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Mosaic Fertilizantes dispensa trabalhadores quanto apresentam problemas físicos ou psicológicos
A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) vem observando que quando algum funcionário apresenta problemas físicos ou psicológicos, mesmo sendo profissionais bem qualificados que atendem as necessidades da empresa, eles optam em dispensar o trabalhador. “Ao invés de receberem apoio, eles são dispensados como se fossem objetos descartáveis e não tem mais utilidade para a empresa”, desbafam.
Apesar dessas doenças físicas ou psicológicas (depressão, síndrome do pânico, transtorno de ansiedade, entre outras) serem em decorrência da pressão, sobrecarga de trabalho, falta de estrutura laboral, a empresa se redime da sua responsabilidade de ajudar esses trabalhadores a recuperarem sua qualidade de vida e a saúde. “Com essa posição da empresa de dispensá-los, ao invés de contribuírem para melhorar a sua saúde física ou psíquica o que percebemos é que gera mais desgaste para os trabalhadores”, pontua
É bom ressaltar, que mesmo diante de tais situações, muitos trabalhadores não deixam de exercer suas atividades com afinco e responsabilidade, haja visto os resultados da empresa no segmento de fertilizantes terem sido recorde, mesmo com a pandemia de Covid-19. “A empresa deveria se sensibilizar com a situação dos seus funcionários e não tratá-los como objetos descartáveis, pois são seres humanos que merecem respeito e reconhecimento por anos de trabalho”, finalizam
Stiquifar e Federação trabalham para reintegração de trabalhador demitido sem legalidade na Mosaic Fertilizantes
Lamentavelmente, o Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias
Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) denúncia que a Mosaic
Fertilizantes P & K, vem adotando uma política de perseguição aos
trabalhadores, que pertencem a Federação dos Mineira das Indústrias Químicas,
Plásticas, Farmacêuticas e Fertilizantes de Minas Gerais – FEMQUIFERT-MG.
Nesta semana, demitiram um trabalhador que é suplente da FEQUIFERT/MG,
ferindo cláusulas fundamentais e direitos trabalhistas que lhe garantem
estabilidade e emprego. A diretoria informa que mesmo assim, eles optaram em
demitir um funcionário que é detentor de estabilidade, pois o mandato está em
vigência desde 2017.
“Naquela época, o sindicato informou a empresa sobre a estabilidade dos
integrantes da federação, conforme consta na legislação vigente no prazo legal
e nenhum momento a empresa se manifestou contrário, acatando a estabilidade do
mesmo. Agora, a Mosaic Fertilizantes passou a comungar de outro entendimento
que pode demitir um integrante sindical ferindo os seus direitos trabalhistas e
leis fundamentais que garantem a sua estabilidade dentro das empresa”, observa.
Como a Mosaic Fertilizantes tomou uma atitude que afronta o Stiquifar
estaremos promovendo ação de reintegração do empregado demitido, pois é um
direito garantido por Lei, mas a avaliação da diretoria do Stiquifar a empresa
através de tal atitude entende que pode fazer o que bem entender sem maiores
consequências, o que não é verdade, pois tomaremos todas as medidas legais para
garantir a reintegração do nobre companheiro, bem como uma indenização de danos
morais. “Destacamos que essas atitudes que não nos causa surpresa é oriunda da
Reforma Trabalhista, que flexibilizou os direitos trabalhistas, naquela época
tirando a sobrevivência das entidades sindicais brasileiras visando a
dissolvição de tal instrumento para fragilizar cada vez mais os trabalhadores
brasileiros”, comentam
Entretanto, o Stiquifar deixa claro, que as entidades sindicais do setor
químico e farmacêuticos de Uberaba, Minas Gerais e Brasil são bastante sólidas,
por isso vamos resistir a tudo que está acontecendo desde 2017, quando os
governo começaram a trabalhar para acabar com os sindicatos e deixar os
trabalhadores vulneráveis a situação patronal. “Evidentemente, contamos com o
apoio da categoria para fazer uma reflexão sobre essa situação e estar sempre
presente junto ao Sitquifar porque é a única forma de fazer prevalecer e manter
os direitos conquistados com nossos instrumentos coletivos que acima da Leis
Trabalhistas”, finaliza.
