a movimentação do benefício pelo “Caixa Tem”.

A Caixa ressalta a importância de que só devem ir pessoalmente às agências os usuários que precisam realizar serviços essenciais ou os beneficiários que receberam o auxílio na Poupança Social Digital e querem receber o benefício em dinheiro.

O banco orienta que aqueles que receberam o crédito por meio da “Poupança Digital Caixa” devem pagar boletos e contas de água, luz, telefone, entre outras, bem como fazer transferências para outros bancos por meio do aplicativo.

É importante esclarecer que os beneficiários do Auxílio Emergencial que receberam o crédito em poupança da Caixa podem movimentar o valor digitalmente pelo Internet Banking ou mesmo utilizando o cartão de débito em suas compras.

Os beneficiários do Bolsa Família aptos para o auxílio recebem o crédito no mesmo calendário e na mesma forma do benefício regular, por meio do cartão Bolsa Família nos canais de autoatendimento, lotéricas e correspondentes “Caixa Aqui”; ou por crédito na conta “Caixa Fácil”.

Para quem busca informações sobre o cadastro, os canais são o site auxilio.caixa.gov.br, o app Caixa | Auxílio Emergencial e a central telefônica exclusiva 111.

Histórico - Desde o dia 9 de abril, quando teve início o pagamento, 50 milhões de brasileiros já receberam o crédito do benefício, ou seja, um em cada três brasileiros adultos. Ao todo, mais de R$ 35 bilhões já foram creditados.

Segundo a Caixa, até o dia 2, 50,2 milhões de cidadãos se cadastraram para solicitar o benefício. O site auxilio.caixa.gov.br superou a marca de 606 milhões de visitas e a central exclusiva 111 registra mais de 115 milhões de ligações.

O aplicativo Auxílio Emergencial Caixa já registrou 74,3 milhões de downloads e o aplicativo Caixa Tem, para movimentação da poupança digital, ultrapassou 77 milhões de downloads.

Fonte: Agência Sindical 
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Stiquifar faz uma análise técnica sobre a suspensão do FGTS




A diretoria do Stiquifar informa que a Medida Provisória (MP 927/2020) possibilita as empresas a realizarem a suspensão do recolhimento do FGTS pelos empregados, referente às competências dos meses de março, abril e maio deste ano. Apesar disto, é importante destacar que trata-se de uma suspensão e não extinção obrigatória do direito do trabalhador.

Segundo a análise técnica do assessor jurídico do Stiquifar, Dr. Daniel Oliveira Guimarães. Portanto, nos termos do art. 20 da MP 927/2020, o recolhimento das competências de março, abril e maio poderá ser realizado de forma parcelada. Em até seis parcelas, com vencimento no sétimo dia de cada mês, a partir de julho de 2020.

Dessa forma, os diretores do Stiquifar ressalta que os trabalhadores não perderão o direito do FGTS destes meses, pois as empresas que suspenderão o pagamento do benefício trabalhista deverão recolher em momento posterior, a partir de julho.

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Presidente da UGT elogia 1º de Maio e vê acúmulo para lutas futuras

Deu certo fazer on-line o 1º de Maio Unificado das Centrais Sindicais. As bandeiras por democracia, apoio à saúde e defesa do emprego foram irradiadas para amplos setores da população. Também foi possível armar um palanque amplo, com três ex-presidentes da República.

A avaliação é do dirigente comerciário e presidente da União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah. Domingo (3), ele falou com a Agência Sindical. Principais trechos:

. Democracia 
“O sindicalismo marcou posição ao colocar com ênfase a defesa da democracia. Não aceitaremos, jamais, apelos pela volta da ditadura e de arbitrariedades como no caso do  AI-5”.

. Unidade 
“As Centrais mostraram maturidade ao definir, em conjunto, as bandeiras unitárias do 1º de Maio. Todos nós queremos a economia funcionando, com empregos. Mas, acima disso, está a vida. A posição pró-fortalecimento da saúde pública é unânime entre nós”.

. Frente
“No 1º de Maio falaram Fernando Henrique, Lula e Dilma, três ex-Presidentes. Também se manifestaram os presidenciáveis Marina, Ciro e Haddad, além de outras lideranças. O sindicalismo deu um passo firme para a formação da frente ampla em defesa da democracia e contra os abusos do governo Bolsonaro, especialmente no que diz respeito aos trabalhadores”.

. Festa
“O ato on-line permitiu a participação de muita gente e as lives de vários artistas. Com isso, conseguimos também levar arte e diversão para os trabalhadores e a quem mais nos acompanhou na transmissão. O Dia do Trabalhador manteve seu caráter festivo”.

