Stiquifar lamenta a falta de interesse dos trabalhadores da Ubyfol na Assembleia para discutir sobre negociação coletiva




 A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) realizou, nesta terça-feira (3), Assembleia Online com os trabalhadores da Ubyfol Fertilizantes para colocar em votação os questionamentos referente a negociação coletiva da categoria.

A votação começou as 9h e terminou as 18h, contando com a participação de apenas 56 trabalhadores, sendo que 39 votaram SIM dando um percentual de 69,64%, contra 16 que foram contra a proposta representando um índice de 28,57%. A votação contou com apenas uma abstenção, ou seja, 1,79% dos participantes.


Como se trata de um assunto de extremo interesse da categoria, a diretoria do Stiquifar lamenta a falta de interesse dos trabalhadores para discutir sobre o processo de negociação salarial, pois é a união que faz com que a categoria tenha força para lutar por melhores condições de trabalho e salários dignos.


“O sindicato é todos nós! Os Trabalhadores da Ubyfol precisam se conscientizar da importância de sua participação nas Assembleias, quando são convocados, porque sem união fica difícil conquistarmos melhorias e defender os interesses da classe. Nesse momento, a união demonstra a nossa força diante a mesa de negociação com o patronal”, finaliza.

 

NÃO DEIXE DE PARTICIPAR DA ASSEMBLEIA GERAL, POIS SOMENTE ATRAVÉS DESTE ATO, PODEMOS LUTAR POR MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO E DIGNIDADE SALARIAL. 

SEJAM NOSSOS PARCEIROS NESSA LUTA E, POIS JUNTOS VENCEREMOS ESSE MERCADO CAPITAL, ONDE SÓ SE PREOCUPAM COM O LUCRO E NÃO COM O BEM-ESTAR DOS FUNCIONÁRIOS!

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Sindicalismo defende derrubar veto à desoneração da folha



Mais de 1,5 milhões de empregos podem ser perdidos a partir de 2021 por força do veto presidencial à prorrogação da desoneração da folha de pagamento. Quem alerta é o presidente da UGT, Ricardo Patah. Ele diz: “A desoneração ajuda empresário e trabalhador. Se o veto prevalecer, perderemos muitos postos de trabalho, o que só agravaria a crise”.


A medida permite que as empresas substituam a contribuição previdenciária, de 20% do salário bruto, por uma alíquota que varia entre 1,5% e 4,5% da receita bruta.


Ato – Trabalhadores protestaram terça (20) contra o veto, que prejudica 17 setores. Juntos, eles empregam mais de seis milhões de pessoas. Só o setor de telecomunicações prevê demissão de 500 mil.


Sindicatos das áreas de TI, comunicação, indústria têxtil e telecomunicações participaram de uma caminhada do Ministério da Economia até a Praça dos Três Poderes. Os sindicalistas pedem que o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), paute a análise do veto de Bolsonaro. A pauta do Congresso está trancada desde início de agosto.


Ricardo Patah afirma: “É nosso terceiro ato e não vamos parar. Desonerar a folha é fundamental pra manter esses empregos. Estamos dialogando com Alcolumbre sobre a necessidade de colocar em pauta a votação. Estou otimista”.


O ato contou com o senador Major Olímpio (PSL). Ele defende análise e votação do veto em 4 de novembro, data para a qual Alcolumbre marcou sessão. “Dia 4 esgota o limite das empresas se adequarem. Imagine alguém da construção civil que fosse contratar obra hoje. Se vai haver custo adicional de 8% do pessoal em janeiro na sua fatura, como fazer previsão de gastos?”, questiona Olímpio.


Mais – Acesse o site da UGT e do Sintetel SP.

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Stiquifar avalia que a supervisão da Mosaic Fertilizantes continua despreparada para lidar com os trabalhadores

 


A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) ressalta que a Mosaic Fertilizantes continua tendo supervisores despreparados para lidar com os funcionários da empresa. “Infelizmente, têm trabalhadores do setor de fosfórico e manutenção sendo ameaçados pela supervisão, caso não concordem em trabalhar nos dias de folgas”, destacam os diretores lembrando que a pena seria prejudicar os trabalhadores na Avaliação de Desempenho.


É bom lembrar, que o setor de fosfórico, assim como outros setores da empresa, estão batendo recordes de produção fazendo com que a Mosaic obtenha excelentes lucros. Entretanto, a supervisão diante das atribuições de suas funções, que deveriam ser capazes de reconhecer os esforços das equipes que colaboram para obterem tal resultado, prefere manter uma política que não favorece a categoria. “As alegações da empresa diante do número excessivos de horas extras é imoral”, pontuam.



