Agora é Lei: Fim de IR na participação no lucro de até R$ 6 mil
A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta
sexta-feira a proposta que reduz a zero a alíquota do Imposto de Renda que
incide sobre participações nos lucros de empresas de até R$ 6 mil recebidas por
pessoas físicas.
Segundo o texto, publicado
no "Diário Oficial da União", ganhos entre R$ 6 mil e R$ 15 mil serão
tributados com alíquotas que variam de 7,5% a 22,5%. Participações nos lucros e
resultados superiores a R$ 15 mil pagarão Imposto de Renda de 27,5%.
A medida era uma antiga
reivindicação das centrais sindicais e foi tomada como parte da estratégia do
governo Dilma Rousseff de tentar melhorar a interlocução com os sindicalistas.
Mesmo assim, o benefício ficou aquém do demandado pelos trabalhadores
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Chega a 450 mil: Piauí é líder no consumo de fertilizantes no Brasil
A região que inclui os estados do Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia,
o chamado Mapitoba, o índice de crescimento do uso de fertilizantes
supera o de alguns estados importantes na produção agrícola brasileira, como o
Paraná e Rio Grande do Sul, que no período de 1989 a 2011 ficaram em torno de
5,7% e 3,9%, respectivamente.
No Brasil, a taxa média anual de crescimento do uso de adubos foi de
8,2% de 1950 a 2011 e de 5,8% entre 1989 e 2011. Nesse período mais recente, o
Piauí apresentou taxa de 19% ao ano, o Maranhão de 16,2%, Tocantins de 15% e a
Bahia, de 10%.
Segundo estudos da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), o
volume consumido dos quatro Estados do “Mapitoba” mudou de 270 mil
toneladas, em 1989 (sem considerar o consumo muito pequeno do Tocantins), para
2,957 milhões de toneladas em 2011, ou 10,4% da demanda total de fertilizantes.
Os fertilizantes compõem mais de 60%
do chamado pacote tecnológico de insumos agrícola. Segundo dados do IBGE e da
Anda, se o Brasil não tivesse aplicado esses insumos desde os anos 1970, quando
a produtividade média era de 1,44 tonelada por hectare, seriam necessários 150
milhões de hectares para a produção atual.
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Determinação judicial encerra greve na fábrica de fertilizantes da Petrobras
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Por determinação do Tribunal
Regional do Trabalho (TRT), os operários que prestam serviço para o Consórcio
UFN, na construção da fábrica de fertilizantes da Petrobras, em Três Lagoas,
tiveram que voltar ao serviço na manhã de ontem. Segundo o presidente do
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e de
Mobiliário e Montagem (Sintricom) de Três Lagoas, Gilson Brito Frazão, o
desembargador do TRT, Nery Sá Silva Azambuja, chamou os representantes
sindicais e do consórcio para conversar sobre essa situação, antes, porém,
determinou que os operários retornassem ao canteiro de obras.
Os operários aderiram à greve na última
segunda-feira, alegando que o consórcio não estava cumprindo com o acordo
coletivo assinado no TRT em março desse ano. Além disse, eles reivindicam a
mudança do alojamento em que estão, aumento do vale alimentação de R$ 250 para
R$ 500, entre outras questões.
“Ficamos triste com essa situação, em ter que
pedir que os trabalhadores voltassem ao canteiro de obras, porque são pais de
família que dependem da gente para o salário aumentar. Mas, para tentar
resolver essa situação e conversar com ambas as partes, o desembargador
solicitou que os trabalhadores retornassem ao serviço porque a obra não pode
parar”, comentou Gilson.
Entretanto, segundo ele, se não houver avanços
nas negociações durante reunião marcada para acontecer hoje, em Campo Grande,
o movimento de greve deve ser retomado. “Vamos participar dessa reunião e
trazer as propostas para apresentar aos trabalhadores na sexta-feira e, caso
eles não aceitem vamos continuar com a greve”, adiantou.
Em nota, a direção do Consórcio UFN 3 informou
que a greve dos trabalhadores, que ocorre pela terceira vez nesse ano, está
provocando prejuízos no cronograma do empreendimento. Ainda segundo o
comunicado, o Consórcio sempre obedeceu a legislação trabalhista, cumprindo
integralmente os acordos pactuados entre as partes envolvidas, ficando
surpreso, inclusive com as reivindicações dos trabalhadores que estava em
pleno benefício do Acordo Coletivo ajustado anteriormente.
Por esse motivo, o Consórcio comunicou que
tomaria as providências cabíveis junto ao Tribunal Regional do Trabalho no
sentido de resguardar o compromisso assinado perante o desembargador
Francisco da Lima Chagas Filho e do procurador do Trabalho, Odracir Juares
Hecht.
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ADM põe parte da empresa à venda
A americana Archer Daniels Midland Co. (ADM) confirmou ontem que está em discussões para a potencial venda de
seu negócio de cacau. Num comunicado, a companhia disse que as discussões estão
em curso e não há garantia de que resultarão na assinatura de um contrato ou
acordo definitivo. O negócio de cacau respondeu por 4,2% da receita da ADM em
2012.
Segundo o Financial Times, o negócio de cacau da ADM valeria cerca de U$
2 bilhões, e a empresa estaria em conversação com potenciais compradores para a
unidade. O jornal diz que a ADM processa um quinto do cacau do mundo.
