Stiquifar assina contrato consignado do Santander

O Stiquifar assinou nesta terça-deira, dia 13 de abril, o Contrato de empréstimo Consignado com o Banco Santander para funcionários da Vale Fertilizantes. A entidades esclarecer que o contrato somente foi assinado agora porque foi neste momento que o Stiquifar recebeu o citado documento da Vale. Agora os trabalhadores da Vale poderão adquirir tal empréstimo.
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Vale prepara oferta com Apollo por ativos de fertilizantes da Anglo no Brasil, dizem fontes

A mineradora Vale está preparando em conjunto com a empresa de private equity Apollo uma oferta pelos negócios em nióbio e fosfatos da Anglo American no Brasil, disseram três fontes com conhecimento do assunto nesta terça-feira.
Uma venda dos ativos, usados na produção de fertilizantes, poderia representar cerca de 1 bilhão de dólares para a Anglo American.
A mineradora listada em Londres disse que quer levantar até 4 bilhões de dólares com desinvestimentos para reduzir suas dívidas para menos de 10 bilhões de dólares ao final do ano, em um momento em que a companhia sofre com a queda dos preços das commodities.

Um porta-voz da Anglo disse que o processo de venda está progredindo conforme planejado. A Vale não comentou, enquanto a Apollo não respondeu imediatamente a pedidos de comentário.


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Vale apresenta relatório de desempenhos

A Vale Fertilizantes, em reunião no dia 12 de abril, foram apresentados o desempenho de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da empresa. De acordo com o relatório, houve crescimento dos índices nos programas implantados pela empresa.  A direção da Vale Fertilizante informou que os números ainda geram pontos de atenção, principalmente nas RAC`s 04 e 05, e que está desenvolvendo de aplicação de seus programas junto aos trabalhadores diretos e terceiros para que o nível de segurança aumente. Ressaltamos que programas de Saúde e Segurança são criados pelas empresas, e que os trabalhadores devem estar atentos à sua segurança.
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Ações da Vale sobem após anúncio de venda de participação na CSA

As ações da mineradora Vale estão subindo nesta terça-feira (5) e ajudam na melhora do humor do mercado após o tombo da véspera.
A mineradora anunciou a venda de sua participação 26,87% na deficitária Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) para a sócia alemã Thyssenkrupp, por um "preço simbólico". O acordo foi feito pela Vale para a companhia concentrar-se nos seus negócios principais de mineração, diante de um cenário desfavorável para os preços de commodities.
Na máxima do dia, por volta de 12h15, as ações da mineradora chegaram a R$ 11,68, alta de 3,27%.
Em comunicado, a mineradora afirmou que, após a conclusão da transação que visa simplificar seu porfólio de ativos, deixará de ter responsabilidade pela dívida da CSA. Os passivos da CSA somavam 2,6 bilhões de euros no trimestre encerrado em setembro de 2015.
Segundo relatório do Credit Suisse, "há uma clausula de earn-out (não divulgada) em que a Vale teria direito a um potencial dinheiro, caso a Thyssenkrupp venda uma participação majoritária para terceiros”, diz a equipe de análise do banco.
O contrato de fornecimento de minério de ferro da Vale para a CSA ainda é valido. Os analistas acreditam que a noticia é neutra para a Vale, sem grandes impactos financeiros para a mineradora.
"A transação reforça a estratégia da empresa de vender ativos non-core e seu comprometimento em preservar a saúde financeira", informou a Vale, acrescentando que o negócio está sujeito a aprovações do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). 


