Vale Fertilizantes reconsidera demissão de engenheiro em Araxá


Fonte: Assessoria Simacut/Araxá
No dia 4 de novembro a Vale Fertilizantes reintegrou ao emprego o trabalhador Luiz Carlos, que havia sido demitido de forma irregular, uma vez que o companheiro era portador de estabilidade provisória.  Após longa discussão com o Sindicato, a demissão, por fim, foi cancelada tendo a empresa retornando o empregado às suas funções originais.
Neste ano, houve outras duas demissões em condições semelhantes, porém o SIMA não conseguiu a reintegração dos trabalhadores Robson e Donizete devido à fragilidade dos documentos apresentados por eles.
Alertamos aos companheiros que possuam estabilidade provisória no emprego e que faltam 18 meses ou menos para requererem à aposentadoria, que observem as seguintes situações:
* Quem completou 28 anos e 6 meses de serviço e vai se aposentar proporcionalmente (30 anos), ou  
* Quem completou 33 anos e 6 meses de serviço e vai se aposentar integralmente (35 anos),

Procurem o SIMA para verificar a situação, pois conforme o caso, é necessário comunicar a Vale Fertilizantes sobre o período de sua estabilidade para que seja cumprida cláusula específica do Acordo Coletivo assinado entre o SIMA e Vale Fertilizantes CMA.
Em tempo: 

Assembleia Geral Extraordinária Trabalhadores Vale Araxá

 

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Extração de Metais Básicos e Minerais Não Metálicos, Indústrias Químicas e de Fertilizantes de Araxá, Tapira, São Roque de Minas, Perdizes, Delfinópolis, Cássia, Fortaleza de Minas e Ibiá – SIMA, convoca todos os trabalhadores da empresa Vale Fertilizantes S/A – COMPLEXO MINEROQUÍMICO DE ARAXA (CMA), para a Assembleia Geral Extraordinária, a realizar-se dia 6 de dezembro de 2013, sexta-feira, às 9h30 e às 18h na sede do Sindicato, situado à Rua Presidente Olegário Maciel, 985, Centro – Araxá MG.
Nessa Assembleia será apresentada para apreciação dos trabalhadores a proposta negociada com a empresa Vale Fertilizantes, referente ao Acordo Coletivo 2013/2014.

Mais informações no site: http://simacut.com.br/

 

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Assembléia com os trabalhadores da Vale Fertilizantes



Na data de ontem os trabalhadores da Vale Fertilizantes estiveram reunidos em assembléia no STIQUIFAR para conhecerem, discutirem e votarem a contra-proposta apresentada pela empresa à Pauta de Reivindicações visando a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho.
Havendo concordância apenas com o índice de reajuste salarial de 7.5% proposto, a assembléia rejeitou, em peso, a contra proposta da empresa encaminhando as seguintes reivindicações para serem objeto de continuidade das negociações:

1)- Reajuste do valor mensal do Ticket Refeição para R$ 300,00 (trezentos reais);
 
2)- Concessão de um abono no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais) em uma única parcela, podendo esse crédito ser efetivado no próprio Ticket Refeição;
 
3)- Reajuste nos valores dos benefícios como: auxilio educação, farmácia, auxílio creche, etc.
 
4)- Extensão do auxílio creche para os empregados pais, e
 
5)- Reavaliação do Plano Odontológico, uma vez que muitos profissionais dentistas tem se negado a atender ao convênio firmado com o Bradesco Saúde alegando falta de pagamento de honorários pela contratada o que tem prejudicado tanto os empregados quanto a própria Vale, que também dispende valor considerável para a manutenção do benefício.
 
O STIQUIFAR aguarda um posicionamento da empresa para a continuidade das negociações.
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Com queda de preços, Vale poderá cortar mais investimentos


Fonte: Revista Exame 
A Vale SA, mineradora com o pior desempenho no ano entre as três maiores do mundo, deve promover o maior corte de investimentos desde 2009 diante da sinalização de que os preços de minério devem cair por quase três anos.
A maior produtora mundial de minério de ferro deve anunciar um plano de negócios de US$ 15,3 bilhões para o próximo ano em 3 de dezembro, menos do que a previsão inicial de US$ 16,8 bilhões em setembro, de acordo com estimativas de nove analistas ouvidos pela Bloomberg.
A redução de 29 por cento em relação aos US$ 21,4 bilhões previstos para este ano seria a primeira desde 2009, quando a Vale anunciou, no meio do ano, um corte de 36 por cento em gastos previstos, para cerca de US$ 9 bilhões.
O presidente da Vale, Murilo Ferreira está vendendo ativos, procurando parceiros e cancelando projetos não lucrativos depois que, em setembro, as ações da Vale caíram ao nível mais baixo em quase três anos, à medida que a desaceleração da economia chinesa mina a demanda.
Mina da Vale: em setembro, as ações da empresa caíram ao nível mais baixo em quase três anos
O orçamento mais magro da empresa sediada no Rio irá provavelmente ajudar a reforçar a confiança dos investidores de que seu plano irá melhorar as margens de lucro, disse Rene Kleyweg, da Renaissance Capital.

