NENHUM DE NÓS É TÃO FORTE QUANTO TODOS NÓS JUNTOS

 



No dia 07 de janeiro, a entidade sindical, por meio de sua direção, decidiu realizar uma assembleia, mesmo diante da discordância de alguns trabalhadores quanto à sua realização.


Infelizmente, constatou-se que houve pressões psicológicas sobre os trabalhadores, com relatos de ameaças e intimidações. Tal cenário culminou em um abaixo-assinado promovido pela empresa, por meio de supervisores, coordenadores e outros representantes, o que revelou uma divisão na categoria. Importante ressaltar que essa divisão foi obtida mediante práticas de assédio moral, absolutamente inaceitáveis.

 

Diante desse contexto, 146 trabalhadores mantiveram-se firmes em sua postura, e a entidade sindical, em cumprimento ao seu papel de proteger os interesses e a integridade de seus representados, não poderia colocá-los em risco frente a uma gestão empresarial irresponsável.


Para quem desconhece, cabe esclarecer, que os sindicatos existem para representar os interesses dos trabalhadores, equilibrando o poder historicamente desigual entre empregadores e empregados na relação contratual dos trabalhadores agravada pela reforma trabalhista de novembro de 2017. A união dos trabalhadores em negociações coletivas é essencial, pois fortalece sua posição e aumenta significativamente as chances de alcançar condições de trabalho mais justas e dignas.


A unidade não é apenas estratégica, mas uma necessidade para garantir equilíbrio nas relações de trabalho, fortalecendo os trabalhadores, promovendo justiça e melhores condições de vida. Infelizmente, essas condições não vêm sendo observadas na Mosaic há algum tempo, o que reforça a urgência de nossa atuação coletiva e não, isolada.


O Stiquifar reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos dos trabalhadores e sua luta por condições dignas e justas de trabalho para todos.



                          "A força do trabalhador está na união, e não na ação isolada."


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Implantado o assédio moral dentro da Mosaic

 

Empresa pressiona categoria para tolher seus direitos



Abusos continuam acontecendo por parte dos gestores da Mosaic Fertilizantes na unidade de Uberaba. A empresa demonstrou resistência em aceitar o resultado da assembleia realizada no dia 19 de dezembro de 2024. Na ocasião, por uma diferença de 11 votos, a proposta de retirada do retroativo à data-base de 1º de novembro e de 0,52% de ganho real foi rejeitada.

 

Em resposta, o setor de Recursos Humanos, com apoio da Gerência Industrial, passou a realizar visitas aos setores da empresa, promovendo um ambiente de intimidação por meio de ameaças aos empregados. Entre as ameaças, mencionaram a retirada de cláusulas previamente garantidas no Acordo Coletivo vigente até 31 de outubro deste ano, como o benefício de vale-alimentação e o adicional de 1/3 das férias. A retirada dessas garantias foi posteriormente consumada. “Eles coagem, pressionam e manipulam os trabalhadores, que acuados, acabam votando favorável às propostas anti trabalhistas desta gestão”, afirma a presidente do Stiquifar, Graça Carriconde.

 

O argumento utilizado pela Mosaic, em e-mail encaminhado à Diretoria do Sindicato, foi de que os trabalhadores da Indústria já possuem benefícios suficientes e, portanto, não necessitariam de mais concessões. “Esta postura só comprova a prática recorrente da empresa, de desrespeitar a data-base, ao se recusar a realizar o pagamento retroativo dos reajustes salariais, em evidente afronta à classe trabalhadora”, pontua.

 

Para a líder sindical, a coação e atitudes anti trabalhistas ficam comprovadas com um abaixo-assinado realizado pela gestão local, no qual supervisores, coordenadores e gerentes pressionaram, sob ameaças e em reuniões a portas fechadas, os empregados que se recusassem a assiná-lo. Aqueles que não concordassem foram informados de que poderiam sofrer sanções. Esse documento visava deslegitimar uma assembleia legal e soberana, apenas por discordarem de seu resultado.

 

Diante desse cenário, os trabalhadores da Mosaic enfrentam dificuldades em desempenhar suas funções, devido à sensação de desvalorização e falta de reconhecimento. Esse cenário é lamentável e exige uma reflexão urgente sobre as práticas de gestão e relações trabalhistas na organização.