O Stiquifar acredita que não se trata de um caso isolado, de alguns setores. Já que assim, como Fertilizantes, os trabalhadores do sulfúrico, faturamento e utilidades também estão sofrendo os mesmos tipos de constrangimentos por supervisores despreparados, que não tem um poder de convencimento moral. “Uma empresa do porte da Mosaic, precisa lideres nas funções de gestão e não pessoas despreparadas para o cargo”, explicam.


Diante dos fatos, o Stiquifar vem tentando desvincular a avaliação de Desempenho do PPR (Programa Participação nos Resultados), levando em consideração que essa vinculação é utilizada de forma equivocada para contemplar somente os cargos e salários mais elevados.


Então, o Stiquifar orienta os trabalhadores que estão se sentindo constrangidos pela sua fraca supervisão que utilize o Código de Ética da Empresa, haja vista que os supervisores tem que responderem diante a sua má atuação.

 

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Vale começa a testar sirenes de barragens em Nova Lima e outros quatro municípios

 


A mineradora Vale, com o apoio da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil e das defesa civis municipais de Nova Lima, Ouro Preto, Itabirito, Congonhas e Belo Vale, começou hoje uma nova série de testes com as sirenes das barragens situadas nesses locais. A partir da primeira simulação, todos os locais terão testes mensais. 


Antes do toque das sirenes, é emitida uma mensagem reforçando que trata-se de uma simulação. A partir do segundo mês, o som emitido pelos equipamentos é de música instrumental. Essas atividades fazem parte dos planos de emergência das barragens de mineração. 


“O objetivo é assegurar o adequado funcionamento do sistema sonoro, em cumprimento à legislação vigente. As autoridades competentes e a população vizinha às estruturas são informadas previamente sobre o comissionamento e os testes mensais. Não é necessária nenhuma ação por parte dos moradores da região ou por quem escutar o sinal sonoro, explica a Vale. Em agosto, a rotina de testes começou em Brumadinho, Sabará, Santa Luzia e Santa Bárbara. 


Hoje, por volta das 10h, as sirenes foram acionadas na Mina de Fábrica, em Belo Vale, onde estão as barragens Marés I e II, que estão inativas e no nível 1 do Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (PAEBM), o que não demanda a retirada dos moradores. 


Em Belo Vale, o som das sirenes é ouvido nas áreas da Vale e das empresas Mineração Polaris, Mineração Green Metals e Companhia Siderúrgica Nacional, nas comunidades rurais próximas (Boa Morte, Gameleira, Sandi, Pintos, Chacrinha dos Pretos, Córrego dos Pintos e Cachoeira do Mascate), pontos comerciais (Restaurante Pé da Serra, Restaurante Varandão Espaço Gourmet, Pousada Princesa do Vale, Pousada Vargem do Cedro) e pelos motoristas na rodovia MG-442, entre os kms 5 e 18. A partir do mês que vem, os testes serão realizados todo dia 9, no mesmo horário. 

Mina de Fábrica - Ouro Preto e Itabirito


Em 10 de novembro, por volta das 10h, ocorrerá o comissionamento do sistema de sirenes das barragens Forquilhas I, II, III, IV, V, Grupo e Prata, da Mina de Fábrica, em Ouro Preto. O som poderá ser ouvido nas áreas operacionais da Vale e da MRS e nas comunidades rurais de Ouro Preto e Itabirito (Bação, Ribeirão do Eixo e Engenheiro Correia).

Após esse primeiro acionamento, os testes serão feitos no dia 10 de cada mês, no mesmo horário. As barragens Forquilha V e Prata têm Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) positiva e são as únicas em operação. Forquilha IV está em nível 1 do PAEBM, Forquilhas I, II e Grupo encontram-se em nível 2 e Forquilha III em nível 3 de emergência. Os moradores da Zona de Autossalvamento (ZAS) das estruturas já foram realocados.
 

Mina do Pico - Itabirito e Nova Lima


O comissionamento do sistema de sirenes das barragens Maravilhas I e II e Cianita I, II e III, da Mina do Pico, em Itabirito, será realizado no dia 24 de novembro, por volta das 10h. O som poderá ser ouvido nas áreas operacionais da Vale e das empresas AngloGold Ashanti e CSN/Namisa, nas comunidades rurais de Itabirito e Nova Lima (região de Água Limpa e condomínios Vila de Lacs, Estância Alpina, Vale dos Pinhas, Estância Estoril, Solar da Lagoa, Alphaville Lagoa dos Ingleses, Vila das Codornas, Cachoeira de Codornas, Fazenda Recanto, Fazenda Mate Couro, Fazenda Santa Clara, Rancho Loyola, Fazenda Retiro das Flores e Rancho do Sossego), no Posto Tabari, pela Polícia Rodoviária Militar e pelos motoristas em deslocamento pela rodovia BR-356, entre os kms 35 e 42.