“O presidente está começando a tomar as decisões corretas em termos de cortes de custos e disciplina de capital”, disse Kleyweg, analista de ações da Renaissance, em entrevista por telefone de Johanesburgo, em 27 de novembro. “A Vale é uma empresa melhor do que era dois anos atrás.”
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Deputados vão realizar debates regionais sobre o potencial de produção de fertilizantes no país


Comissão da Câmara dos Deputados decidiu ampliar o debate sobre a produção de fertilizantes no país, depois de realizar audiência em que discutiu alternativas para desenvolver a indústria do aditivo agrícola no Brasil. O deputado Afonso Hamm (PP-RS) destacou especificamente a possibilidade de produção desses aditivos agrícolas a partir do enxofre gerado em termelétricas.
Segundo o deputado, um dos autores do pedido para realização da audiência sobre o tema na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, essa possibilidade tecnológica seria interessante especialmente para o Sul do país, que importa parte da energia que consome.
– O Rio Grande do Sul compra 65% do que necessita, e no verão chega a 80%. Podemos gerar energia firme e produzir fertilizantes com os rejeitos – defendeu Hamm.
O deputado ressaltou que já existem cinco plantas industriais que utilizam essa tecnologia no mundo. Conforme afirmou, a técnica consiste em combinar o enxofre produzido pela queima do carvão mineral com amônia.
– Ao invés de utilizar calcário para fazer neutralização desse enxofre, usa-se a amônia como reagente – explica.
Dessa reação resultaria o sulfato de amônia, produto utilizado na fertilização do solo.
Conferências
A ideia das conferências foi do deputado Alceu Moreira (PMDB-RS).
– Se já tem tecnologia disponível, podemos juntar todos os atores que podem criar processos industriais e transformar esses conhecimentos em produtos – afirmou Moreira.
Outro autor do pedido de realização da audiência, o deputado Josias Gomes (PT-BA), que presidiu a reunião, garantiu que serão realizados os debates regionais. Gomes considera importante conhecer o nível de desenvolvimento tecnológico em cada localidade para ver onde é possível instalar as potenciais indústrias.
Dependência
Atualmente, o Brasil importa 78% dos fertilizantes que consome. Mas, de acordo com o secretário-adjunto de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério das Minas e Energia, João José da Mora Souto, essa dependência vai cair para 53% nos próximos cinco anos.
Isso vai ocorrer, segundo afirmou, porque nesse período quatro novas fábricas de fertilizantes nitrogenados vão entrar em operação no País. Duas começam a operar já no ano que vem, outra em 2016, e a última em 2018.
Para o pesquisador José Carlos Polidoro, da Embrapa Solos, outra forma eficiente de reduzir a dependência externa do país por fertilizantes é aumentar a eficiência agronômica. De acordo com o especialista, apenas 60% do produto utilizado é efetivamente absorvido pelas lavouras brasileiras.


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Surdez e LER lideram as causas de auxílio-doença


Dor. Para quem sente, é sinal de que tem alguma coisa errada e é hora de parar, procurar um médico e tratar o problema. Os primeiros 15 dias fora do trabalho são pagos pelo patrão. A partir do 16º dia, é preciso recorrer ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para receber uma renda - limitada ao teto do salário de contribuição (R$ 4.159). No Grande ABC, as causas mais frequentes de pedidos de auxílio-doença são problemas auditivos provocados pelo barulho no ambiente de trabalho; lesões por esforço repetitivo, que podem atingir coluna vertebral, tendões e articulações; depressão; síndrome do pânico; bipolaridade e outros distúrbios psiquiátricos.

No total, 22.573 trabalhadores receberam auxílio-doença no mês passado na região, e o valor do benefício médio foi de R$ 1.403. Entre maio e outubro, 622 novos auxílios foram concedidos no Grande ABC.

Quando a doença é provocada pelo ambiente laboral, ou pela função exercida, a legislação trata o problema como acidente de trabalho, e a compensação para o funcionário pode ser mantida caso a capacidade para desempenhar suas atividades seja prejudicada. Se a origem da enfermidade é outra, mesmo que ocorrida fora do ambiente de trabalho, o INSS deve pagar ao segurado o auxílio-doença. Para isso, o enfermo deve passar por avaliação periódica realizada por médico do INSS para que o benefício continue a ser pago.

