Centrais sindicais querem unir o país, em 24 de julho, por auxilio emergencial de R$ 600, vacinas, emprego e democracia




Por meio de nota, as entidades destacam que “o momento nos chama à união e à luta”. “Não nos interessa que tais manifestações sejam atribuídas apenas a um segmento da sociedade. Que sejam manifestações de um país, de uma nação! E para chegarmos a esse patamar precisamos ter a decência, a humildade e a inteligência de superar eventuais diferenças”, apelam.


“É hora de mostrar para este governo que, conforme a história já mostrou, com diálogo e amplitude política somos capazes de combater as forças do atraso e construir um caminho de desenvolvimento pelo bem do País. Por isso, no Dia 24 de Julho, todos que desejam e lutam por um País democrático, justo, com empregos, vacina para todos, renda, moradia digna e transporte de qualidade devem participar dos Atos programados nas centenas de cidades do País”, reiteram as centrais sindicais.

Veja a nota:

O período que hoje atravessamos exige que resgatemos aquele espírito que conduziu as manifestações pelas Diretas Já, em 1984, quando Luís Inácio Lula da Silva, Leonel Brizola, Fernando Henrique Cardoso, Luís Carlos Prestes, João Amazonas, Miguel Arraes, Franco Montoro, Teotônio Vilela, Roberto Freire, entre tantos outros, se uniram pelo fim da ditadura militar.

 

Isso porque o desgoverno de Bolsonaro está destruindo o país. Por sua incompetência e corrupção já morreram quase 600 mil brasileiros de Covid-19, sem contar aqueles vitimados pelo desemprego, pela miséria, pela fome e pela violência que decorre de tal cenário.

 

No auge da pandemia, o governo cortou mais da metade do auxílio emergencial e levou cinco meses para retomar os recursos. O desastre econômico se impõe. São 70 milhões de trabalhadores sem emprego ou na informalidade. Com o alto custo de vida e os constantes aumentos no preço do gás de cozinha e da energia elétrica, entre outros produtos e serviços essenciais para as famílias, mais de 20 milhões passam fome e carecem de necessidades elementares. Não bastasse isso, Bolsonaro nos ameaça constantemente com a volta da mais cruel e arbitrária situação de repressão ocorrida durante a famigerada ditadura militar.

 

A inviabilidade do governo é evidente, o que o deixa cada vez mais isolado e impopular. O povo não aguenta mais e com a chegada da vacina, mesmo que tardia, já se sente seguro para ir às ruas e fazer valer sua vontade.

 

Cresce em todo o país a unidade e a mobilização para salvar a nação. Todas as Centrais Sindicais, representando milhões de trabalhadores, além de movimentos sociais, partidos políticos, governadores, prefeitos e parlamentares se unem para desencadear uma formidável onda popular e democrática.

 

Para envolver todo o país no processo de denúncias e repúdio contra a política genocida do governo, o movimento faz bem em ampliar suas articulações e unindo todos e todas que hoje levantam a bandeira da vida, da vacina, da democracia e do Estado de Direito.

 

Não nos interessa que tais manifestações sejam atribuídas apenas a um segmento da sociedade. Que sejam manifestações de um país, de uma nação! E para chegarmos a esse patamar precisamos ter a decência, a humildade e a inteligência de superar eventuais diferenças.

 

Infelizmente, assistimos no último sábado (3 de Julho) casos de pura intolerância e autoritarismo por parte de militantes do Partido da Causa Operária (PCO). Diversas organizações foram agredidas com palavras e até mesmo fisicamente em uma grotesca demonstração de selvageria por parte dos Black blocs (que para nós são infiltrados) e de falta de discernimento sobre o que é a democracia. Repudiamos todo tipo de violência e não aceitamos as agressões ocorridas no último sábado.

 

O momento nos chama a união e a luta. É hora de mostrar para este governo que, conforme a história já mostrou, com diálogo e amplitude política somos capazes de combater as forças do atraso e construir um caminho de desenvolvimento pelo bem do País.

 

Por isso, no Dia 24 de Julho, todos que desejam e lutam por um País democrático, justo, com empregos, vacina para todos, renda, moradia digna e transporte de qualidade devem participar dos Atos programados nas centenas de cidades do País.

