Vale fecha acordo com Petrobras para negócio de fertilizantes

 


A Vale informou que seu conselho de administração aprovou o contrato de arrendamento (aluguel) de ativos e direitos de exploração de jazidas minerais de potássio que são propriedade da Petrobras. 


O acordo tem validade de 30 anos e permite a continuidade da lavra de potássio em Taquari-Vassouras e o desenvolvimento do novo projeto Carnalita, no Estado de Sergipe. Essas são as únicas minas de potássio, mineral usado para a produção de fertilizantes, do país. 


O Brasil importa atualmente a maior parte do minério que utiliza. O contrato de arrendamento, diz a Vale, “viabilizará o prosseguimento das operações de Taquari-Vassouras, única produtora de potássio do Brasil e uma das duas únicas da América do Sul, a finalização do desenvolvimento do projeto de potássio Carnalita, ainda sujeito à aprovação do conselho de administração da Vale, e o estudo e desenvolvimento de outras áreas contidas na concessão”. 


Segundo a Vale, o contrato “está em linha com a estratégia de crescimento da Vale para se tornar um dos líderes globais na indústria de fertilizantes.”


Fonte: https://videversus.com.br/


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Plajax fecha e demite 130 funcionários



A Plajax encerrou suas atividades em Bauru e demitiu 130 funcionários. O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Bauru e Região (Sindquimbru) enviou nota à imprensa lamentando o fato e colocando seu departamento jurídico à disposição de todos os demitidos, associados e não-associados à entidade sindical.

A Plajax, tradicional empresa da cidade que fabricava componentes plásticos para baterias automotivas e que chegou a empregar 250 pessoas, foi vendida há cerca de um ano para o Grupo Dallon, do Paraná.

"Sabemos, extraoficialmente, que a decisão de fechar a unidade em Bauru e levar todos os maquinários para o Paraná foi tomada porque o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no Paraná é bem menor que aqui em São Paulo", relata Edson Bicalho, presidente do Sindquimbru. A informação não é confirmada pela empresa, que admite apenas o fato da folha de pagamento e da energia elétrica terem custo inferior do Estado de origem em relação ao território paulista.

A Dallon também destaca que a empresa não encerrou as atividades, que seguem no Paraná. Acrescenta ainda que aproximadamente 20 funcionários de Bauru foram transferidos para o Estado vizinho, porque demonstraram interesse e havia condições de absorvê-los.

TRABALHISTA

"Pelo que sabemos, o prédio da Plajax está totalmente vazio e os últimos demitidos estão fazendo a homologação. Como a empresa não permitiu a presença do sindicato na homologação da rescisão do contrato de trabalho (agora não é mais obrigatória a participação da entidade sindical), acompanhamos a distância e colocamos nosso departamento jurídico à disposição", informa Bicalho, que é também secretário-geral da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo (Fequimfar).

Ele ressalta que o sindicato tentou, várias vezes, reunir-se com a nova direção para discutir o futuro da empresa e dos trabalhadores, mas nunca foi atendido. Também informa que alguns demitidos já procuraram o Sindquimbru, que identificou que nem todos os direitos trabalhistas foram pagos.

Por sua vez, a Dallon garante pagar os direitos trabalhistas e informa nunca ter sido procurada, no Paraná, pela entidade sindical.

"Os ex-funcionários que nos procuraram não receberam o trintídeo, indenização adicional por terem sido demitidos no período de 30 dias que antecedem à data-base da categoria. Também já observamos o não pagamento de indenização para quem tinha estabilidade de emprego, como membros da Cipa e do sindicato, entre outros", detalha o presidente do Sindquimbru.

ABSORVENDO

Apesar de lamentar o fechamento da fábrica em Bauru, Edson Bicalho conta que as indústrias plásticas do município já estão absorvendo parte dos demitidos.

"Felizmente, a indústria plástica está aquecida. A pandemia aumentou a demanda por embalagens e produtos plásticos. Na Plajax, tínhamos funcionários com mais de 20 anos de experiência. É uma mão de obra qualificada, especializada. Pelo que sabemos, cerca de 50 dos 130 demitidos já estão empregados novamente em outras indústrias plásticas de Bauru. Mas é lamentável o fechamento da empresa, porque postos de trabalho foram fechados e Bauru deixa de arrecadar impostos. Mas também sabemos que alguns demitidos, os mais experientes e capitalizados, têm a intenção de montar seu próprio negócio. Se a indústria plástica continuar aquecida, temos a possibilidade de surgirem novas pequenas indústrias plásticas em Bauru e de geração de emprego", completa.


