Trabalhadores da Ouro Fino contamos com a presença de todos na Assembleia Geral Virtual


A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) convoca todos os funcionários da Ouro Fino para participarem da Assembleia Geral, onde será realizada a votação da negociação coletiva de 2020/2021.


 A pauta de reivindicação da categoria será colocada em apreciação nesta terça-feira, dia 1º de dezembro, das 9h às 18h. O link será disponibilizado pelo WhatsApp, através dos diretores da entidade classista, em momento oportuno. É importante ressaltar que a votação é secreta.



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Sindicato revela que Consube precisa melhorar a negociação para os trabalhadores aceitarem a proposta

 




Engajados para buscar melhor propostas para apresentar a categoria, o Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) informa que existe dentro da proposta apresentada pela Consube, dois tópicos que precisam ser melhorados para atender os funcionários. Caso, contrário não haverá negociação.


Como os trabalhadores participam ativamente do sucesso da empresa, o sindicato entende que a questão do plano de saúde que já foi atendida, que não era o que esperávamos. Sem contar que, a Consube insiste em manter o abono, a título de PLR (Participação nos Lucros e Resultados), congelados, o que é um absurdo diante do lucro patronal.


Devido aos itens apontados, o Stiquifar declara aos trabalhadores que não tem pressa em fechar a negociação com a empresa, caso a proposta não seja melhorada. “A nossa missão é defender os interesses dos trabalhadores, pois estão sendo extremamente prejudicados pela proposta apresentada pela Consube”, concluem.


Trabalhadores chegou o momento de unir para mostrar a nossa força de trabalho tem que ser valorizada.

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Stiquifar revela que negociação salarial vai demorar porque o RH Corporativo da GPC está de férias

 


A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticos e Região) informa aos funcionários da GPC Química S/A que a negociação salarial vai demorar, porque o RH corporativo da empresa se encontra em férias.

 

“Infelizmente, não temos boas notícias para os trabalhadores que estão acompanhando o alto índice de inflação.  A resposta que o sindicato recebeu da empresa é que somente vão retornar as negociações da pauta de reivindicação da categoria, depois que a gerente do RH retornar de férias”, cometam.

 

O Stiquifar lamenta a situação, pois esse comportamento demonstra o quanto o trabalhadores não são valorização, mesmo trabalhando ativamente para produzir e cumprir as metas da empresa para que possam ter lucros e sucesso no segmento que atuam.

 

 “A GPC tinha que ter mais compromisso com os trabalhadores, mas infelizmente a direção continua com essa política de desvalorização que serve somente para desmotivar a categoria. As empresas têm que entender que o maior patrimônio delas são os funcionários, pois eles são responsáveis pelo sucesso delas no mercado ”, finalizam


TRABALHADORES CHEGOU O MOMENTO DE SE UNIR AO SINDICATO PARA FAZER VALER O SEU DIREITO TRABALHISTA E BUSCARMOS MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO.



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Trabalhadores da Fertilizantes Tocantins tem reajuste de 4,77% e melhoria em plano de saúde

 


Devido a intermediação da diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região), os empregados da Fertilizantes Tocantins, também conseguiram reajuste salarial de 4,77%, conforme INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor).


O sindicato também conseguiu melhorias no plano de saúde, mas ficou aberta a discussão sobre os seguintes pontos: cartão alimentação de R$ 350,00, considerando que a realidade das demais empresas em torno de Araguari, praticam tal benefício com o valor maior do que o proposto a categoria. Atualmente, hoje, é em torno de R$ 185,00.


Outro ponto que ficou em aberto para ser analisado é o banco de horas, reduzindo para 6 (seis meses). No ano passado, esse assunto foi amplamente discutido entre a entidade classista e os representantes da empresa, mas na oportunidade não se dispuseram a avançar na negociação sobre a demanda.

