Prefeitura de Uberaba recebe da Mosaic doação de equipamentos para combate à Covid-19



A Prefeitura a Uberaba recebeu a doação de 500 unidades de oxímetros e 20 capacetes de respiração assistida Elmo. Os materiais serão utilizados no combate à Covid-19 no município.


A entrega foi realizada pela Mosaic Fertilizantes, em intermédio do Conselho Estratégico da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) - Regional Vale do Rio Grande.


O oxímetro é importante na antecipação do agravamento dos casos de Covid-19. Os equipamentos serão entregues para as Unidades Básicas de Saúde da cidade. Já os capacetes, fundamentais para reduzir em 60% a necessidade de internação em leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).


Os capacetes de respiração assistida Elmo serão encaminhas até o fim de abril para o Hospital Regional José Alencar.


De acordo com a prefeita de Uberaba, Elisa Araújo (Solidariedade), as doações vão ajudar a monitorar o agravamento da doença e chegam em um momento significativo para a saúde do município. "Com certeza essas doações vão salvar vidas", afirmou.

Fonte: Jornal da Manhã - www.jmonline.com.br

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Sindicato comprova a Mosaic Fertilizantes que o dossiê com fotos tem legalidade

 



Os diretores do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) participaram, ontem (19), de uma reunião por meio de videoconferência, com representantes da Mosaic Fertilizantes para tratar do dossiê elaborado pela entidade classista. Instrumento em defesa da categoria que foi alvo de questionamento por parte da empresa porque foi utilizada fotos de celulares e máquinas fotográficas que comprovaram às condições inadequadas de trabalho, mas que alegavam que feria o Regimento Interno e que os empregados poderiam ser penalizados por tal conduta.


“No começo da reunião, eles tentaram descaracterizar novamente a responsabilidade da empresa sobre vários pontos apontados pelo dossiê, mas como não foram claros na justificativa acabaram entendendo que as fotos eram legais e que a conduta do sindicato estava correta. Então, eles pediram para que o sindicato fosse parceiro da empresa, levando primeiramente as demandas para os gestores da unidade dentro de Uberaba. Se eles não resolvem os problemas apontados, a entidade poderia acionar diretores a nível internacional para mostrar que a política da empresa em Uberaba não estava em consonância com a política de gestão da multinacional”, comentam.


Na reunião, os diretores deixaram claro que é evidente que falta fiscalização nas unidades de Uberaba e que tal conduta vem agravando a qualidade laboral e exigindo cada vez mais dos trabalhadores em decorrência da falta de investimento e correção dos problemas apontados. “Como representantes dos trabalhadores não podemos ser omissos, pois as denúncias têm sido recorrentes, por meio dos canais citados pela empresa no ofício encaminhado ao sindicato. Contudo, observamos que não vem surtindo efeito prático, o que coloca em risco a segurança, saúde física e psicológica dos trabalhadores”, observam


COMUNICAÇÃO INEFICAZ - Como está evidente que está havendo falha de comunicação dentro da empresa, o STIQUIFAR ressaltou que vem tendo necessidade de procurar ajuda de outros setores do grupo para discutir as demandas que estão trazendo transtornos aos trabalhadores. “Foi apresentado pelo setor de segurança algumas ações tomadas, referente às denúncias do dossiê. Portanto, a entidade sindical observou que as ações foram apenas tomadas em setores que não necessitavam de investimento. Infelizmente, saímos desta reunião sem a empresa definir um prazo para conclusão dos reparos necessários para manter um local seguro para as atividades e sem data fica difícil acreditar que as ações estão sendo levadas a sério pelos setores competentes”, pontuam


Já que continuam trabalhando com o quadro reduzido de trabalhadores, exigindo cada vez mais dos envolvidos para garantir a meta de produção, sem levar em conta que estão sobrecarregados e sem motivação para a atividade laboral. Trabalhadores não deixe de levar as suas demandas e insatisfação ao sindicato, pois não medimos esforços para fazer valer os seus direitos trabalhistas e qualidade de trabalho”, concluem.