Fonte: https://www.jcnet.com.br/


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Diretoria do Stiquifar recebe candidato a prefeito Antônio Lerin e Marilda para conhecer suas propostas para Uberaba

 


A diretoria do Stiquifar (sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região), apesar de ser uma entidade apartidária, está aberta para conhecer todas as propostas dos candidatos a prefeito de Uberaba, para governar o município nos próximos quatro anos. “Os eleitores estão cada vez, mais exigentes e como representantes sindicais queremos saber quem tem as melhores propostas para o trabalhadores e população em geral”, destaca Graça Carriconde, em nome dos diretores;

No candidato a prefeito Antônio Lerin (PDT) juntamente com a vice Marilda Ribeiro estiveram na sede da entidade, onde defenderam o seu plano de governo para assumir o Poder Executivo. A vice Marilda ressaltou que era uma honra muito grande estar novamente na sede da entidade que tem uma força sindical muito forte, pois percebeu que houve várias melhorias em prol dos sindicalizados. “Outra coisa que adorei saber é que uma categoria composta pela maioria homens, temos uma liderança feminina como Graça Carriconde a frente de todas as ações”, ressalta

Marilda explicou que veio de uma família simples, composta por 8 irmão e como muitas dificuldades ela se formou em pedagogia e os demais irmãos também conseguiram com muita luta obterem certificado de curso superior. Em seguida, ela explicou os motivos que levaram a apoiar a candidatura do ex-deputado Lerin para assumir a prefeitura de Uberaba. “Quando sentei para conversar com o Lerin, que já foi meu companheiro de trabalho, na Câmara Municipal. Ele deixou claro, que buscava uma vice para desenvolver uma gestão compartilhada, onde todas as questões serão discutidas antes de serem anunciadas pela população e mídia em geral”, comenta Marilda acrescentando que como deputado, ele foi o parlamentar que mais se mostrou preocupado com a questão da educação e sabemos que vamos contar com sua sensibilidade para desenvolver um governo humanizado.

Lerin quer vice ativa

Ao contrário do que defende coligações ligada ao sistema do atual governo, o candidato Antônio Lerin explicou que não acredita que haverá muito voto branco, porque tem andando muito para fazer campanha e a população tem demonstrado que mesmo diante da pandemia de Covid-19, eles fazem questão de decidir o futuro de Uberaba. “Não quero uma vice ‘figurante’, ainda mais sabendo da competência e profissionalismo da Marilda. Vamos melhorar o que está bom no atual governo e melhorar o que avaliamos que não vem dando certo na Prefeitura e na cidade. Uma coisa preciso deixar claro, precisamos enxugar a máquina pública, pois é a única forma de garantir mais investimentos em ações que são essenciais para a sociedade”, comenta.

O candidato revelou que sendo eleito para assumir a Prefeitura de Uberaba, ele irá contratar uma empresa de auditória para mostrar a população de que forma está pegando os cofres públicos e como irá entregar quando acabar o seu mandato no Executivo. Nós não somos oposição ao governo, somos a favor da população. O que vemos são 2 grupos políticos, que pertencem a situação, dividindo os interesses familiares. A população precisa estar atenta a essa situação para não deixar a PMU, nas mãos das pessoas que estão no poder há anos. Eu estou preocupada com algumas questões na prefeitura, mas a população pode ficar tranquila, pois tenho solução para sanar”, garante.

Analise das propostas

A diretoria deixou claro, ao candidato a prefeito que espera a visita de todos os candidatos a prefeito para que possa discutir com os diretores qual é a melhor proposta que vem de encontro com os ideais defendido pela entidade classista. “Como representante do Stiquifar, nos querermos transformar o IEPT (Instituto Educar para Transformar) em uma escola profissionalizante. Em parceria, com a Bit nos disponibilizamos 70 bolsas de estudos para jovens serem inseridos no primeiro emprego, mas a nossa proposta e ter autonomia para desenvolver cursos para dar mais oportunidades para os jovens serem inseridos no mercado de trabalho e futuramente terem melhores oportunidades na vida”, finalizam.

 

 

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Trabalhadores com contrato de trabalho suspenso vão receber auxílio BEm de até R$ 1.813,03




Para os trabalhadores que tiveram o contrato de trabalho suspenso receberam do governo federal um valor de R$ 261,25 a até R$ 1.813.

Mas o que significa BEm? Essa sigla quer dizer, Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e Renda. 

Este auxílio continua em vigor e de acordo com o Governo Federal, quem tiver o contrato de trabalho suspenso recebe do governo federal um valor de até R$ 1.813,00. 