A partir de dezembro, os testes ocorrerão todo dia 18, sempre por volta das 10h. As barragens Maravilhas I e Cianita I, II e III têm Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) positiva. Maravilhas II está inativa e encontra-se no nível 1 do PAEBM, que não requer a evacuação da população a jusante.
 

Mina de Fábrica - Congonhas


Em 9 de dezembro, também por volta das 10h, ocorrerá o comissionamento do sistema de sirenes das barragens Barnabé, Barnabé I, Alto Jacutinga e Baixo João Pereira, da Mina de Fábrica, em Congonhas. O som poderá ser ouvido nas áreas operacionais da Vale, CSN e da MRS, no centro da cidade e nos bairros Praia, Campinho, Novo Plataforma, Rosa Eulália, Nova Cidade, Consolação, Primavera, Casa de Pedra, Grand Park, Eldorado, Vila Ventura,  Residencial Gualter Monteiro, Dom Oscar,  Matriz, Rosário, Novo Rosário, Vila Andreza, Tijucal, Cinquentenário, Fonte dos Moinhos, Vila Rica, Cristo Rei, Ideal, Dom Silvério, Basílica, São José, Lamartine, Vila São Vicente e Boa Vista.

Após o primeiro acionamento, os testes serão feitos no dia 9 de cada mês, por volta das 10h. Todas as estruturas possuem Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) positiva, segundo a Vale.
 

Minas de Mutuca, Mar Azul e Tamanduá - Nova Lima


Em 15 de dezembro, por volta das 10h, será realizado o teste do sistema de sirenes das barragens 5, da Mina da Mutuca; B6, B7, B3/B4 e Taquaras, da Mina Mar Azul; e Capão da Serra, da Mina do Tamanduá, todas em Nova Lima. O som poderá ser ouvido nas áreas operacionais da Vale e nas proximidades das estruturas, como: Condomínio Jardim Monte Verde, Instituto Bacia Verde, Parque Jardim Amanda, Pasárgada, Parque do Engenho, São Sebastião das Águas Claras, Ecoville, Bairro Capela Velha, Bosque da Ribeira, Jardim Petrópolis, Estância Serrana, Ribeirão dos Macacos, Jambreiro, Posto Mutuca e Contracargem. Motoristas em deslocamento pela rodovia BR-040, entre os kms 549 e 550 também podem escutar o sinal sonoro. 


A partir de janeiro de 2021, os testes ocorrerão todo dia 8, sempre por volta das 10h. As estruturas B6, B7 e Capão da Serra possuem Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) positiva. A barragem 5 e Taquaras encontram-se no nível 1 do PAEBM e a B3/B4 está inativa e em nível 3 de emergência, com moradores da ZAS já realocados.


Fonte: Jornal Estado de Minas
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Porto será ampliado para receber fertilizantes




O governador Carlos Massa Ratinho Junior e a empresa de logística Interbulk S.A assinaram um protocolo de intenções que prevê a adesão da empresa ao programa de benefícios fiscais do Estado. Com isso a empresa fará um investimento de R$ 159,09 milhões na ampliação do Porto de Antonina, no litoral paranaense, para que receba movimentações de granéis sólidos (fertilizantes nitrogenados, fosfatados e potássio) e aumente o potencial do Estado.


Os terminais paranaenses seguem sendo os principais portos importadores de fertilizantes do país, recebendo cerca de 32% do que chega ao Brasil. De janeiro a agosto deste ano foram 6,8 milhões de toneladas de adubos. Cerca de 93,5% do volume de fertilizantes descarregados nos portos paranaenses são graneis sólidos. 



O complexo será erguido a cerca de 200 metros do portão B do Terminal Portuário da Ponta do Félix. O grupo pretende realizar a obra em duas fases, com capacidade para produzir até um milhão de toneladas por ano. 


Na primeira etapa serão construídos 8 armazéns com capacidade estática de 12 mil toneladas cada um, totalizando 24 mil metros quadrados, com movimentação de até 96 mil toneladas a granel e ensaque. Contará ainda com áreas de apoio e a instalação de duas balanças rodoviárias de 30 metros cada uma. O valor previsto nesta fase é de R$ 60 milhões.