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Em reunião com dirigentes da Vale STIQUIFAR exige melhorias para os trabalhadores
A presidente do Stiquifar,
Maria das Graças Carriconde, esteve reunida mais uma vez solicitando
confirmação das equiparações ocorridas em maio passado. Bem como o
levantamento de todos os empregados que encontram-se exercendo cargo de substituição com direito a interinidade bem como mudança
de cargo quando tal situação for superior a seis meses, cumprindo assim nessas
duas ultimas situações cláusulas de acordo coletivo .
Na mesma oportunidade o
Stiquifar pleiteou mais uma vez uma ação emergencial relativo à melhoria na
qualidade, higiene na manipulação dos alimentos no restaurante evitando assim
que os empregados paguem por uma refeição, mas não usufruem da mesma tendo alguns tomado a iniciativa de levar a
sua marmita de casa. Também a ampliação
do estacionamento de forma a evitar danos maiores, como um possível acidente.
Todos estes pontos já foram discutidos com a Vale Fertilizantes e o sindicato
espera que desta vez sejam tomadas as devidas providências.
Diretoria Stiquifar 2013
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Com 10%, termina greve na Manserv na Vale fertilizantes em Cubatão/SP
Reajuste salarial de 10%, vale-refeição de R$ 14,
participação nos lucros ou resultados (PLR) correspondente a um salário nominal
e pagamento dos dias parados.
Com essa
contraproposta da empreiteira Manserv, seus 700 operários, em atividade na Vale
Fertilizantes, aprovaram o fim da greve, iniciada às 7 horas de segunda-feira
(17).
Em
assembleia na manhã desta quarta-feira (19), o presidente do Sindicato dos
Trabalhadores na Construção Civil, Montagem e Manutenção Industrial, Macaé
Marcos Braz de Oliveira, comemorou:
“Foi mais
uma vitória da classe operária de Cubatão, fruto da consciência de classe
social, organização, mobilização e confiança na direção do Sintracomos”, disse
o sindicalista.
Macaé
ponderou que o vale-refeição, ao passar de R$ 10,90 para R$ 14, teve aumento de
28,4%. Todos os valores têm efeito retroativo a 1º de maio, data-base da
categoria.
Vitória
maior
O sindicalista destacou que a vitória foi maior ainda para 50 trabalhadores da Manserv a serviço da Ultracargo, em Santos, que se juntaram aos grevistas: “Eles não recebiam nada de vale-refeição”.
O sindicalista destacou que a vitória foi maior ainda para 50 trabalhadores da Manserv a serviço da Ultracargo, em Santos, que se juntaram aos grevistas: “Eles não recebiam nada de vale-refeição”.
O acordo
foi obtido em negociação iniciada às 7 horas e encerrada às 9h30 desta
quarta-feira, na subsede do sindicato, em Cubatão, enquanto os grevistas
aguardavam, na porta da empresa.
Na tarde
de terça-feira (18), as partes não haviam chegado a acordo, em audiência de
instrução e conciliação, no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP).
Diante do impasse, o juiz do TRT propôs que as partes voltassem à negociação, com assessoria da Justiça do Trabalho, ainda nesta semana, mas condicionada ao fim da paralisação nesta quarta-feira (19).
Diante do impasse, o juiz do TRT propôs que as partes voltassem à negociação, com assessoria da Justiça do Trabalho, ainda nesta semana, mas condicionada ao fim da paralisação nesta quarta-feira (19).
O
presidente do sindicato garantiu ao juiz que defenderia esse encaminhamento, na
assembleia desta quarta-feira, mas, diante do acordo, acabou não havendo
necessidade.
‘Não se
deve confiar no patrão’, adverte Macaé
O presidente do Sintracomos destaca ainda a elevação do reajuste de 8,76% determinado pelo TRT, em julgamento na semana passada, para os 10% obtidos agora, como resultado da greve de dois dias e meio.
O julgamento ocorreu em 12 de junho, quarta-feira, por conta de dissídio proposto pela Manserv, que não adotou o acordo resultante da greve de 10 mil operários de outras empreiteiras, entre 6 e 20 de maio.
Os 700 trabalhadores da Manserv não aderiram ao movimento, segundo Macaé, por acreditar na promessa patronal de que o resultado da luta nas demais empreiteiras seria estendido a eles.
O presidente do Sintracomos destaca ainda a elevação do reajuste de 8,76% determinado pelo TRT, em julgamento na semana passada, para os 10% obtidos agora, como resultado da greve de dois dias e meio.
O julgamento ocorreu em 12 de junho, quarta-feira, por conta de dissídio proposto pela Manserv, que não adotou o acordo resultante da greve de 10 mil operários de outras empreiteiras, entre 6 e 20 de maio.
Os 700 trabalhadores da Manserv não aderiram ao movimento, segundo Macaé, por acreditar na promessa patronal de que o resultado da luta nas demais empreiteiras seria estendido a eles.
O
sindicalista explica que a Manserv, ao contrário do prometido, protoclou
dissídio coletivo, na Justiça do Trabalho, questionando as conquistas da
data-base.
“Que
sirva de lição aos companheiros”, adverte o sindicalista. “Na campanha salarial
de 2014, participem junto com os trabalhadores das outras empresas”.
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