MINISTRO DA JUSTIÇA CRIMINALIZA MOVIMENTOS SOCIAIS

Novo ministro da Justiça, o ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo e ex-advogado do PCC, Alexandre de Moraes, defendeu pulso firme contra ações violentas de movimentos sociais:
"A partir do momento que seja MTST, ABC, seja ZYH, que deixam o livre direito de se manifestar para queimar pneu, colocar em risco as pessoas, aí são atitudes criminosas que vão ser combatidas, assim como os crimes", disse.
Recentemente, ele classificou protestos contra o impeachment de Dilma Rousseff de “atos de guerrilha”.
Questionado sobre a Lava Jato, reafirmou que a operação estará garantida no governo Temer: "Temos não só que mantê-la como, porque é uma belíssima operação, melhorar. Melhorar a operação com mais celeridade e mais efetividade", afirmou.
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Stiquifar não representa trabalhadores de empresas terceirizadas da Vale

O Stiquifar esclarece que a entidade não representa os trabalhadores quer perderam os seus empregos de empresas terceirizadas da Vale Fertilizantes. Apesar de ter a vontade de ser a representante destes companheiros, legalmente o Stiquifar está impedido de fazer tal representação. Os trabalhadores reclama que ficaram desempregados após dispensa pelas citadas empresas terceirizadas. Os citados companheiros são representados por outros sindicatos da categoria e não pelo Stiquifar.
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O uberabense Murilo Ferreira pode deixar a presidência da Vale nesse novo governo

Segundo matéria divulgada na Folha de São Paulo, na editoria Mercado, ontem (10), com título “Em eventual gestão Temer, Juca quer indicar novo presidente da Vale”, fica cogitada a possibilidade do uberabense Murilo Ferreira não presidir mais a mineradora, no provável governo de Michel Temer. A informação é que o escolhido para ocupar o Ministério do Planejamento, senador Romero Jucá (PMDB-RR) quer levar a mineradora Vale para sua área de influência e ter participação na escolha do próximo presidente da referida companhia.
A reportagem da folha apurou que o senador Jucá manifestou esse desejo a outras pessoas próximas ao vice-governador Michel Temer numa das discussões sobre novos nomes para compor o governo federal e para assumir as empresas estatais, assim que for aprovada no Senado a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rouseff, o que ocasionará o seu afastamento por 180 dias do cargo, até perder definitivamente o cargo. Aliados do senador disseram que esse tema será tratado mais adiante. Procurado pela imprensa, tanto Jucá quanto o presidente da Vale, Murilo Ferreira, não quiseram comentar sobre o assunto.
Ferreira foi escolhido pela atual presidente Dilma Rousseff (PT) para ser presidente da companhia e teve seu contrato renovado para o cargo, recentemente, até 2017. Embora seja uma empresa privada, a Vale sofre forte influência dos fundos de pensão estatais Previ, Funcep e Petros, que compõem o bloco de controle administrativo da empresa. Os sócios privados são Bradespar, do Bradesco, e o grupo japonês Mitsui. A companhia tem mais de 500 mil acionistas e suas ações são negociadas nas bolsas de Nova York e na Europa, além do Brasil.

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PIS/Pasep: trabalhador você pode ter direito ao saque e nem sabe

