Denúncia do Stiquifar viabiliza vitória do MPT contra a terceirização

Após denúncia do Stiquifar, a Justiça do Trabalho investigou a situação da ‘ainda’ Vale que estava terceirizando prestação de serviço de forma ilícitas. Mesmo com a aprovação da Reforma Trabalhista, a justiça julgou as ações movidas com data retroativa a Reforma.

O Ministério Público constatou diversas irregularidades. Entre elas, a intermediação ilícita da mão de obra contratada por terceirizado, porém, que seguiam por exemplo ordem direta dos gestores da própria Vale e não dos gestores da empresa contratada para a prestação de serviço.

O processo foi julgado como ‘intermediação ilícita’ dessa mão de obra, dentre outros e é importante ressaltar que esse julgamento independe da Reforma Trabalhista. Porém, mesmo com a vitória do Stiquifar que continuou agindo em parceria com o Ministério Público como assistente, cabe recurso a Vale nos próximos dias.

Estamos aguardando essa possibilidade. Lembrando que essa decisão influencia diretamente na qualidade e bem-estar do trabalhador, já que a terceirização e a precarização de trabalho é prioridade entre as empresas de todo Brasil, principalmente em um momento de crise. Caso o recurso da Vale não altere o teor da decisão, a empresa será impedida de contratar terceirizados para determinadas atividades e terá que encerrar contratos com terceirizados e assumir os empregados de forma direta.

A presidente do Stiquifar Graça Carriconde afirma que a justiça ainda é a maior ferramenta em prol ao trabalhador. “Apesar da demora do poder judiciário, ainda assim podemos contar o mesmo. Essa é uma das formas que temos de garantir o cumprimento da lei, é a partir das denúncias. Por isso a importância de um trabalhador participativo mesmo que anônimo”.
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Com Reforma Trabalhista, contratos não necessitam de revisão por parte de sindicatos ou do Ministério do Trabalho


Um novo problema que passou a ser enfrentado pelos trabalhadores formais no país, após a vigência da Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017), é a questão da rescisão dos contratos, que deixou de ter a obrigatoriedade de revisão por parte do sindicato de cada categoria ou do Ministério do Trabalho. O tema foi objeto de críticas diversas da parte de parlamentares, sindicalistas e acadêmicos durante audiência realizada na última semana, no Senado Federal. Para a maioria dos participantes do encontro, o fim da exigência aumenta a possibilidade de sonegação e de retirada de direitos dos brasileiros.
Especialista da área afirmam que a retirada desta exigência de revisão pela nova legislação deixa todos os profissionais desprotegidos. Outro ponto analisado, é a situação dos trabalhadores informais no país, cada dia mais preocupante e iniciativas como essa contribuem ainda mais para a informalidade, além de demissão se justa causa.
É contra essas questões e qualquer outra que desrespeita o trabalhador onde o Stiquifar atua. E precisamos de você trabalhador. Não podemos permitir os desmontes provocados por esse Governo golpista. Procure o Stiquifar. Seja sindicalizado.
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Stiquifar se prepara para Assembleia das Misturadoras


O Stiquifar informa que nesta quinta-feira, dia 01 de março, ocorrerá uma reunião entre a Sindicato e as misturadoras, Heringer, Mosaic, Yara e Fertigran. O principal objetivo e resolver o maior impasse dessa negociação, as horas in itinere. Após a resultado dessa discussão, marcaremos Assembleia para apresentarmos os resultados para apreciação e aprovação ou não do que nos será apresentado.
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Stiquifar reverte caso de não pagamento da periculosidade a trabalhadores da Mosaic


O Stiquifar recebeu uma denúncia que a Mosaic, antiga Vale, simplesmente informou a alguns trabalhadores a retirada do adicional de periculosidade. Alguns desses trabalhadores não estavam envolvidos em uma ação judicial coletiva movida pelo sindicato, e teriam cortados dos seus salários, aproximadamente 30%.

Diante a informação de não pagamento do adicional de periculosidade a alguns companheiros que trabalham no almoxarifado, o Stiquifar fez contato direto com a área de relações trabalhistas, apresentando o problema, alegando que a legislação sofreu alterações quanto a atividade periculosa, mas que cada caso deveria ser discutido, pois não houve mudança no setor e nem na atividade e tais trabalhadores  continuaram expostos a periculosidade.

De acordo com a presidente de Stquifar Graça Carriconde, a Mosaic entendeu o posicionamento do sindicato e a necessidade dos trabalhadores, revertendo a situação. Graça “acredita” que a empresa está em momento de reestruturação e que os gestores estão dispostos a respeitar a relação capital X trabalho.

“A empresa Mosaic, está valorizando a relação capital X trabalho. Inicialmente, Stiquifar garantiu a continuidade do pagamento aqueles que estão expostos a periculosidade”.
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Mosaic assume Vale e assume também a falta de respeito com o trabalhador – Alimentação ainda é problema


O Stiquifar já não consegue mais contar a quantidade de denúncias sobre a péssima qualidade da alimentação servida aos trabalhadores da Mosaic, que ainda como Vale deixava muito a desejar.

           Nós acreditávamos que a Mosaic, por ser um multinacional, resolveria uma situação tão simples como essa, já que o único problema é gestão. Os gestores desse setor não estão conseguindo gerir os suprimentos. A contratação de uma empresa que presta serviço de forma decente e compromissada também é outra solução para o problema da péssima alimentação, e até alimentação escassa, como já denunciamos na impressa local e órgão competentes. Outro ponto é que os alimentos são manuseados de forma que fica impossível ao trabalhador se alimentar.

         Os gestores e prestadores de serviço desse setor, comunicamos que estamos dispostos a achar uma solução definitiva para esse problema e exigimos o mínimo de respeito ao trabalhador que é o gerador de energia, a engrenagem que faz o mecanismo funcionar e sem esse trabalhador, não há resultado, que dirá lucro.
          Lembramos também ao departamento pessoal que reflitam sobre o papel desse setor na empresa que deveria ser de cuidados com esse trabalhador, sendo também responsável pelo que é servido e como esses empregados estão se alimentando. Read More!