 

#ForaBolsonaro #600ContraFome

 

São Paulo, 7 de julho de 2021

Miguel Eduardo Torres, presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT)
Antônio Neto, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)
Adilson Araújo, presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
José Reginaldo Inácio, presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST)
Ubiraci Dantas Oliveira, presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB)
José Gozze, presidente da Pública Central do Servidor

 

Fonte: Correio Braziliense

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Vale recorre contra indenização de R$ 1 milhão para herdeiros de funcionários mortos em Brumadinho




A mineradora Vale recorreu na Justiça do Trabalho contra a decisão que determinou que a empresa pague indenização de R$ 1 milhão por danos morais para herdeiros de trabalhadores mortos no rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.


Segundo o Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região - Minas Gerais (TRT-MG), o recurso foi apresentado nesta segunda-feira (5) e ainda será analisado.


Em 22 de junho, a mineradora teve embargos de declaração negados pela 5ª Vara do Trabalho de Betim. Na data, a juíza Vivianne Ramos Correa julgou improcedente o tipo de recurso usado para esclarecer detalhes da decisão.


O Sindicato Metabase de Brumadinho comentou sobre o recurso. “Com esse recurso a Vale demonstra o pouco valor que ela dá à vida humana e especialmente à vida das maiores vítimas que são os trabalhadores que morreram e até hoje não tiveram reparação”, disse o advogado Luciano Pereira, que representa a categoria. Segundo ele, após a atitude da mineradora, o sindicato vai voltar à Justiça pedindo a elevação da indenização para R$ 3 milhões.


O desastre de 25 de janeiro de 2019 matou 270 pessoas. O deslizamento de lama atingiu casas e propriedades rurais, obrigou moradores a deixarem a região e destruiu a área administrativa da mineradora. A tragédia atingiu o Rio Paraopeba, um dos afluentes do São Francisco, que ainda sofre com o impacto ambiental, sem precedentes.




O que diz a defesa da Vale

No recurso, a Vale pediu que sejam excluídos os trabalhadores que entraram com ação individual na Justiça e aqueles que já tenham feito acordo judicial ou extrajudicial. A mineradora também questionou a padronização dos valores.



“Ainda que todos os trabalhadores tenham presenciado o mesmo acidente, não é razoável tratar suas respectivas situações de forma unitária, como se o dano moral alegadamente sofrido tivesse sido o mesmo para todos”, diz um trecho do recurso.


A Vale ainda pede a exclusão dos nomes de 21 trabalhadores, alegando que eles não exerciam suas atividades regularmente na Mina do Córrego do Feijão.


O advogado Maurício Sousa Pessoa, que assina o recurso, afirmou que a Vale defende valor “zero” por considerar que os familiares diretos das vítimas já foram indenizados em julho de 2019, após acordo em ação civil pública do Ministério Público do Trabalho.


O defensor questiona também a legalidade da sentença e da atuação do sindicato. “A legislação brasileira não contempla o dano moral para a própria vítima em razão da morte e sim para familiares. Além disso, com o falecimento do trabalhador, é extinto o vínculo entre este e sindicato”, afirmou.


Já em nota, enviada nesta tarde, a Vale disse que as indenizações trabalhistas têm como base o acordo assinado entre a empresa e o Ministério Público do Trabalho, com a participação dos sindicatos, que determina que pais, cônjuges ou companheiros(as), filhos e irmãos recebam, individualmente, indenização por dano moral.


"Há, ainda, o pagamento de um seguro adicional por acidente de trabalho aos pais, cônjuges ou companheiros(as) e filhos, individualmente, e o pagamento de dano material ao núcleo de dependentes. Também é pago o benefício de auxílio creche para filhos com até 3 anos de idade, auxílio educação para filhos entre 3 e 25 anos de idade e plano de saúde aos cônjuges ou companheiros e aos filhos até 25 anos. Desde de 2019, já foram firmados 681 acordos trabalhistas, envolvendo mais de 1,6 mil familiares de vítimas", informou a empresa. 

Fonte: G1
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Parada de manutenção da Mosaic abrirá mais de 400 vagas no Sine de Uberaba



O Governo Municipal, representado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação (Sedec), por meio do seu secretário Rui Ramos, recebeu integrantes da empresa Mosaic Fertilizantes para alinhar as mais de 400 vagas de emprego que serão disponibilizadas no Sine Municipal Uberaba, para o período de três meses da parada de manutenção de seu Complexo Industrial, em Uberaba.