Stiquifar lamenta interferência irresponsável da Yara no processo de negociação salarial
Os diretores do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias
Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) comunicaram à categoria que
sempre negociaram qualquer tipo de demanda, com os gestores corporativos da
Yara Brasil Fertilizantes, localizada na Av. Filomena Cartafina – Distrito
Industrial III. Mas, para a surpresa do sindicato perceberam que a gestão local
estava interferindo no processo de forma irresponsável, insultuosa e com total
falta de ética e comprometimento com a categoria e sindicato.
A finalidade da empresa é tentar perante os trabalhadores desvalorizar
as ações do sindicato, bem como fazer com que a categoria deixe de acreditar o
quanto é importante serem representados por uma entidade classista que tenha
força para lutar incansavelmente pelos seus direitos. “Infelizmente, a empresa
tem feito algumas ameaças aos empregados dizendo que vão acabar com o
sindicato. Agora, queremos saber quem são eles para achar que tem o poder de
destruir uma entidade consolidada, com mais de 40 anos de atuação, que trouxe várias
conquistas importantes para a categoria e nunca foge de uma luta em defesa dos
direitos dos trabalhadores”, indaga
Apesar da péssima conduta da Yara, o Stiquifar pontua que sempre exerce
o seu trabalho seguindo uma linha de respeito, ética e credibilidade não só
perante aos trabalhadores, mas com a sociedade em geral. Então, seria bom que
os responsáveis pelo RH’s da empresa revisarem os seus procedimentos de
negociação salarial, pois respeito é primordial e cabe em qualquer lugar para
chegarem a uma proposta satisfatória tanto para categoria quanto para empresa.
“Reiniciamos as negociações salariais com a empresa, desde dezembro e
não vamos abrir mão do direito de defender a categoria, em relação ao bônus de
produtividade. Sem os R$ 0,10 centavos, o sindicato não fechará o acordo, pois
é uma prerrogativa dos trabalhadores. Observem a minuta encaminhada ao
Stiquifar, no dia 16 de outubro de 2020, e a demora é porque nossa exigência e
de estarmos com os trabalhadores envolvidos para uma votação secreta e a
empresa entendia que não era necessária. Já o Stiquifar jamais assinou qualquer
ACT, sem deliberação da Assembleia Geral exibida pelo Estatuto. Mas, nem isso a
empresa entende por meio dos seus gestores, pois acreditam que estão acima do
bem e do mal”, comentam.
Yara Fertilizantes apresenta duas propostas com intenção de desmoralizar o sindicato perante a categoria
A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba) informa que a Assembleia Geral, nesta última segunda-feira (11), com os operadores de carregamento da Yara Fertilizantes foi marcada por um grande constrangimento. Com o intuito de desconstruir a força sindical, a empresa agiu de má fé apresentando uma proposta na mesa de negociação para o sindicato e outra para a categoria o que gerou um desgaste desnecessário para ambas as partes.
A data-base dos servidores é 1º de novembro e a entidade classista nunca se eximiu de sua responsabilidade de buscar a melhor proposta para a categoria, dentro das possibilidades da empresa. O que não justifica, ter apresentado no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) um bônus para valores e critérios de atingimento de metas diferentes. “Na reprovação discutimos com votantes uma contra proposta de dez centavos para cada tonelada expedida no Big Bag, sacos de 50kg e também para sacos de 25kg. É importante destacar que a unidade 2 são colocados dentro do caminhão 3 operadores de carregamento, mas somente dois recebem o bônus”, observam
O sindicato lamenta a postura da empresa, pois demonstrou que os gestores da unidade em Uberaba estão despreparados e não devem participar de um processo de negociação coletiva, pois vem desenvolvendo uma política que contraria as diretrizes da Yara Internacional que é uma empresa química renomada da Noruega, sendo uma das maiores na área de negócio da produção de fertilizantes nitrogenados.
Além de abranger também a produção de nitrato, amônia, uréia e outros produtos químicos à base de nitrogênio. “O Stiquifar defende os interesses da categoria, mas sempre primamos pelo DIÁLOGO, ÉTICA E RESPEITO mútuo buscando propostas boas tanto para categoria quanto para a empresa. Mas, fomos mais uma vez surpreendidos com uma conduta que contraria todas as relações Capital X Trabalho diante da atuação do sindicato”, ressalta.
O STIQUIFAR SE COLOCA A DISPOSIÇÃO DE TODOS OS TRABALHADORES E DA EMPRESA PARA CONTINUAR O PROCESSO DE RENOVAÇÃO DO INSTRUMENTO COLETIVO.