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Stiquifar promove Assembleia Geral com trabalhadores da Master Line do Brasil discutir proposta salarial

 


Os diretores da Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) convoca os funcionários da Master Lina do Brasil para participarem da Assembleia Geral, online, que será realizada na próxima segunda-feira, dia 30 de novembro. A votação secreta começa às 8h e termina as 18h, com objetivo dos empregados deliberarem sobre a negociação coletiva de trabalho para a data-base de 2020/2021.


A proposta da empresa é concessão de reajuste salarial de 4,77%, conforme INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor), mais aumento de R$ 100,00 no Vale Card, vinculados a política de assiduidade. A diretoria da entidade sindical durante a negociação patronal conseguiu manter as demais cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), dos anos anteriores, mesmo após o governo federal ter conseguido aprovar a Reforma Trabalhista para acabar com a maioria dos direitos trabalhistas.


O Stiquifar informa que assim que tiver disponível o link de votação será repassado para todos os diretores e supervisores compartilharem aos trabalhadores, via WhatsApp. A entidade conta com a presença de todos nesta votação, porque o assunto é de extrema relevância para a categoria. Para apreciarem a proposta, eles terão que colocar o CPF, data de nascimento e escolher uma opção: SIM, NÃO, ABSTENÇÃO. “Os trabalhadores poderão votar com total tranquilidade, porque a votação é secreta”, finalizam.

 

 

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Stiquifar declara que não tem como assumir responsabilidade pela abertura do Clube durante pandemia de Covid-19

 


Devido ao volume de infectados pela Covid-19, a diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) analisando a Portaria Conjunta nº 020/2020, analisaram que é inviável a abertura do clube social, localizado na Rua Outono, 150 – Vila Arquelau.  O documento permite a abertura da piscina, desde que seja respeitada uma série de critérios, mas deixa bem claro que é vedada a utilização da sauna pelos associados.


O documento assinado pela Secretaria de Saúde, juntamente com a Fundação Esporte (Funel) permiti a prática de atividades esportivas e aquáticas, sejam coletivas ou individuais, com fins lucrativos, em espaço abertos, como clubes, centro esportivos, condomínio residenciais, espaços públicos e praças esportivas, desde que observados alguns critérios, que são de extrema relevância para não elevar o número de casos de contágio e falecimentos em virtude do coronavirus.


REGRAS PARA LIBERAR O CLUBE

Para a Vigilância Sanitária não multar o clube do Stiquifar, em descumprir algumas das regras, terá que ser observados os seguintes critérios: proibida a presença do público torcedor, agendamento prévio, proibir aglomeração de pessoas, respeitar as normas de biossegurança e regras de higiene; proibir o compartilhamento de coletes, camisas e peças de uniformes sem prévia assepsia, restringir a utilização de bebedouros somente para enchimento de água por garrafas individuais, entre outros.


Sem contar, que os público presente terá que trocar as máscaras faciais toda vez que estiverem úmida, acondicionada em embalagem própria. Além de ser permitido a utilização de vestiário e sanitários restrita a 1 (uma) pessoa até 4 (quatro) metros quadrados, com utilização somente para necessidades fisiológicas e assepsia das mãos. “A entidade não tem dificuldade nenhuma em oferecer álcool gel ou liquido 70% para inibir a proliferação do Covid-19, mas eles não tem condições de realizar a limpeza completa a cada 2 horas de funcionamento em todas as dependências do clube”, explicam.


ACADEMIA E REGRAS PARA NATAÇÃO

Os associados também terão que manter a distância mínima de 2 metros de distância entre os usuários e 3 metros entre os equipamentos aeróbicos, sendo permitida nas atividades esportivas aquáticas 1 pessoa por raia (largura mínima de 1,80m), caso a utilização da raia seja inviável, será permitida a utilização do espaço apenas para um praticamente/atleta, por vez e por horário. Somente quem estiver fazendo esportes aquáticos, cujo o uso seja inadequada, as máscaras faciais poderá ser descartável.