Na sequência, a empresa vai estruturar a implantação da unidade misturadora de fertilizantes com três linhas de expedição de ensaque com capacidade para 300 toneladas por hora. O projeto estabelece, ainda, mais um armazém estruturado com capacidade estática de 100 mil toneladas, totalizando 13,3 mil metros quadrados, duas novas balanças rodoviárias e uma linha de recebimento de matéria-prima e insumos com capacidade 300 toneladas por hora. Os recursos são da ordem de R$ 99 milhões.



Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias
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Stiquifar negociou com Mosaic Fertilizantes P & K, Yara, Fertigram e demais empresas do setor de fertilizantes terão reajuste salarial em torno de 5%, conforme INPC



Mesmo durante o processo de enfraquecimento de alguns setores da economia no Brasil, em virtude da pandemia de Covid-19. O Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) conseguiu fechar com a Mosaic Fertilizantes P`&K e misturadas, até o presente momento, o reajuste integral do INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor), que ficará em torno de 5%.  Esse índice deverá ser divulgado, próximo ao dia 10 de cada mês.

A entidade ressalta que vem acompanhando de perto esse índice, porque é referência para reajuste salarial da categoria, bem como concessão de aumento variável no tíquete alimentação. “Entendemos que os 5% atuais, não deve ser comemorado pelos trabalhadores, pois a nossa realidade está condicionada a uma política nefasta praticada pelo governo federal que vem prejudicando severamente os trabalhadores para beneficiar os grandes empresários que financiaram a campanha eleitoral”, comenta.

O sindicato pontua que, no dia 21 de outubro, o presidente da República, Jair Bolsonaro, fez um pronunciamento enigmático. Na ocasião, Bolsonaro revelou que estava passando pela pior fase de seu governo e que dias difíceis estão por vir, porque como um soldado poderá tomar decisões necessárias, pois o pior seria manter a indecisão. “O governo federal já tem ciência de que tudo está subindo, porque não tem mais resina plástica, polietileno, que é uma matéria-prima básica pois mexerá com toda a cadeia de produção do Brasil”, pontua.

As matérias-primas para fabricação de plástico está nas mãos dos Chineses e o governo teme esse monopólio possa fazer as indústrias pararem, dentro de 40 dias. Outro ponto negativo, é que só a Coca mar tem óleo de soja para vender para o Brasil, bem como a produção inteira de soja brasileira foi comprada pela China até 2022. “Quem tem o produto é que vai decidir o preço que irá vender. A nossa preocupação vem de encontro com especialistas que dizem que entre 60 a 90 dias, poderá não haver mais carga para carregar. Então, a China vai derrubar o Brasil pela escassez de alimentos e com o fim do auxílio emergencial, o país poderá enfrentar os mesmos problemas da Venezuela”

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Stiquifar cobra que Biovalens cumpra rigorosamente o acordo coletivo de trabalho que concederá reajuste salarial de 3,92%

 



A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) comunica os trabalhadores que está cobrando, há duas semanas, uma posição da Biovalens (logo acima). Haja vista, que o sindicato já enviou a minuta do Acordo Coletivo de Trabalho aprovado em assembleia nas instalações da empresa, devido paralisação espontânea dos empregados. 


O sindicato explica que a empresa vem alegando que o documento encontra-se no setor jurídico e que os envolvidos estavam sendo acionados para prestar maiores informações a respeito do assunto. “Eles estão alegando que está demorando a análise jurídico trabalhista para assinatura, porque estão tendo que rever todo o documento, porque vieram somente clausulas alteradas”, revela.


Há uma semana atrás, a diretoria havia recebido informação de que estariam devolvendo o documento para os ajustes necessários, mas essa situação vem se arrastando. Como não emitem nenhum posicionamento, os trabalhadores vem sendo lesados não só financeiramente, mas emocionalmente.


REAJUSTE SALARIAL

O sindicato explicou que diferença do reajuste salarial de 3,92%, com data-base no dia 1º de março de 2020, negociado junto com a empresa, quando os trabalhadores realizaram a paralisação, serão pagos de forma retroativa. A partir do dia 5 de novembro, referente aos meses de março a julho deste 2020. “A folha de pagamento está sendo processada e os trabalhadores receberão na mesma data”, garantem


Independente da assinatura do acordo, a empresa se posiciona que os demais itens ficaram para o ano de 2021. Desta forma, já queremos colocar à disposição de todos, na sede da entidade, que é a Casa dos Trabalhadores, localizada na Rua Márquez do Paraná, 156 (Bairro Estados Unidos) – para maiores esclarecimentos das dúvidas.


JUNTOS SOMOS MAIS FORTES! AS COISAS SÓ ACONTECERÃO SE OS TRABALHADORES ESTIVEREM DISPOSTOS A LUTAR JUNTO COM O SINDICATO

 



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