"O problema é que, muitas vezes, o INSS suspende o benefício de trabalhadores que continuam sem condições de trabalhar", diz o advogado andreense especialista em Direito Previdenciário Jairo Guimarães. "Nesses casos de negativa é que é preciso garantir, por meio de liminar, que a pessoa continue a receber. Por isso é preciso entrar com ação judicial para garantir os direitos desses contribuintes."

De acordo com o juiz de Direito da 5ª Vara do Fórum Cívil de Santo André, João Antunes, o número de negativas por parte do INSS diminuiu drasticamente nos últimos dez anos. "Antes da mudança de filosofia no Ministério da Previdência, ocorrida no governo Lula, a praxe do INSS era negar tudo. Chegavam ao absurdo de cassar benefícios concedidos judicialmente, algo que é inconcebível em termos jurídicos", recorda-se o magistrado, que atua na comarca de Santo André há 20 anos. "Hoje, o número de casos de negativas que chega ao tribunal é bem menor, mas, o que chama a atenção, é que em mais de 90% das vezes a perícia médica solicitada no processo demonstra que o auxílio-doença deve ser mantido", confirma o juiz.

O problema, no entanto, está nos casos em que o auxílio-doença é negado ou suspenso. "A negativa do INSS muitas vezes se baseia no fato de que a pessoa já possuía predisposição àquele tipo de doença e que a atividade profissional ou o ambiente de trabalho não foram inteiramente responsáveis pela enfermidade. Baseado nisso, eles suspendem o pagamento de auxílio-doença de natureza acidentária", explica Guimarães. "O que é um absurdo. Afinal, o que vale é a incapacidade da pessoa para desempenhar a atividade laboral", desabafa o advogado.


Problemas psiquiátricos têm aparecido mais nos tribunais da região

O auxílio-doença também abrange os chamados "males da alma", como depressão, transtorno bipolar e síndrome do pânico. "Houve uma escala em progressão geométrica do número de processos movidos por segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) acometidos por problemas psiquiátricos", diz o juiz da 5ª Vara Cível de Santo André, João Antunes.

"Hoje em dia, o preconceito contra esses males da alma diminuiu muito, e o próprio doente toma a iniciativa de buscar tratamento", diz o juiz. No passado, quem sofria com alguma condição de natureza psicológica escondia o problema para não enfrentar o descrédito da sociedade.

Antunes tem observado também que, nos últimos dez anos, a incidência de casos de perda de capacidade auditiva caiu 80% - nos casos que chegam ao tribunal, enquanto o número de vítimas de LER (Lesão por Esforço Repetitivo) aumentou 80%.

Para o magistrado, a inversão se deu pelo fato de que as medidas preventivas em relação à proteção do sistema auditivo se disseminaram bastante na última década - ao mesmo tempo em que a adesão do próprio trabalhador à utilização dos itens de segurança também cresceu significativamente. "No caso das LER, aqui na região, as mais comuns são as que afetam a coluna e estão relacionadas ao desgaste provocado pela atividade em linha de produção."
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Explosão em refinaria no Paraná


O rompimento de uma tubulação nas proximidades da bomba de carga para os fornos da U2100 (Unidade de Destilação) causou uma explosão na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária. O acidente ocorreu por volta das 22h30 de quinta-feira (28) e o incêndio só foi controlado por volta da zero hora de sexta.

Informações de trabalhadores dão conta que a equipe de combate de emergência lutou por muitas horas na U2100 para resfriá-la, que segue totalmente interditada. Apesar da grande proporção do acidente, não há registros de feridos. O calor do fogo causou grandes danos estruturais, chegando a entortar vigas de sustentação de equipamentos e dutos. Dirigentes do Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina estão na Repar para averiguar os fatos.
 
Uma grande quantidade de óleo vazou para as canaletas de águas pluviais e o fluxo chegou à Unidade de Tratamento de Descartes Industrais (UTDI). Por enquanto o problema está controlado, mas existe o risco de contaminação do Rio Barigui. A equipe do Centro de Defesa Ambiental da Petrobrás (CDA-Sul), localizada em Itajaí-SC, foi acionada e se desloca para a Repar.  

Desbastecimento
A U2100 é o primeiro setor industrial da cadeia de processamento do petróleo. Dessa forma, a produção de todas as demais unidades está comprometida. Algumas já estão paradas, como é o caso do Coque. Outras estão com carga reduzida, mas devem parar de operar em breve, como a unidade do craqueamento catalítico. “A perspectiva é de que refinaria pare de operar e prejudique o fornecimento de derivados ao mercado”, afirma Silvaney Bernardi, presidente do Sindipetro.



Procop e Efetivo reduzido
Há tempos o Sindipetro Paraná e Santa Catarina alerta para os riscos de acidentes na Repar. O motivo é o efetivo insuficiente de trabalhadores. Com as obras de ampliação do parque industrial, a capacidade de produção da Refinaria dobrou e o número de funcionários próprios não acompanhou a evolução. Existe uma situação emblemática, onde apenas um petroleiro é responsável por duas unidades de operação, sendo que estão há mais de cem metros de distância.