O Stiquifar dentro da sua responsabilidade social, dentro da proteção da vida, descorda em abrir o clube, porque o poder público está se redimindo da sua responsabilidade para passar para a entidade classista se responsabilizar pela saúde dos associados. Tanto é que deve ser respeitada a permanência de 1 (uma pessoa) para cada 10m² nos recintos fechados e 1 (uma) pessoa para 04 m² nos recintos abertos, como piscinas. Os aparelhos ergométricos e de musculação deverão ser higienizados após a utilização, pelo instrutor, o que elevará o custo para a entidade classista. 


“Tem um inciso que diz que o acesso ao estabelecimento fica restrito apenas para praticantes, atletas e comissões técnicas (treinadores, professores, equipe de apoio, dentre outros) no local, durante a prática esportiva, pelo prazo máximo de 60 minutos. Tal fato não cumpre o papel social do clube de servir de um local de lazer para todo os nossos associados e não podemos assumir a responsabilidade de comprometer e expor os nossos 1.400 sindicalizados e dependentes.”, desabafam.

 

 

 

 

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Vale vai investir R$ 96 milhões na Defesa Civil de Minas Gerais




Em mais uma ação que tenta compensar os prejuízos causados pelo rompimento da barragem de Brumadinho, em janeiro do ano passado, a mineradora Vale investirá R$ 96 milhões na compra de equipamentos, materiais e veículos para a Defesa Civil de Minas Gerais. A iniciativa faz parte de um acordo firmado com o governo do estado no Ministério Público de Minas Gerais em 20 de novembro. 


Assinado pela promotora de Justiça Andressa de Oliveira Lanchotti, o termo de compromisso prevê que as medidas adotadas pela empresa serão de natureza compensatória e, portanto, podem ser apresentadas para a finalidade nos processos em trâmite na 2ª Vara de Fazenda Pública e Autarquias de Belo Horizonte, que condenam a mineradora pela destruição do Córrego do Feijão e pela morte de 270 pessoas.


Além da perda de vidas, o rompimento das barragens B – I, B – IV e B – IV A, da Mina Córrego do Feijão causou danos e a destruição de casas, rodovias e diversas outras infraestruturas, ocasionando uma sobrecarga das atividades de resposta e prevenção a desastres da Defesa Civil. O órgão precisou manter grande parte de seu efetivo em Brumadinho desde 25 de janeiro de 2019, quando a barragem se rompeu.


Pelo acordo, a Vale será obrigada a adquirir veículos, coletes e equipamentos de informática e audiovisual, além de mobiliário, para estruturação de sala de reunião, biblioteca e salas de aula.


O não-cumprimento do acordo sem justificativa pode acarretar uma multa diária de R$ 20 mil à Vale, valor que seria usado nas medidas previstas nas ações judiciais decorrentes do rompimento da mina.


A mineradora vem assinando outros termos de compromissos para reduzir o impacto causado pela destruição da barragem. Em 17 de novembro, a empresa fez acordo com o MPMG e o governo do estado para fazer investimentos no Corpo de Bombeiros, que também precisou reforçar o efetivo para o socorro das famílias e o resgaste de corpos desde a tragédia. De acordo com o MPMG, estão previstos investimentos de R$ 167 milhões para compra de equipamentos para a corporação.

Outros 

Em outro acordo, assinado em julho, a Vale se dispôs a investir na captação de água para os municípios impactados pelo rompimento da barragem. No termo de compromisso, o MPMG e o o governo deverão ser informados sobre a situação dos sistemas de fornecimento de água às cidades da Região Metropolitana, a partir de relatórios produzidos antes e após o rompimento da barragem, bem como sobre dados operacionais de captação, reservação, distribuição e consumo desde 2013.


A ação tem como objetivo ajudar na restauração da rede de captação do Rio Paraopeba, implantada em 2015, assegurando a retomada do volume de cinco metros cúbicos por segundo. Procurada pelo Estado de Minas, a Vale não se posicionou até a publicação da matéria. 


Fonte: Folha do Estado de São Paulo
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