Atualmente mais de 4.6 milhões de brasileiros, com mais de 70 anos de idade, tem direito a sacar um valor médio de R$ 1.135,00. Uma quantia razoável, que para alguns significa um salário a mais para enfrentar os tempos difíceis. O problema é que muitos desconhecem esse direito, o PIS/Pasep.
O PIS - Programa de Integração Social, está relacionado aos trabalhadores da iniciativa privada, os celetistas, e financia pagamentos da seguridade relacionados à assistência, como o seguro-desemprego e o abono salarial. O benefício é pago pela Caixa Econômica Federal.
Já o Pasep, Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, está relacionado aos servidores públicos e militares. O programa foi criado pela Lei Complementar nº 8, de 1970, e é pago pelo Banco do Brasil. Os dois foram unificados como PIS/Pasep a partir da Lei Complementar nº 26/1975.
Em ambos os casos, o saldo é destinado a programas sociais e ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Todos os anos, no início do exercício contábil do Pasep, em 1º de julho, o valor existente é atualizado por índice definido pelo Ministério da Fazenda e as contas individuais dos participantes que têm saldo apresentam um percentual que pode ser sacado. Caso não haja o saque, os rendimentos são incorporados ao saldo total no dia 1º de julho do ano seguinte.
Para o PIS, os requisitos para receber o abono salarial são:
1) mínimo de cinco anos de cadastro no PIS;
2) mínimo de 30 dias com carteira assinada no ano anterior; e
3) média de dois salários mínimos.
Para os beneficiários do Pasep é apresentado dois momentos diferenciados quanto aos efeitos:
Até a Constituição de 1988, os cadastrados há mais de cinco anos no programa podem sacar o saldo em determinadas condições, além de terem direito anualmente aos rendimentos do valor depositado, fora o abono anual para quem recebe até dois salários mínimos. Para os que tiveram a inscrição no Pasep a partir de 4 de outubro de 1988, existe direito apenas ao abono.
Montante do PIS/PASEP
De acordo com os dados do Ministério da Fazenda, são ao menos R$ 7,4 bilhões em 4,62 milhões de contas de idosos. Portanto, se você ainda não resgatou seu saldo, e contribuiu até 4 de outubro de 1988, você deve se dirigir ao Banco do Brasil, no caso de ser servidor público, ou a Caixa Econômica Federal, se for celetista.
O próprio Banco do Brasil destacou que auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) nos fundos PIS/Pasep mostrou que aproximadamente 15,5 milhões de pessoas contribuíram para o programa até 1988 e não têm conhecimento dos créditos que possuem.
Critérios do saque
Os critérios para o saque são:
ser aposentado;
ter idade igual ou superior a 70 anos;
invalidez do participante ou dependente;
transferência para reserva remunerada ou reforma no caso militar;
idoso e/ou portador de deficiência alcançado pelo Benefício da Prestação Continuada;
participante ou dependente acometido por neoplasia maligna, vírus HIV ou doenças listadas na Portaria Interministerial MPAS/MS nº 2998/2001;
ou morte, situação em que o saldo da conta será pago aos dependentes ou sucessores do titular.
Para sacar, os trabalhadores inscritos no Pasep devem procurar o Banco do Brasil pelo site www.bb.com.br/Pasep, na aba "Quando e Como Sacar o Saldo".
Os cotistas no PIS devem procurar as agências da Caixa Econômica Federal, apresentando os documentos relacionados no sitewww.caixa.gov.br/pis, e ver o item "Quotas do PIS".
A Caixa também presta informações pelo telefone 0800 726 0207.
Para aqueles que não sabem seu número de inscrição no PIS/Pasep, basta se dirigir aos respectivos bancos com o CPF.
(*) Rudi Cassel é advogado e sócio-fundador do escritório Cassel Ruzzarin Santos Rodrigues Advogados, especializado em direito do servidor público.
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A hora é agora! Assembléia decide sobre PLR da Vale

O Stiquifar convoca todos os companheiros para participar amanhã, quinta-feira, dia 12 de maio, da assembleia para decidir sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) da Vale Fertilizantes. 
Os empregados da Vale Fertilizantes vão deliberar sobre a proposta apresentada pela empresa referente à PLR 2016. A proposta de PLR é compatível com o momento econômico atual pelo que passa o país.
Independentemente de haver ou não a reunião com os demais sindicatos, o STIQUIFAR já na semana passada decidiu convocar uma assembleia com os trabalhadores da Vale em Uberaba na próxima quinta-feira para discussão e votação da proposta de Acordo de PLR 2016.
Os trabalhadores é que decidirão sobre a proposta como aconteceu em todos os anos anteriores, pois, a vontade da maioria é que prevalece e as ações do sindicato sempre foram tomadas da forma mais democrática possível.
Portanto, todos os trabalhadores da Vale Fertilizantes ficam convocados para participarem da assembléia de discussão da PLR 2016.
Data da assembleia: 12/05 (quinta-feira)
Horários: 09:30 e 19:30 hs.
Local: Salão de assembleias do STIQUIFAR - R. Marquês do Paraná, 156.