. Futuro
“Esse 1º de Maio foi extremamente agregador. O sindicalismo e os setores democráticos acumulam força pra defender as bandeiras da democracia, saúde, vida e emprego e também em negociações junto ao Congresso Nacional”.

. Preocupação
“Mas, neste momento, há uma preocupação geral, que é garantir o pagamento do abono de R$ 600,00 a milhões de brasileiros. Se dependesse do governo, seriam só R$ 150,00. Esses R$ 600,00 saíram por pressão do movimento sindical e popular”.

Fonte: Agência Sindical 
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Presidente da Força se soma ao clamor pela saída de Bolsonaro e renúncia já!



A postura do presidente Jair Bolsonaro, que, além do descaso frente ao agravamento da crise sanitária provocada pela Covid-19, vem reiterando a sanha golpista do seu mandato, tem despertado indignação nos mais amplos setores sociais.

Essa posição de repúdio à irresponsabilidade presidencial foi reforçada pelo líder metalúrgico Miguel Torres, presidente da Força Sindical, em vídeo divulgado quinta (30), véspera da celebração do 1° de Maio - Dia Internacional do Trabalhador. "O presidente da República não tem condições, hoje, de governar o País. É crise atrás de crise, e a população morrendo", ele critica. Em sua fala, o dirigente pede a renúncia de Bolsonaro.

Miguel rebate a agressão do presidente às vítimas do novo coronavírus, à memória dos mortos pela doença e ao sentimento de quem perdeu entes queridos. O “E daí? Sou Messias, mas não faço milagres”, frase de Bolsonaro, dia 28, foi um soco na boca do estômago da Nação. O dirigente da Força afirma no vídeo: “Presidente Jair Messias Bolsonaro, renuncie. Você não é digno de comandar um País como o Brasil”.

Impedimento - O afastamento do presidente da República encontra apoio crescente na sociedade. A Câmara dos Deputados já recebeu mais de 30 pedidos de impeachment. As iniciativas partem de parlamentares, cidadãos e entidades com orientações ideológicas diversas - que vão da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) ao Movimento Brasil Livre (MBL), que teve participação ativa na campanha presidencial de Bolsonaro.

STF - O presidente também pode ser afastado em decorrência de inquérito instaurado pelo Supremo Tribunal Federal, a fim de investigar as denúncias feitas pelo ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, ao anunciar sua saída da Pasta.

Força - Para Miguel Torres, a renúncia pode ser o meio mais eficaz, por ser uma solução rápida e estar sujeita à influência da pressão popular. "Estamos vendo o desgoverno que o País enfrenta. Quanto mais o tempo passa, mais a crise se aprofunda. Parte da classe política já pede o impeachment, outra parte acha que tem que deixar sangrar, antes de derrotá-lo. Só que quem está sangrando e morrendo é a população", disse à 

Fonte: Agência Sindical.
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Negociação para corte de salários devolve relevância a sindicatos



Enfraquecidos desde a reforma trabalhista, sindicatos têm sido procurados por trabalhadores, empresas e entidades patronais para negociar acordos coletivos de reduções de jornada e salários, suspensão de contratos e garantia de empregabilidade previstos pela MP 936.

Foram assinados 170 convenções e 670 acordos coletivos até esta quinta-feira (30) para aplicar a medida provisória que visa dar fôlego às empresas e evitar demissões em meio à pandemia da Covid-19.

A norma, que aguarda aprovação na Câmara, possibilita redução de jornada com corte proporcional de salários por até 90 dias e suspensão de contratos por até 60 dias.

Em contrapartida, prevê estabilidade no emprego por até 90 dias e o pagamento de compensações pelo governo que têm como base o valor do seguro-desemprego ao qual o trabalhador teria direito.

O STF decidiu que acordos individuais têm efeito imediato e não podem ser alterados por sindicatos. Mesmo assim, entidades e advogados trabalhistas dizem que negociações coletivas ainda são a regra.

"Os sindicatos têm buscado acordos criativos para preservar empregos na crise, com dispositivos como licenças remuneradas, uso de banco de horas, garantias de estabilidade", diz o advogado Antonio Carlos Aguiar.

As entidades têm adotado a estratégia da negociação rápida, aprovada em assembleias virtuais, e refutam os acordos individuais, segundo Douglas Izzo, presidente da CUT (maior central do país) em São Paulo. As tratativas da empresa diretamente com o empregado ainda precisam ser comunicadas ao sindicato.

"Buscamos negociação rápida com entidades patronais ou empresas. O ideal é fechar convenção que vale para toda a categoria, mas buscamos acordos com empresas quando há heterogeneidade no setor e muitos negócios pequenos."

Segundo ele, a adesão dos trabalhadores aumentou com votações virtuais, por meio de sites ou aplicativos como o Zoom e o WhatsApp.