Além do efetivo reduzido, a situação se agrava com o Programa de Otimização de Custos Operacionais (Procop), que reduz os investimentos em manutenção de equipamentos e contratação de trabalhadores.



Tragédia anunciada
O Sindipetro protocolou em agosto deste ano um dossiê com mais de 500 páginas junto ao Ministério Público do Trabalho da 9ª Região (MPT) onde alertava para os riscos de acidentes na Repar em função do efetivo reduzido de trabalhadores próprios, elevada taxa de terceirização, principalmente na manutenção de equipamentos, cortes nos investimentos em serviços fundamentais, além de liberação de trabalhadores para outras unidades da Petrobrás. Na oportunidade, os petroleiros fizeram um ato em frente ao MPT (foto ao lado). Até hoje o Sindicato não recebeu qualquer notificação do MPT sobre as denúncias encaminhadas.
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Gás para a planta de amônia virá de Betim, a 457km de Uberaba


Fonte: Renata Gomide/ Jornal da Manhã

O gás que irá abastecer a planta de amônia da Petrobras em Uberaba virá de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMTM), percorrendo um trecho de 457 quilômetros de dutos cujas obras de implantação demandarão um aporte financeiro da ordem de R$1,8 bilhão. “Na dúvida entre o gasoduto de transporte e o de distribuição, decidimos não ficar presos nessa armadilha e implementar o duto totalmente mineiro. Esta será a obra mais expressiva do governo do Estado em muitos anos”, disse o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), ao fazer o anúncio no saguão do aeroporto de Uberaba, onde permaneceu por cerca de 40 minutos e depois embarcou para Passos, no Sudoeste mineiro.

A revelação de que o gás virá de Betim causou surpresa, já que o governo vinha trabalhando com a implantação do duto de distribuição, saindo de Ribeirão Preto (SP) até Uberaba, um trecho de 91km ao custo de R$520 milhões e uma capacidade para 1,5 milhão de metros cúbicos/dia da matéria-prima essencial para abastecer a fábrica. O modelo, porém, foi barrado pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) por ser inconstitucional e também dependia de um acordo com o governo de São Paulo e, ainda, de um decreto presidencial para chegar à cidade.

Outro modelo de duto é o de transporte com capacidade para seis milhões de metros cúbicos de gás, o qual já tem as licenças necessárias para o início da execução através da Transportadora de Gás Brasil Central S/A (TGBC), ligando São Carlos (SP) a Brasília, perfazendo 235 quilômetros até Uberaba e 960 no total. A totalidade da obra está orçada em R$1 bilhão. A rejeição ao projeto não foi explicada.

“Fizemos o compromisso de trazer o gás e ele virá de Belo Horizonte”, reiterou o governador, assegurando que a proposta foi apresentada em conjunto pela Cemig, Gasmig, Gaspetro e Petrobras essa semana na sede desta última empresa. Ainda segundo ele, a obra representará um novo eixo de desenvolvimento para a região. Para o prefeito Paulo Piau (PMDB), Anastasia agiu como um estadista, descortinando novas oportunidades para um boom desenvolvimentista. Ainda segundo PP, mais que nunca a Região Metropolitana do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (RMTRIAL) deve sair, pois há a necessidade de planejar para receber os investimentos que virão com o gás e também com a fábrica.

O presidente da Companhia Energética de Minas Gerais, Djalma Bastos, disse em entrevista coletiva que até o fim do ano será definida a associação para construção do duto, ou seja, quais empresas vão participar e de que forma, para posteriormente dar início ao projeto. O dirigente ainda colocou que os recursos para as obras virão da Cemig, Gasmig e Petrobras, “se ela for participar” – o que em sua opinião é praticamente certo –, e esses entes vão procurar recursos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Diretor da Gasmig, José Carlos Mattos assegura que a Companhia tem expertise para executar o projeto, considerando que já construiu os dutos do Vale do Aço, com 230km, e do Sul de Minas, com 126km.

O gasoduto seguirá o trajeto da BR-262, que liga o Triângulo à capital, e terá capacidade inicial para transportar três milhões de metros cúbicos por dia de gás, para abastecer a planta de amônia e ainda deixar sobra para outras regiões. Isto porque passará por municípios tais como Juatuba e Mateus Leme (ambas na RMBH); Lagoa da Prata e Luz (Central), e Araxá (Alto Paranaíba), até chegar a Uberaba.

A previsão é de concluir a obra em maio de 2016. O cronograma da planta de amônia aponta para o início das operações em novembro do mesmo ano. O anúncio feito pelo governador foi acompanhado por diversas lideranças políticas e empresariais da cidade e região.


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