Esse Benefício Emergencial abrange também os empregados em regime de jornada parcial ou intermitentes, os empregados domésticos e os aprendizes. 


Ele será pago independentemente do cumprimento do período aquisitivo, do tempo de vínculo empregatício ou do número de salários recebidos.


É responsabilidade do empregado informar ao seu empregador em qual conta bancária pelo qual seja titular, deseja receber o benefício emergencial de preservação do Emprego e da Renda. 
Entenda um pouco mais sobre o auxílio BEm


O benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda é um benefício financeiro destinado aos trabalhadores que tiveram seus contratos suspensos temporariamente ou tiveram uma redução de jornada de trabalho em função da crise causada pela pandemia do coronavírus. 


Para receber este benefício o trabalhador precisa se enquadrar em uma das seguintes situações: 
Redução da jornada de trabalho e do salário;
Suspensão temporária do contrato de trabalho; 

Os empregados em regime de jornada parcial ou intermitentes e os empregados domésticos e os aprendizes, também tem direito a este auxílio. 

Fonte: Jornal Contábil
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Empresário terá de pagar 13º integral a trabalhador com redução salarial



Empresário terá de pagar o décimo terceiro de forma integral ao trabalhador que teve carga horária e salários reduzidos em consequência da pandemia, conforme explica o advogado João Henrique Almeida. Somente para aqueles funcionários que tiveram o contrato de trabalho suspenso é que o cálculo será proporcional aos meses trabalhados, visto que o período sem atividade laboral não entra no cálculo do benefício.


Segundo ele, os efeitos são decorrentes da Medida Provisória (MP) n.º 936, convertida em lei (n.º 14.020), possibilitando a redução da jornada de trabalho ou a suspensão do contrato de trabalho.  


Para aqueles que tiveram a redução da jornada de trabalho e, consequentemente, diminuição nos salários, por força da MP, o advogado informa que a regra do décimo terceiro se aplica e, os trabalhadores têm direito a receber o décimo terceiro no valor do salário original.


Isto porque, segundo João Henrique, quem trabalha quinze dias ou mais no mês tem direito ao décimo terceiro salário daquele período trabalhado. “Se trabalhou quinze dias ou mais, independente de redução ou não do salário, ele faz jus ao décimo terceiro daquele mês. Já o trabalhador que teve a suspensão do contrato de trabalho e, no mês dessa suspensão, ele não trabalhou mais de quinze dias, o período não será computado para o cálculo do décimo terceiro e os meses de suspensão também não entram no cálculo do benefício”, esclarece.


Quanto ao direito às férias, o advogado explica que o cálculo é o mesmo: se o trabalhador teve o contrato suspenso, as férias são contabilizadas somente para aqueles que trabalharam quinze dias ou mais no mês. E com a suspensão do contrato de trabalho, os meses não trabalhados não entram no período aquisitivo de férias. “Neste caso, o trabalhador terá alteração no período de concessão de férias. Quando do retorno ao trabalho é que a contagem volta a fluir normalmente”, diz.  

fonte: Jornal da Manhã

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Bunge Alimentos indenizará trabalhador que teve a mão direita amputada no valor de R$ 300 mil por danos morais e estéticos

 



A Terceira Turma do TRT-BA proferiu decisão condenando a Bunge Alimentos S/A a indenizar um operador de máquina que teve de amputar sua mão direita no valor de R$ 200 mil, a título de danos morais, e R$ 100 mil reais por danos estéticos.

 

De acordo com o constante nos autos, o acidente de trabalho ocorreu enquanto o empregado fazia a limpeza de máquina laminadora de soja.

 

Acidente de trabalho

Conforme relatos do operador na reclamatória trabalhista n. 0000070-81.2018.5.05.0661, ao tentar efetuar a limpeza da máquina, ele teve a mão direita prensada e esmagada.

 

O trabalhador aduziu que seguiu o protocolo de operações da empresa, desligando remotamente a máquina laminadora. Em razão do acidente, o operador de máquina foi encaminhado ao hospital e submetido à cirurgia de amputação.

 

Em sua defesa, a empresa arguiu que o acidente ocorreu por negligência do empregado. Além disso, a empregadora sustentou que acompanha o tratamento e recuperação do operador, promovendo, inclusive, a sua reabilitação.

 

Danos morais e estéticos

Ao analisar o caso, a juíza da vara de origem ressaltou que cabe à empresa zelar pela segurança e integridade física de seus empregados.

Neste sentido, a magistrada explicou que o não cumprimento da legislação, bem como o não treinamento adequado e a falta de sistema de segurança capaz de impedir a ocorrência do sinistro configuram fatores que aumentaram o risco do acidente de trabalho.

