O povo não aceita reformas


A opinião do povo sobre as reformas previdenciárias e trabalhistas foram colocadas a prova. Esse dado foi obtido após uma análises dos 6 meses de aplicação da Lei 13.467/17, que promoveu a Reforma Trabalhista, que alterou de forma substancial a Consolidação das Leis do Trabalho. O Governo Temer alegou que essa reforma geraria mais empregos e proporcionaria mais segurança no ambiente de negócios.  

Dados de pesquisas recentes não confirmam a efetividade das promessas que os defensores da Reforma Trabalhista alardearam. Esse assunto tem gerado ampla discussão entre tanto entre os trabalhadores, mas principalmente entre juristas.

Agora, complementando a avaliação anterior, a pesquisa Confederação Nacional dos Transportes (CNT) apresenta dados sobre o que pensa a sociedade em relação à geração de emprego e renda, sinalizando descrédito da sociedade em relação às reformas executadas pelo governo Temer.

A 136º pesquisa da CNT/MDA teve foco nas eleições 2018 e foi realizada entre os dias 9 e 12 de maio. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades da Federação das 5 regiões. Está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sob o número BR-09430/2018.

Ficou constado que 31,5% acham que a geração de emprego no País vai piorar nos próximos 6 meses. Já os que acham que a geração de emprego vai melhorar ficou em 21,7%, o que demonstra desesperança da sociedade em relação à expectativa de emprego.

A pesquisa também manda um recado para os candidatos que pretendem disputar as eleições de 2018: que incluam na agenda de debates e do futuro governo, o atendimento das necessidades da sociedade. Para tanto, faz-se necessário alterar leis e emendas constitucionais que estão a travar o crescimento econômico e impossibilitando a almejada inclusão social.
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Stiquifar lança Uberaba Fértil


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Reforma trabalhista ainda precisa de ajuste

 
    Seis meses se passaram desde que a nova legislação trabalhista entrou em vigor e, para trabalhadores e patrões, a nova lei ainda requer ajustes.
     Contrárias à mudança, centrais sindicais sustentam que, cercada de polêmicas, a lei 13.467/17 ainda provocará muitos embates.
     Os líderes sindicais também criticam argumentos usados para a implantação da nova lei que seria a geração de novos poços de trabalho. Isso não aconteceu.
     Outro ponto levantado foi a insegurança jurídica, onde juízes de todo Brasil toma decisões contra a Reforma Trabalhista.
Principais críticas das centrais sindicais
1- Desemprego
. Um dos argumentos do governo federal era o de que a reforma impulsionaria a geração de empregos
. Segundo o IBGE, o desemprego fechou outubro de 2017 em 12,2%
 
. A nova CLT entrou em vigor em 11 de novembro, mas, no final de março destes anos, o desemprego estava em 13,1%, o que representa um milhão de postos de trabalho a menos
 2- Precarização do trabalho
. A contratação de funcionários como pessoa jurídica e sem carteira assinada tem crescido
. Outra crítica é feita ao contrato intermitente (por Hora); o profissional trabalha menos, mas seus salários também caem.
3- Insegurança jurídica
. Com a mudança da lei, a rescisão contratual não precisa mais ser homologada em sindicato ou no Ministério do Trabalho, o que tem gerado muitos erros
. Outra alteração é que quem perde uma ação tem de pagar custas processuais e honorários do advogado de quem ganhou; se houver perícia, ela também é paga pelo trabalhador.
 4- Perda de poder de negociação
. Sindicalistas alegam que a reforma enfraqueceu o trabalhador e reduziu seu poder de negociação
. Entre fevereiro de 2017 e deste ano, houve queda de 44% no número de convenções coletivas entre sindicatos patronais e de trabalhadores
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O futuro das profissões