 

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Stiquifar denúncia que Mosaic Fertilizantes continua negligenciando à qualidade do transporte e da alimentação do restaurante

 



Em menos de uma semana, após a reunião para tratar das questões envolvendo a falta de manutenção dos ônibus que transportam os empregados, bem como a qualidade da alimentação oferecida no restaurante da Mosaic Fertilizantes.  Infelizmente, a diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) recebeu novas denúncias já encaminhadas para a empresa, o que comprova que está longe de encontrar uma solução para as demandas da categoria.


“Mais uma vez, o setor de infraestrutura da empresa deixou a desejar no que tange a fiscalização dos serviços prestados pelas empresas terceirizadas para realizar o transporte de funcionários e oferecer alimentação no restaurante. Está evidente que existe um descaso na solução dos problemas apresentados pelo Stiquifar a empresa”, dizem os diretores questionando a Mosaic se será preciso o sindicato entrar com ações na Justiça para fazer valer o direito dos trabalhadores terem transporte e alimentação com qualidade, bem como melhores condições de trabalho.


Segundo informações que chegou a entidade classista, novamente o ônibus 003 que realizava o transporte dos trabalhadores para levarem para suas residências apresentou problemas mecânicos. Então, alguns empregados optaram por chamar Uber e outros foram embora a pé para não terem o seu período de descanso prejudicado. “Desta vez, o ônibus quebrou dentro da cidade. Como leva um tempo para a empresa resolver o problema do transporte, apesar do gestor garantir que era caso pontual, fica evidente que não é a realidade”, ressaltam


SEM QUALIDADE – Em relação à alimentação oferecida pela GRSA – empresa recém contratada para gerir o restaurante da Mosaic Fertilizantes – o Stiquifar recebeu informação que houve novamente negligência em relação a distribuição do lanche oferecido aos empregados. “Teve funcionário que recebeu pão francês, sem ter presunto e mussarela, por dentro. Já no setor de laboratório industrial entregaram aos trabalhadores o pão corretamente, mas em compensação não tinham nada para beber (suco)”, finaliza o STIQUIFAR acrescentando que estão corretos em cobrar não só a fiscalização tanto no transporte dos trabalhadores quanto nas refeições do restaurante

 

 

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Stiquifar e Mosaic participarão de reunião para discutirem sobre dossiê

 



Os diretores do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) comunica que na próxima segunda-feira (19), participará de uma videoconferência com representantes da Mosaic Fertilizantes, com objetivo de discutir sobre dossiê elaborado pela entidade classista que foi alvo de questionamento da multinacional.


“Essa reunião é de sua importância, pois temos alguns tópicos importantes para discutir junto a empresa em relação ao Regimento Interno que permite alguns empregados fazem uso de aparelhos celulares ou máquinas fotográficas com instrumento de trabalho, porque precisam enviar fotos para os gerentes e supervisores para comprovar que realizaram suas funções tanto na operação quanto na manutenção. Já que o quadro de empregados da Mosaic está defasado e não possui profissionais suficientes para fiscalizar a execução in loco das atividades laborais”, comentam.


Tal medida é uma contradição, tendo em vista que a Mosaic enviou um oficio ao sindicato informando que os trabalhadores estão proibidos de utilizarem celulares ou qualquer equipamento fotográfico, dentro da empresa e que tal conduta fere o Regimento Interno, dando direito a aplicarem as sanções que podem ser advertência, suspensão e até mesmo demissão por justa causa. “Como a própria empresa descumpre o RI, os diretores sindicais alertaram todos os trabalhadores que existe uma inversão de valores na empresa e que precisam ficar atentos para não terem nenhum transtorno, tendo em vista que se acessarem o Acordo Coletivo de Trabalho existe clausulas protetivas”, finalizam.

 



 

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Pnad e Caged: Brasil enfrenta problemas com estatísticas no auge do desemprego



Num momento em que o país tem registrado números diários de mortes por covid-19 que ultrapassam 4 mil e diversos Estados e municípios reforçam medidas de distanciamento social, na tentativa de conter a propagação do vírus, as duas principais estatísticas do mercado de trabalho brasileiro apresentam problemas, apontam economistas.