"Isso facilitou a interação. É possível ter uma adesão massiva de categorias como a de porteiros, que presencialmente seria quase impossível", diz Clemente Ganz Lucio, assessor das centrais sindicais.

É o caso do Sindicato dos Comerciários de São Paulo. "Usamos nosso site para colocar exemplos de acordos para quem não precisasse da nossa interlocução. Cerca de 80% dos trabalhadores estavam na primeira faixa que poderia ter negociação individual. Fizemos o máximo de acordos possível", diz o presidente da entidade, Ricardo Patah.


"Muitos trabalhadores entenderam que o momento é de crise e que buscar a negociação via sindicato é mais vantajoso, minimiza perdas. As empresas também sabem que os acordos coletivos têm mais segurança jurídica", afirma João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário-geral da Força.

"As negociações coletivas trazem proteção jurídica maior. Um empregado pode dizer na Justiça que se sentiu coagido a assinar um termo individual", diz João Pereira Neto, do escritório Machado Meyer.

Até agora, há quase 10 mil ações trabalhistas que citam o coronavírus, segundo levantamento da empresa Datalawyer e do Consultor Jurídico.

As centrais têm pressionado deputados a eliminar do texto da MP a possibilidade de acordos individuais ou restringir a possibilidade dessa tratativa.

"Um dos argumentos a favor dos acordos individuais é que o momento exige rapidez nas negociações, mas os sindicatos têm feito negociações rápidas, com opções de acordos em seus sites", diz Juruna.

Categorias mais organizadas, como a de químicos, bancários e metalúrgicos, têm conseguido acordos que preveem, por exemplo, a manutenção do pagamento do salário líquido dos trabalhadores.

Na Grande São Paulo, o tradicional sindicato dos metalúrgicos do ABC já celebrou 30 acordos para a aplicação da MP, segundo o presidente da entidade, Wagner Santana.

"Metade da categoria já está contemplada nessas negociações e todas foram assinadas depois da decisão do Supremo sobre os acordos individuais", diz.

Santana defende a priorização da negociação de convenções gerais primeiro e, em empresas maiores, a realização de acordos com mais garantias. "As convenções dão acesso a milhares de empresas que não podem negociar diretamente com o sindicato".

A entidade fechou acordos, por exemplo, com as montadoras Volkswagen, Scania e Mercedes-Benz que garantiam compensações pagas pelas empresas além dos valores desembolsados pelo governo.

Os sindicatos que representam 150 mil trabalhadores das indústrias químicas e de plásticos em São Paulo aprovaram convenção que garante ressarcimento, por meio de banco de horas, da perda com cortes e suspensões de jornadas.

O valor das reduções de salário será subtraído da compensação paga pelo governo para o cálculo de horas a serem compensadas pelos funcionários após o fim do acordo, que vence no fim do ano.

"São 4.950 empresas no setor, e 500 delas reúnem 82% da categoria. Se fizéssemos por meio de acordo coletivo, muita gente ficaria sem essa proteção", diz Sergio Luiz Leite, presidente da Federação dos Trabalhadores da Indústria Química de São Paulo.

No segmento de confecções, 40% dos empregados já foram contemplados por acordos, diz Eunice Cabral, da Conaccovest (confederação nacional de trabalhadores do setor).

Fonte: folha de São Paulo
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Mosaic encerra semana encerra com 12 vagas de emprego abertas pelo país


A empresa Mosaic Fertilizantes encerra a semana com um total de 12 vagas de emprego abertas. As oportunidades são para Assistente, Técnico, Soldador, Mecânico, Engenheiro e mais para trabalhar em unidades de Minas Gerais, Sergipe, São Paulo e Paraná. Inscreva-se agora no processo seletivo da empresa.

Presente em dez estados brasileiros e no Paraguai, a Mosaic opera na mineração, produção, importação, comercialização e distribuição de fertilizantes para aplicação em diversas culturas agrícolas, ingredientes para nutrição animal e produtos industriais.

Apesar da crise em decorrência da pandemia, muitos setores considerados essenciais ainda estão funcionando e necessita de mão-de-obra para manter sua produção ativa, como é o caso das unidades industriais.
Ao final da matéria, o Click Petróleo e Gás (CPG) disponibiliza para você o print das vagas de emprego divulgadas pela empresa, para confirmar a veracidade da informação. Confira as vagas de emprego disponíveis:

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Stiquifar faz reflexão sobre a história do Dia do Trabalhador


Na postagem consta a fotografia do excelente fotógrafo Pedro Martinelli no dia 01/05/1970 em uma reunião de trabalhadores no Parque Antártica/SP. Hoje dia 01/05/2020, estamos cada vez mais distantes do efetivo reconhecimento do trabalhador. 