 

Indignada, Graça lembra que desde que a Mosaic adquiriu o negócio, o sindicato tem mantido a duras penas todas as cláusulas sociais e econômicas, que são financeiras. Ela diz que é preciso fazer uma reflexão quanto ao processo de negociação, tendo em vista que já há algum tempo a empresa não garante a data base da categoria, que é primeiro de novembro de cada ano. “A Mosaic não concede 0,5% de aumento real que conquistamos na maioria das empresas do DI-III, ficando evidente a postura da empresa, precarizando a relação Capital X Trabalho, afrontando seus trabalhadores. “Esperamos que os trabalhadores estejam junto com o sindicato. Afinal, a direção do Stiquifar não faz nada sem eles. Sem luta, sem mobilização nenhum direito pode ser conquistado. O Sindicato está aqui e tem o compromisso e responsabilidade de não dividir a categoria. E o trabalhador tem que atentar para o fato de que, através deste embate ficou comprovado que a Mosaic aposta na opressão dos seus trabalhadores. Com o abaixo-assinado está constatado o assédio moral, e por isso vamos nas instâncias judiciais na defesa dos trabalhadores”, pontua de forma contundente a presidente do Stiquifar.

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Stiquifar convoca trabalhadores da Mosaic para Assembleia

 Líder sindical destaca que objetivo é o de votar a proposta apresentada pela empresa. “Somente com a participação de todos temos conquistas reais”



O Stiquifar convoca todos os trabalhadores das Unidades 3 e 4 da Mosaic Fertilizantes em Uberaba para participarem da Assembleia que acontecerá online no dia 07 de janeiro de 2025, das 9h30 às 17h, para votação da proposta apresentada pela empresa.


A proposta à entidade sindical teve alguns diferenciais, como a formação de um Grupo de Trabalho entre Sindicato e Empresa para discutir questões de processos judiciais, inclusive da ação do “Sabão”, que não tem sentença. Também buscar a renovação da tabela de turno para fevereiro, com convocação dos trabalhadores ainda no mês de janeiro para colher sugestões. “Caso seja aprovada a proposta, créditos do ticket alimentação serão realizados no dia 16 de janeiro, e o retroativo através de uma folha complementar”, explica a presidente do Stiquifar, Graça Carriconde.

 

Ela destaca a importância da sindicalização, pois somente com a adesão cada vez maior de trabalhadores na luta, os direitos são garantidos. “A categoria tem de ser respeitada, e as decisões tomadas de forma democrática e legítima. Somente a participação de todos pode garantir conquistas”, avalia a líder sindical.


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Trabalhadores da Master Line aprovam proposta

 


Stiquifar realizou votação com empregados da Master Line do Brasil Ltda. para aprovação ou não da Negociação Coletiva 2024/2025. Eles aceitaram salário de ingresso, que era de R$ 1531,17 para R$ 1615,00 (5,5%) e reajuste salarial de 5,5% para salários até R$ 4999,00, que corresponde a 96% dos trabalhadores, e de 4% para salários acima de R$ 5000,00.

 

Quanto ao Vale Alimentação, passou de R$ 400,00 para R$ 450,00, que corresponde a 12,5%, sendo que a empresa não irá atrelar este reajuste a faltas. As demais cláusulas do Acordo Coletivo anterior serão mantidas.


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Stiquifar realiza Assembleia e trabalhadores reprovam proposta da Mosaic

 Empresa pauta suas ações na sobrecarga, baixos salários e muita falta de segurança para seus empregados



As cláusulas econômicas que estão sendo negociadas não agradaram os trabalhadores da Mosaic, o que fez com que a proposta da empresa fosse reprovada durante assembleia realizada pelo Stiquifar. As propostas da empresa é de que, a partir de 1º de dezembro de 2024, os empregados recebam um reajuste salarial de 4,6%, ou seja, 100% do INPC 4,6% no período de 1º de novembro de 2023 e 31 de outubro de 2024. Isto para todos os empregados com salários até o teto de R$11 mil. Acima do teto, valor fixo de R$ 506,00. O Vale Alimentação, teria um reajuste proposto de 8,33%, sendo 4,6% referente ao INPC e ao ganho real de 3,73%, totalizando um valor mensal de R$ 650,00. Para o crédito do 13º Vale Alimentação, o valor será de R$ 900,00. Já as demais cláusulas do Acordo Coletivo 2023/2025 seriam mantidas.

 

A presidente do Stiquifar, Graça Carriconde, afirma que este é o quarto ano que a Mosaic P&K tem sido alertada quanto à falta de mão de obra, sobrecarregando seus empregados, ofertando baixos salários e falta de segurança no local de trabalho. “Isto coloca em risco seus empregados, inclusive com morte. Temos somente um momento que é o da negociação coletiva com data base em 1º de novembro de cada ano. A empresa tem desprezado esta ocasião tão importante para todos os seus trabalhadores”, lamenta. Ela atenta para o fato de que o Stiquifar sempre coloca em mesa de negociação, a fim de que o descaso seja revertido de forma a propiciar uma negociação justa para todos.  “O Sindicato conta com a unidade de todos os trabalhadores envolvidos, a fim de reverter esta estratégia perversa da empresa”, reafirma.