Read More!Sindicato alerta que Mosaic para atender sua meta de produção tem feito desvio de função de trabalhadores
A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas
Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) alerta os empregados da
Mosaic Fertilizantes que para atingirem a meta de produção, a qualquer custo,
tem descumprido regra de ouro, principalmente na unidade do Fosfórico. Como por
exemplo, estão realizando “desvio de função”, que pode levar a advertência, suspensão
ou até mesmo a demissão, já que não estão aptos a desenvolverem tais atividades
e isso pode gerar transtornos irreversíveis.
A entidade classista tomou conhecimento que o desvio de
função tem ocorrido na Unidade do Fosfórico, assim como nas outras unidades da
empresa, pois tem supervisores solicitando aos empregados que auxiliem na
manutenção (Mecânica/Caldeira) na desmontagem e montagem de equipamento devido
à baixa disponibilidade de mão de obra no setor de manutenção. Sem contar que
no caso de sofrerem acidentes de trabalho, seu gestor será o primeiro a se
eximirem da responsabilidade.
Como a permissão de trabalho é rigorosa e deve ser obedecida por
todo trabalhador quando solicitado, independente da atividade, não condiz com
as atribuições das funções de operação. O sindicato entende que o descaso com a
unidade em função da produção é um caminho perigoso, como exemplo citaram a
queda da plataforma de acesso a filtro sobre o mesmo. “É bom lembrar, que a
mesma era utilizada pela operação a cada duas horas e poderíamos ter tido um
acidente fatal, até porque já temos um acordo assinado que vai até março de
2022, de uma jornada de 10h de trabalho com 2h de descanso e refeição que não
está sendo cumprida”, denunciam.
Como o maior prejudicado com tal conduta da empresa é o empregado,
o Stiquifar informa que para cumprirem a meta de produção, mesmo a empresa
tendo um quadro de funcionários abaixo da demanda, exigindo cada vez mais a
todos da área de produção. “Esses horários de descanso e almoço não feitos não
serão pagos pela empresa. Então, o trabalhador não pode sacrificar sua saúde
física e psíquica, porque não serão reconhecidos pelo esforço e estão negligenciando
a política de saúde, segurança e meio ambiente de todos”.
Assédio moral e abuso
de poder – O sindicato
também está preocupado com a conduta dos gestores, através de reuniões e
WhatApps, que vem assediando moralmente os trabalhadores, utilizando do seu
cargo para exercer abuso de poder e constranger os funcionários perante os demais
colegas. “A pressão está tão grande nos trabalhadores que muitos tem se
mostrado desmotivados a exercer suas atividades, pois estão se sentindo
desvalorizados e coagidos mesmo vestindo a camisa para a empresa bater seu
recorde de produção”, finalizam
Stiquifar promoverá Assembleia Geral com trabalhadores da Fertilizantes Tocantins que estão insatisfeitos
Os diretores do Stiquifar
(Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba
e Região) promoverá uma Assembleia Geral com os empregados da Fertilizantes Tocantins,
na próxima quarta-feira (13), às 16h, na porta da fábrica. O objetivo é defender
a pauta de reivindicação na mesa de negociação patronal, pois tem demandas que
ainda não obtiveram resposta da empresa.
O sindicato explica que conforme
contato anterior, inclusive através de e-mail, já ressaltaram que é grande a insatisfação
dos empregados no que tange ao custo do plano de saúde (Unimed). Sem contar
que, ficou pendente a negociação em relação a concessão de ticket-alimentação,
no valor de R$ 300,00. De acordo com informações obtidas, a empresa já
implantou um reajuste de R$ 10,00, sem a concordância do sindicato.
Como a insatisfação é geral, o
sindicato foi convocado e informa que está declinando da assinatura do
documento enviado pela empresa. “Vamos realizar a Assembleia durante a troca de
turno, quando é intensa a entrada e saída dos empregados para mostrarmos que estamos
defendendo a sua causa. Não vamos medir esforços para que a empresa valorize o
esforço e a dedicação dos trabalhadores que contribuíram para atingirem os seus
resultados e metas”, observa.
O sindicato conta com a
sensibilidade da Tocantins Fertilizantes, em relação ao pleito dos
trabalhadores, haja vista que o valor de reajuste do tíquete alimentação está
muito baixo e vem gerando conflito desnecessário. “O Stiquifar valoriza a mesa
de negociação, além do respeito na relação capital x trabalho. Então,
precisamos de forma conjunta encontrar uma solução para esse impasse”
finalizam.