     Uma pesquisa constatou que as empresas tem dificuldade de conhecer as características profissionais de cada trabalhador. O exercício de pensar o futuro faz parte do dia a dia da maioria das empresas. Antecipar tendências é uma das estratégias das companhias para ganhar espaço no mercado ou mesmo para garantir sua sobrevivência no longo prazo. Muitas vezes, elas erram.
         E hoje, diante das mudanças aceleradas da tecnologia e da chegada da “indústria 4.0” – em que as máquinas cada vez mais desempenham funções humanas -, as empresas estão perdidas quando olham para frente, especialmente em relação aos seus funcionários.
        Na pesquisa também ficou constado que os empresários não confiam nos atuais empregados para o uso dessas novas tecnologias, já chamadas de “quarta revolução industrial”. O maior problema para o trabalhador, é que a quarta revolução implica em tecnologias que podem inclusive impactar diretamente na contração de mão de obra.
         Cabe ao trabalhador acompanhar as novas tecnologias e fazer investimentos em conhecimento, se preparando para o novo mercado. 

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Vereador solicita audiência pública para debater o projeto da Mosaic


     
     Aprovado na sessão no Legislativo requerimento de autoria do vereador Samuel Pereira (PR), no qual solicita à Câmara Municipal (CMU) deliberação do plenário para realizar audiência pública, cujo objetivo é debater sobre a instalação do projeto do Centro de Soluções Compartilhadas da empresa Mosaic em Uberaba.

   Durante sua participação na sessão da CMU, o prefeito destacou os esforços da administração para que a Mosaic permaneça na cidade. Na oportunidade, os vereadores manifestaram apoio ao Executivo nas tratativas com a empresa. Segundo a Mosaic, através de nota distribuída à imprensa, a decisão sobre a localidade que sediará o Centro de Soluções Compartilhadas continua suspensa temporariamente.

    Em reunião realizada entre o governo municipal e dirigentes da empresa, foi apresentada ao prefeito Paulo Piau lista com itens necessários para a instalação do projeto na cidade. A data da audiência pública será ainda definida.


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Laboratório Sabin atenderá trabalhadores da base que tem plano de saúde da Unimed Nacional


Após ampla luta e pela sua credibilidade, o Stiquifar conseguiu reaver o atendimento do Laboratório Sabin aos trabalhadores da base que tem plano de saúde da Unimed Nacional. De acordo com a presidente do Stiquifar Graça Carriconde, o Sabin oferece uma boa prestação de serviço, altamente credenciada e aprovada pela população uberabense.
O Stiquifar informa ainda, que a Mosaic, ‘na sua insensibilidade junto ao trabalhador’, não resolveu a questão. “Nos já estávamos acompanhando essa possibilidade e hoje a gerente do laboratório Sabin nos informou que a Unimed local não resolveu a questão, mas sim a central nacional de Unimed que entrou em contato com o laboratório e já credenciou todas as unidades de Uberaba para o atendimento dos trabalhadores da Mosaic e demais companheiros da base que tem Unimed Nacional”, concluiu Graça.
Mais uma vitória do Stiquifar.
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Trabalhadores do setor plástico barram Acordo Coletivo


    
O Stiquifar realizou ontem Assembleia do setor plástico para apresentar a proposta que seria inserida no novo Acordo Coletivo. Apenas os trabalhadores da CCM participaram, decidindo pelos demais ausentes. A negociação exigida pelos presentes é maior do que o negociado em todos os acordos coletivo, não só do Stiquifar, mas praticamente de todo Brasil, onde se negocia 100% do INPC, ou 1,81% em média.
     A proposta apresentada pelo Sindicato foi de 100% referente ao INPC, mais 10% a título de abono de PLR paga no fim do mês de junho e manutenção das demais cláusulas. Para a presidente do Stiquifar Graça Carriconde, a falta de interesse dos trabalhadores é visível. A proposta foi negada. Diante a situação, considerando que essa negociação está um pouco acima das demais negociações, o Stiquifar aguarda um posicionamento de Federação dos trabalhadores.
     “Entendemos o posicionamento dos trabalhadores da CCM. Pedimos uma reunião com a empresa que deve ocorrer na semana que vem, para discutir inclusive assédio moral já denunciado ao Stiquifar. Esses trabalhadores estão sofrendo de forma muito sistemática. Consideramos pertinentes todas as reivindicações”.
 

 
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