 

O Stiquifar reforça que o reajuste deve ser de 5,12%, nos salários de outubro de 2024  e também no salário normativo; Vale Alimentação de R$ 900,00 e a dobra do mesmo a título de 13º, e dobrando também no mês de janeiro; e Vale Lanche para o pessoal do turno no valor de  R$ 220,00.   “Aguardamos um posicionamento rápido e digno da Mosaic. Devido ao recesso de final de ano, voltaremos no dia 2 de janeiro de 2025. Se não tivermos retorno até esta data, vamos solicitar mediação do TRT e possivelmente iremos buscar apoio da categoria para uma paralisação”, avisa a líder sindical.



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Mosaic apresenta proposta desrespeitosa para a classe trabalhadora

 Líder sindical convida trabalhadores para assembleias. “Somente com a participação de todos, vamos avançar nas nossas conquistas




O Stiquifar se reuniu pela quarta vez com a Mosaic, que para a Diretoria da entidade, não realizou nenhuma análise da proposta apresentada. “A empresa, desde o dia 23 de setembro recebeu a pauta de reivindicações, e agora vem com a mesma estratégia do ano passado e retrasado”, diz indignada a presidente do Stiquifar, Graça Carriconde.

 

Para ela, esta é uma política da Mosaic, para não garantir a data base que é 1º de novembro de cada ano. “A legislação vigente não garante. Então tudo depende do trabalhador. Ele tem que se posicionar nas Assembleias”, avisa.

 

A líder sindical esclarece que estão sendo negociadas somente as cláusulas econômicas, pois as sociais estão vigentes até 31 de outubro de 2025. As propostas da empresa é de que, a partir de 1º de dezembro de 2024, os empregados recebam um reajuste salarial de 4,6%, ou seja, 100% do INPC 4,6% no período de 1º de novembro de 2023 e 31 de outubro de 2024. Isto para todos os empregados com salários até o teto de R$11 mil. Acima do teto, valor fixo de R$ 506,00. O Vale Alimentação, teria um reajuste proposto de 8,33%, sendo 4,6% referente ao INPC e ao ganho real de 3,73%, totalizando um valor mensal de R$ 650,00. Para o crédito do 13º Vale Alimentação, o valor será de R$ 900,00. Já as demais cláusulas do Acordo Coletivo 2023/2025 seriam mantidas.

 

A presidente Graça Carriconde recebeu a proposta com indignação e diz que a empresa está sendo mais uma vez desrespeitosa. “Esmola nós não queremos. É preciso respeito, pois é a classe trabalhadora quem garante uma produção cada vez mais exigente e penosa. Já estivemos na porta da fábrica ontem, e hoje, dia 17 de dezembro, estaremos novamente às 19h, conversando com o trabalhador. Venha engrossar nossa luta e consequentemente nossas conquistas”, convida.

 


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Diretoria do Stiquifar sinaliza que proposta que deve ser apresentada pela Mosaic não atende à categoria


 

A Mosaic deve apresentar nos próximos dias aos seus trabalhadores, uma proposta que o Stiquifar acredita ser desrespeitosa. Eles propõem que, a partir de 1º de dezembro de 2025, os empregados recebam um reajuste salarial de 4,6%, ou seja, 100% do INPC 4,6% no período de 1º de novembro de 2023 e 31 de outubro de 2024. Isto para todos os empregados com salários até o teto de R$11 mil. Acima do teto, valor fixo de R$ 506,00


Quanto ao Vale Alimentação, o reajuste proposto é de 8,33%, sendo 4,6% referente ao INPC e ao ganho real de 3,73%, totalizando um valor mensal de R$ 650,00. Para o crédito do 13º Vale Alimentação, o valor será de R$ 900,00. Já as demais cláusulas do Acordo Coletivo 2023/2025 seriam mantidas.

 

Para a presidente do Stiquifar, Graça Carriconde, esta é uma proposta desrespeitosa, pois está aquém do que a entidade sindical está negociando com outras indústrias. “Entendemos que o trabalhador deve recusar, considerando que a Mosaic tem se isentado de responsabilidade nos últimos anos, deixando tudo para a última hora, e para aprovação de seus empregados. A cada ano, eles têm mais e mais perdas em seu poder de compra”, pontua.

 

Em relação aos trabalhadores do CSC da Mosaic do Brasil, o Stiquifar conseguiu fechar em 5,12%, sendo 4,60% do INPC e 0,5% de reajuste salarial. “É inadmissível que os empregados da Mosaic P&K concordem com esta proposta, no mínimo, indecente”, argumenta a líder sindical.


A Diretoria do Stiquifar informa que hoje (dia 10 de dezembro), às 16h, estará reunida com os responsáveis pelo setor de Relações Sindicais. “Caso não haja avanços, amanhã (dia 11 de dezembro) estaremos na porta da fábrica às 7h”, avisa Graça.

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