“Foi muito positiva a reunião que tivemos com a diretoria da Mosaic. Eles vieram comunicar que a partir do dia 30 de agosto, salvo qualquer ajuste de data, iniciam a parada de manutenção programada por um período de três meses. E nesse período serão investidos, na planta de Uberaba, R$ 180 milhões, aproximadamente, entre serviços de manutenção e serviços de investimentos, assim como a intermediação das vagas de emprego exclusivamente por meio do Sine Municipal Uberaba”, ressaltou Rui Ramos.


As vagas visam atender as demandas das empresas contratadas como Manserv, Gigantão Guindastes & Engenharia de Movimento e MKS, dentre outras. As oportunidades de empregos são para diversas áreas, entre elas assistente administrativo, operador de empilhadeira, técnico de segurança, soldador, motorista, caldeireiro, dentre outras que serão em breve disponibilizadas no site www.uberaba.mg.gov.br/portal/sine/vagas e amplamente divulgadas.


Para o secretário da Sedec, a ação da Mosaic Fertilizantes e empresas parceiras em divulgar as vagas de emprego no Sine Municipal Uberaba mostram a seriedade do trabalho e da confiabilidade do Governo Municipal. “É uma responsabilidade muito grande e vamos trabalhar para alocar pessoas de Uberaba nos cargos que serão disponibilizados. Algumas funções merecem certo treinamento, qualificação e espero que as pessoas procurem o Sine para que possamos empregar a todos nesse momento crítico de pandemia”, pontuou o secretário da Sedec.


Participaram da reunião Cynthia Bessa de Souza, secretária adjunta da Sedec; Thiago Árabe Castejon, chefe do Departamento de Empreendedorismo e Primeiro Emprego; Adriana da Silva, chefe do Departamento de Trabalho, Emprego e Renda; Márcia Bilibio, diretora de Desenvolvimento Empresarial, Eli Foscarini; superintendente de Micro e Pequenas Empresas, Daniel Rajão; gerente-geral da Mosaic Unidade Uberaba, Flávio Scarambone; gerente de manutenção da Mosaic e Luiz Mauricio Pereira, relações institucionais da Mosaic e ainda representantes das empresas Gigantão, MKS e Manserv.


Fonte: Prefeitura Municipal de Uberaba.

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IBGE confirma que continua alto o índice de desemprego no Brasil





Segundo o IBGE, o desemprego em abril se manteve nos mesmos 17,4% anteriores, o mais alto patamar desde o início da série histórica em 2012.

O Instituto também aponta: 3,3 milhões de brasileiros perderam o emprego do início da pandemia.As únicas ocupações que cresceram foram as “por conta própria”. Ou seja, bico, marretagem, informalidade.

Em abril, informa o Dieese, 60% das negociações coletivas ficaram abaixo do INPC. Em maio: 64% perderam para o INPC acumulado.

A imprensa informa hoje que 17% dos brasileiros passaram fome durante a pandemia. Isso dá mais de 36 milhões de pessoas. O custo da cesta básica, em 12 meses, aumentou 14,39%.A Covid-19 já matou mais de 515 mil.A vacinação está atrasada e seu atraso significa doenças, mortes, sofrimento e despesas.

O governo abandonou os pobres, deixando dezenas de milhões por três meses sem o Auxílio Emergencial. Este, quando voltou, caiu de R$ 600,00 pra R$ 250,00.Bolsonaro autorizou até 52% de aumento na conta de luz, bandeira vermelha 2.

A compra de vacinas demorou e a agora a CPI revela que está envolvida em negociatas e corrupção.O botijão de gás custa 10% do salário mínimo.É isso tudo que devemos colar em Bolsonaro.

O voluntarismo, as palavras de ordem e o abstrato movem os convertidos. Mas o que move o povão é o concreto nu e cru. Junto aos pobres, o Fora Bolsonaro só será forte, e mobilizador, se conseguirmos mostrar que o governo do capitão agride os pobres, desemprega e aumenta o custo de vida.




Fonte: Agência Sindical
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IEPT/Stiquifar capacita jovens oferecendo curso profissionalizante de Logística e Assistente Administrativo



Com a finalidade de capacitar jovens para serem inseridos no mercado de trabalho, bem como dar oportunidades para os trabalhadores terem melhores oportunidades dentro da empresas A diretoria do Stiquifar, através do IEPT (Instituto Educar para Transformar) está oferecendo desde de maio cursos profissionalizantes nas áreas de Logística e Assistente Administrativo.