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O que muda na Previdência e no Trabalho se Temer assumir

O eventual governo de Michel Temer planeja fazer reformas de impacto nas áreas da Previdência Social e Trabalho. As mudanças já antecipadas pelos prováveis colaboradores do novo presidente da República mostram que ele, assim que assumir, deve mandar para o Congresso Nacional de imediato propostas de modificações nas regras de concessão de benefícios previdenciários e assistenciais, de vinculação dos benefícios com o salário mínimo e flexibilização da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT).

A principal alteração deverá ser na Previdência Social. Apesar de adversário de Dilma, se assumir em seu lugar Temer vai encaminhar ao Congresso a proposta que a equipe econômica que a presidente petista tentou aprovar: a exigência de idade mínima de 65 anos para aposentadoria de homens e mulheres. A proposta está no documento “Uma ponte para o futuro”, divulgado ano passado pelo PMDB.
Hoje a aposentadoria por idade é de 65 anos para homens e 60 para mulheres, e o trabalhador também pode aposentar por tempo de contribuição pela Fórmula 85/95, que soma esse tempo com a sua idade. A proposta de Temer deve incluir regras de transição de cinco a dez anos para quem já está no mercado de trabalho.

Autor de estudo que mostra que 75% do gasto público da União são de repasses para programas sociais, funcionalismo público e previdência, o economista Raul Velloso, especialista em contas públicas, vê a adoção da idade mínima para aposentadoria como essencial para que o governo evite a insolvência.

Já o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, filiado à Força Sindical, Carlos Ortiz, critica a proposta para a Previdência. “Somos contra o aumento de idade para aposentadoria das mulheres e a desvinculação dos benefícios do mínimo. Seja qual for o governo, Dilma ou Temer, não permitiremos que garantias conquistadas sejam retiradas”, diz Ortiz.

Nas alterações das relações de trabalho, empresas e sindicatos poderão negociar livremente parcelamentos, formas de pagamentos, redução de salários e de jornadas de trabalho. Essas propostas também constam do documento do PMDB.

Segundo o cientista político e vice-presidente da Arko Advice, Cristiano Noronha, a grande mudança na área trabalhista proposta por Temer é a flexibilização da CLT, com a sobreposição do negociado sobre o legislado.

Outra proposta polêmica de Temer é a desvinculação dos benefícios previdenciários e assistenciais para deficientes e idosos de baixa renda do salário mínimo. Nela, os benefícios passariam a ser corrigidos anualmente apenas pela inflação. Hoje em dia, os salários dos aposentados são vinculados ao mínimo.

Todas essas propostas encontram forte reação da Central Única dos Trabalhadores (CUT). “O que eles querem é tirar as garantias dos trabalhadores. E isso não vamos permitir”, afirma Vagner Freitas, presidente da CUT.
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Comissão examina mudanças no adicional de insalubridade pago ao trabalhador

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) deve votar nesta quarta-feira (11), o projeto (PLS 294/2008) do senador Paulo Paim (PT-RS), modificado pelo relatório do senador Vicentinho Alves (PR-TO), que altera as regras do adicional de insalubridade, definidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O projeto em análise prevê que esse adicional incida sobre um valor base de R$ 950, atualizado todo ano pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

O adicional de insalubridade é um direito concedido a trabalhadores que são expostos a agentes nocivos à saúde. Há três graus: mínimo, que dá adicional de 10%, médio (20%) e máximo (40%). Não há entendimento jurídico, no entanto, sobre a base de cálculo a ser usada para o adicional: se sobre o salário mínimo, sobre o salário-base, sobre o piso da categoria ou sobre a remuneração total.

O senador Paim vê a necessidade de uma norma para essa questão.

— Se, de um lado, o adicional de insalubridade não pode mais ter seu valor indexado ao salário mínimo, de outro, não temos mais, em nosso ordenamento jurídico, regra que estabeleça a base de cálculo para viabilizar o seu pagamento — reforçou o senador.

Este projeto será analisado de forma terminativa pela CAS, e se, aprovado sem emendas, poderá ser encaminhado diretamente à Câmara dos Deputados.

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