Digo trabalhador, de forma pura, sendo aquele que vende a sua força de trabalho por um determinado valor, seja funcionário público ou da iniciativa privada. Já há alguns anos e cada vez de forma mais incisiva o "capital" vem fantasiando a "humanização" do "trabalho".

 A palavra "trabalhador" vem sendo substituída pouco a pouco por "colaborador". Por quê? É mais cool (uso a expressão em inglês, pois quem chama, de forma CONSCIENTE, o trabalhador de colaborador adora citar termos na mesma linha dentro das relações corporativas: briefing, feedback, change, etc...). Ocorre que quem colabora não pode ser submisso na relação de trabalho... necessita de ter voz... precisa influenciar a tomada de decisões, senão não é colaboração... é apenas venda da força de trabalho. 

Não vamos adentrar em exceções (que são a minoria) como participação ativa nas decisões da empresa pelos cargos mais altos ou empresas familiares, etc... vamos nos limitar ao "chão da fábrica". E é neste chão da fábrica que a "cultura da colaboração" vem sendo implantada de forma singela, quase imperceptível, cuidadosa... muitas vezes até de forma inconsciente, considerando que a aprendizagem dos conceitos inicia na própria faculdade ao direcionar o foco do ensino para parte técnica, necessitando demonstrar as inovações nos conceitos e o que o mercado (capital) necessita, desprezando o aspecto humano. 

Dias atrás, um trabalhador, de uma empresa da região, com aproximadamente 25 anos de trabalho na mesma empresa, que era chamada de colaborador foi dispensado no dia do aniversário com o seguinte comunicado: "você não atende o perfil da empresa.". Observe que a frase não foi "você não atende MAIS o perfil da empresa". 

Demorou 25 anos para descobrir que o colaborador não tem o perfil da empresa? Se ele tanto colaborou por qual razão dispensá-lo no dia do aniversário? Efetivamente nunca houve colaboração, apenas venda da força de trabalho que certamente já não atendia a agilidade que o CNPJ necessita no mercado, e como recompensa pelos 25 de trabalhos realizados optou por dispensá-lo no dia do aniversário e substituí-lo por outro CPF mais novo. 

O capital até tenta disfarçar seus interesses, mas cedo ou tarde a verdade vem a tona. Enquanto fantasiamos os trabalhadores de colaboradores, pouco a pouco os trabalhadores estão sendo substituídos por rôbos, sem nenhum planejamento para amparar os trabalhadores que estão sendo marginalizados. Tomemos como exemplo o setor bancário, com a modernização dos aplicativos e oferta de serviços pelo celular, vem dispensando ano após ano seus "colaboradores" para usar a tecnologia para colaborar com a busca pelo lucro. 

A quantidade de trabalhadores de TI para dar suporte ao sistema tecnológico é infitinitamente inferior aos que estão sendo dispensados, então seria leviano dizer que os postos de trabalho estão sendo apenas substituídos. É natural que ocorra a modernização das relações de trabalho, e aplicação da tecnologia, mas qual o planejamento para realizar essa transição sem marginalizar os cidadãos? E não vamos nos enganar com Adam Smith para dizer que a mão invisível do mercado vai realizar a autorregulação... a falência desse modelo de liberalismo está escancarada em tempos de pandemia COVID-19, na qual nunca se viu o capital implorando por um Estado Forte (que antes suplicava pelo Estado Mínimo) para não quebrar a economia. 

Por fim, desnecessário se perder na divagação que a legislação de Vargas é engessada e que as coisas funcionam apenas nos outros países (Estados Unidos, etc...). Não podemos fazer a comparação apenas com a medida de nossa régua. É preciso analisar as formas de colonização dos países... é preciso entender a gestação étnica do POVO BRASILEIRO como, por exemplo, fez Darci Ribeiro em 1995 ao publicar a obra "O povo brasileiro" e se autoquestionar naquela época "Por que o Brasil ainda não deu certo?" (aliás o livro é bibliografia básica do Instituto Rio Branco, e Ernesto de Araújo deveria reler para falar menos atrocidades na representação exterior do Brasil. 

Nota-se que nosso Ministro das Relações Exteriores não tem boa capacidade de interpretar ao ser advertido pelo autor Slavoj Zizek sobre a interpretação equivocada de sua obra). Enfim, necessitamos, com urgência de abandonar a glamourização do conceito de trabalhador. Necessitamos, ainda, deixar de romantizar o desgaste do trabalho nas redes sociais. Proletarier aller Länder, vereinigt euch! Dia do Trabalho - 


Dr. Daniel de Oliveira Guimarães
* Assessor jurídico do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região)
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