Em nome da diretoria, a presidente Graça Carriconde explicou que essa iniciativa é resultado de estudo feito pela entidade classista, onde observaram que estava falando mão de obra qualificada para alguns áreas, por isso as empresas da base estavam tendo que buscar profissionais de fora. “Estamos trabalhando para os uberabenses não perderem a oportunidade de ocupar melhor postos de trabalho ou ocuparem as vagas que estão surgindo nas empresas”, completa.


A coordenadora pedagógica, Vanessa Amaral explicou que a matriz curricular dos cursos foram elaboradas com bastante responsabilidade para que os alunos saiam do curso com certificados que comprovem que estão aptos a participarem do processo seletivo para assumirem a função. “Os alunos dos cursos de Logística e Assistente Administrativos estão tendo aulas presenciais, sendo respeitadas todas as exigências do decreto de Covid-19”, pontua.


Teoria e prática – Para oferecer todo o conhecimento necessário aos estudantes de Assistente Administrativo e Logísticas são ministradas 3 aulas, por semana, em dias e horários alternados. Em virtude do decreto de pandemia de coronavírus, ainda não está sendo realizada visitas nas empresas, mas já foram ministradas palestradas com profissionais renomados da área para que os estudantes pudessem perceber como funciona a teoria na prática.


















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Stiquifar comunica que clube manterá fechado por força do Decreto de Covid-19

 


A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) informa aos associados que vem acompanhando as diretrizes do governos municipais e estaduais em relação a pandemia de Covid-19 e destacam que as atividades recreativas no clube da entidade sindical continuaram suspensas.


Essa medida foi tomada pelo sindicato com base o Decreto 677, sancionado pela prefeita de Uberaba Elisa Araújo, que foi publicada no jornal oficial do município “Porta-Voz, no dia 11 de junho. Na legislação, no art. 16 diz que “Ficam suspensas as atividades esportivas coletivas, exceto as profissionais, em espaços públicos e privados”.


O sindicato diz que como entidade classista preocupada com a saúde dos trabalhadores da base tem o dever de contribuir com o governo municipal, nas questões que visam inibir a proliferação do coronavírus em Uberaba, inclusive porque já tivemos vários óbitos o que confirma que estamos passando por um momento delicado da saúde pública em todo o Brasil.

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Stiquifar participa de reunião com a Yara para tratar do PPRO dos trabalhadores

 


Preocupados em garantir os direitos dos trabalhadores da Yara Fertilizantes, a diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) participou de uma reunião, nesta quinta-feira (1º de julho), com representantes da empresa para tratar de assuntos de extremo interesse da categoria.


Na reunião virtual para discutir o PPRO (Programa de Pré-requisito operacional), o sindicato manifestou a sua preocupação em relação a meta de varredura e sacaria. Tanto é que ficou definido que será realizada uma segunda reunião para discutir quais serão as ações que irão desenvolver para que os trabalhadores possam atingir a meta estipulada pela empresa. “A meta estabelecido pela empresa foi duplicada e precisa ser reduzida em 100% para se tornar viável”, observam.


Outra coisa que chamou atenção da entidade classista foi o vício do processo de escolha dos trabalhadores, porque não respeitaram a Lei 10.101, onde determina a abertura de inscrição para candidatos para ser realizado o processo eleitoral para que possam ter legalidade jurídica. “Os representantes tem que ser escolhido através de processo de votação secreta e não escolhidas por critério e vontade da Yara. Tanto é que já comunicamos que não vamos compactuar com essa situação, assinando o documento, porque desrespeita a relação capital x trabalho e legislação vigente”, completa.


Direitos respeitados - Segundo o sindicato, os gestores da Yara precisam entendem que estão no Brasil e existem legislações que precisam ser respeitadas para que seja construída um relação produtiva de ambos os lados, pois a conduta da Yara representa uma falta de respeito com o sindicato. “Em contrapartida, a Yara evolui avançando no Programa de PPRO, 30 dias de licença paternidade e em casos de união homoafetiva a licença será de 6 meses, o que consideramos uma iniciativa altamente benéfica e atual a realidade da família brasileira”.

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