 

Assim, ao afastar a alegação de culpa exclusiva ao autor, a juíza arbitrou um valor de indenização de R$ 200 mil por danos morais e de R$ 100 mil por danos estético.Em face da sentença, ambas as partes recorreram ao TRT da 5ª Região.

 

De acordo com o desembargador Luiz Tadeu Leite Vieira, relator do caso, em que pese a empresa tenha sustentado culpa exclusiva da vítima, a prova testemunhal demonstrou que, na época do acidente, a máquina em que o empregado trabalhava não contava com a efetiva proteção.

 

Diante disso, o relator defendeu a responsabilização da empregadora e, por conseguinte, manteve os valores da indenização por danos morais e estéticos fixados na sentença.

 

Fonte: TRT-BA


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Mosaic Fertilizantes utiliza uma “política de gestão” que torna a empresa como uma das piores para se trabalhar

 



A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) analisa que a Mosaic Fertilizantes P & K – que é uma empresa internacional que extrai fosfato e potássio – com filial em Uberaba, no Distrito Industrial III. Como já conhecemos a política administrativa americana implantada na Unidade de Uberaba, ela deixou de ser uma empresa interessante para os trabalhadores.


 “Estamos percebendo que insatisfação da categoria está crescendo significamente, porque eles querem trabalhar com a tônica com menos para fazer mais, levando os trabalhadores a elevado índice de estresse e desgaste mental. Se a empresa continuar seguindo essa ideologia, quando o cenário econômico mudar, eles terão dificuldades para segurar os funcionários mais qualificados, pois estão se sentindo desvalorizados e procurando cada vez mais o Stiquifar para orientá-los quanto as ações individuais que cada companheiro deve tomar”


DESVALORIZAÇÃO PROFISSIONAL

“Infelizmente, a política da Mosaic está na contramão de outra empresas que temos na nossa base, onde os trabalhadores são valorizados e tem os seus trabalhos reconhecidos, pois as empresas são mais sensíveis na negociação da data-base. Sabemos que algumas perdas são inevitáveis, com o governo federal trabalhando para atender somente os grandes empresários e o agronegócio. Portanto, temos empresas dentro do mesmo distrito que compreende que sem a ‘força de trabalho’ jamais atingirão êxito no seu plano estratégico de ser referência no mercado”, comentam.


Do ponto de vista do Stiquifar, o governo federal ainda não entendeu que é possível ser desenvolvida uma economia sustentável, preservando a floresta Amazônica garantindo o crescimento econômico do país. Não da forma como vem governando, que é tirando os direitos dos trabalhadores e privatizando empresas, de acordo com os interesses econômicos do país. Sucateando, ainda mais, a mão de obra elevando o índice de extrema pobreza no Brasil. “Ao contrário do que pensa a Mosaic, a questão humanitária é fundamental e a responsabilidade social deve ser uma obrigação de um grupo econômico que tem responsabilidade com os seus colaboradores e cidade na qual está locada, já que querem se manter como referência no segmento de fertilizantes. O que está longe de acontecer”, salientam


SONEGAÇÃO DE INFORMAÇÕES

Se não bastasse não valorizar os trabalhadores financeiramente e não garantir qualidade no setor laboral, existe mais um agravante dentro da Mosaic Fertilizantes que é a sonegação de informações importantes para a categoria. Além de não ter transparência em sobre a avaliação dos trabalhadores, em relação ao PPR (Programa de Participação nos Resultados), os trabalhadores não tem também acesso ao contrato do plano de saúde, documentos referentes ao seguro de vida, entre outros.


 “Uma empresa como a Mosaic que ‘bate no peito’ é diz que é séria não pode negar ao trabalhador o direito de ter acesso a cópia do contrato do plano de saúde e o cartão de apólice do seguro de vida, dentre outros, pois são questões que refletem diretamente na sua folha de pagamento. A falta de informação é tão séria, dentro da empresa, que se alguém quiser saber sobre a previdência privada não tem ninguém, dentro da multinacional, para ajudá-los a esclarecerem suas dúvidas”, revelam.


Como a empresa não gosta nem de responder e-mails do sindicato quando são questionados sobre os direitos dos trabalhadores, a diretoria informa que tomará medidas cabíveis para fazer valer o direito da categoria de serem bem representada pela entidade, pois é um direito constitucional. “A empresa pensa que está nos levando com a ‘barriga’ para ganhar tempo para não pagar todos os direitos dos trabalhadores e não se posicionar sobre as reivindicações. No entanto, estamos atentos a situação e as coisas não ficarão do jeito como eles querem”, finalizam.


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