 
O Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), levantamento sobre o mercado de trabalho formal divulgado mensalmente pelo Ministério da Economia, passou por uma mudança de metodologia em 2020, que tornou impossível a comparação dos dados recentes com a série histórica mais longa.
 
Além disso, o saldo positivo de 400 mil vagas com carteira assinada em fevereiro deste ano, mês com menor número de dias, feriado de Carnaval, queda na produção industrial e em que a pandemia já dava sinais de piora, acendeu um sinal de alerta para os analistas, de que o Caged está bastante descolado do desempenho da atividade econômica.
 
Com relação à Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, pesquisa amostral produzida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que revela a taxa oficial de desemprego do país, um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado em março apontou que a coleta por telefone em meio à pandemia aumentou o índice de não resposta, levando a uma subestimação do emprego formal.

 
O IBGE não quis comentar o estudo do Ipea sobre a Pnad Contínua, já o Ministério da Economia reiterou a confiabilidade nos dados do Novo Caged e disse que os fortes saldos positivos podem ser resultado do BEm (Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda), programa que permitiu a redução de jornadas e salários e suspensão de contrato dos trabalhadores formais em meio à pandemia.

Fonte: Mundo Sindical - http://www.mundosindical.com.br/

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Liberado novo saque do FGTS neste mês de Abril

 



Além da regra padrão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a nova opção de liberação de valores do benefício conta com outras maneiras de saque, com o objetivo de atender outras necessidades do trabalhador. Portanto, quem preferir retirar certa quantia de seu Fundo, contam com o saque-aniversário e até mesmo o emergencial.

Assim, os que nasceram em abril, já terão acesso a essa benesse, de acordo com as regras da Caixa. O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço é um direito trabalhista. Ele foi criado com o objetivo de dar um aporte ao trabalhador que é demitido sem justa causa. Para tanto, o empregador deverá depositar um valor referente a 8% do salário do trabalhador mensalmente.

Por conseguinte, o Fundo é constituído destes valores que servirão como uma segurança em casos de demissão. Além deste motivo principal para o saque do FGTS, no entanto, o Poder Legislativo definiu outros momentos de possibilidade de saque, ainda que ela não seja não integral.

Todo trabalhador formal brasileiro tem direito ao FGTS. Isso significa, portanto, que aquele com contrato trabalhista dentro das regras da CLT (Consolidação de Leis Trabalhistas), está inserido no programa. Além deste, também estão inclusos os trabalhadores domésticos, rurais, temporários, intermitentes, avulsos, safreiros e atletas profissionais, de acordo com a Caixa.


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Indústrias estão contratando trabalhadores intermitentes


Em reportagem do jornal o Estado de São Paulo, feito pelo jornalista Eduardo Rodrigues, relata estudo feito com 523 empresas do setor industrial feito pela Confederação Nacional da Indústria.


O resultado mostrou que 15% das empresas pesquisadas contrataram entre 1 a 10 trabalhadores como intermitentes. O mais impressionante é que 45% destas empresas disseram que aumentaram a contratação nesse formato e já estão planejando contratar mais pessoas nessa nova modalidade.


Para a CNI, as empresas não estão trocando as pessoas, mas complementando o quadro de funcionários com intermitentes para necessidades específicas.


A gerente-executiva de Relações do Trabalho da CNI, Sylvia Lorena, o regime intermitente ajuda as empresas a ter um planejamento das indústrias diante de um cenário de incertezas que ocorre desde o ano passado por causa da pandemia.


“Quando se fala no regime intermitente lembramos de profissionais que trabalham com eventos, nos garçons que atuam nos finais de semana. Mas na indústria são profissionais no chão da fábrica que atendem a algumas demandas que não são contínuas, como a manutenção de equipamentos ou a operação de uma máquina específica – como um robô. Esse profissional mais qualificado pode atender inclusive mais de uma fábrica no regime intermitente”, destaca a especialista.


O trabalho intermitente ainda é objeto de muita discussão, pois pode criar dificuldades para muitos trabalhadores que teriam que trabalhar e em locais diferentes para conseguir uma renda maior.


Veja a reportagem completa aqui


Fonte: Redação Mundo Sindical, com informações do Estado de São Paulo

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