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Rabobank prevê retomada do crescimento da entrega de fertilizante

Um estudo elaborado pelo Rabobank prevê que o volume entregue de fertilizantes ao consumidor final brasileiro deve ficar entre 30,5 milhões e 31,5 milhões de toneladas neste ano, o que representaria uma recuperação de até 4,5% em relação ao ano passado, quando a demanda recuou 6,2% ante o desempenho de 2014. Os analistas observam que o crescimento esperado está em linha com a taxa verificada nos últimos 15 anos.
Os analistas citam os dados da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda), que mostram aumento de 10,8% nas entregas de fertilizantes no primeiro bimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, para 4,2 milhões de toneladas. “Os elevados patamares de preços do milho no mercado interno impulsionaram a demanda por adubos voltados ao cultivo da segunda safra do cereal”, dizem eles.
Em relação às estratégias de negociação, os analistas comentam que embora o momento seja favorável para compra dos fertilizantes em dólar, o produtor deve estar atento à alta volatilidade cambial, que impacta tanto os preços dos fertilizantes, quanto o de commodities agrícolas no mercado brasileiro, alterando a relação de troca. Eles observaram que os produtores que fecharam negócios nos dois primeiros meses do ano, antes da forte desvalorização cambial, obtiveram os insumos pelo menor preço.
Para evitar surpresas no pagamento dos adubos, os analistas recomendam ao produtor que vende sua produção em reais a realização da trava do câmbio dos fertilizantes em operação de hedge. “Para o produtor que tem a opção de venda da produção em dólar, existe a alternativa de deixar a dívida pelo fertilizante na própria moeda americana”, dizem eles.
Os técnicos alertam que o preço pago pelo adubo não deve ser tomado como único parâmetro para avaliação de um bom negócio. “Estar bem alinhado em termos de custos e venda da produção pode ser essencial para garantir uma boa rentabilidade”.
Mercado
Na análise do mercado, os analistas comentam que o desequilíbrio formado pelo cenário global de excesso de oferta e demanda desaquecida tem reduzido os preços dos fertilizantes no mercado internacional desde o início de 2015. “Em vista dessas cotações pressionadas, o momento se mostra favorável ao produtor brasileiro para aproveitar as oportunidades em dólar e negociar os adubos para a próxima safra.”
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Yara vai investir R$ 1 bilhão em fábrica no sul do Brasil

A fabricante de fertilizantes Yara International vai investir cerca de R$ 1 bilhão na expansão e modernização de sua fábrica em Rio Grande, no sul do Brasil, projeto que deve ser concluído em 2020.
A expansão vai dobrar a capacidade atual da fábrica de produção e mistura de 800 mil toneladas anuais de fertilizantes.
"A expansão representa outro passo em nossa estratégia de crescimento no Brasil, estabelecendo melhor nossa posição no país como um competidor de longo prazo no setor, comprometido a desenvolver e investir no agronegócio brasileiro", disse o presidente-executivo da empresa, Svein Tore Holsether, em comunicado.


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Empresa obrigada a reintegrar funcionário também terá que pagar pensão

A obrigação de reintegrar trabalhador acidentado, que tem a estabilidade garantida por norma coletiva, é compatível com o dever de pagar pensão mensal. Foi o que decidiu a 4ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, sediado em Campinas (SP), ao julgar uma ação movida por um funcionário de uma montadora.
O trabalhador sofreu acidente de trabalho e lesionou o joelho. Ele moveu ação a fim de pedir a pensão vitalícia. A primeira instância negou o pedido, mas o TRT-15 reformou a decisão.
Segundo a desembargadora Eleonora Bordini Coca, que relatou o caso o artigo 950 do Código Civil, ao tratar da indenização por ato ilícito, divide-a entre danos emergentes e lucros cessantes. Ela explicou que por danos emergentes entende-se toda a despesa ocasionada pelo ato; já os lucros cessantes representam todo o patrimônio material que, em razão do fato, a vítima deixou de receber.
“Dentre as modalidades de lucros cessantes estão incluídos os valores devidos ao ofendido enquanto convalescente, pressupondo-se o prejuízo com o qual arca diante da impossibilidade de exercer seu trabalho. Nesse conceito, está incluída a pensão mensal que poderá ser fixada pelo juiz quando presente a redução da capacidade laborativa da vítima”, afirmou.
Segundo a relatora, o pensionamento também se justifica porque “a incapacidade parcial para o trabalho acarreta maior esforço na realização das tarefas e diminui a possibilidade de evolução profissional, vez que o trabalhador não está em igualdade de condições em relação aos demais para concorrer a uma vaga dentro da empresa”.
“No presente caso, ainda que o trabalhador acidentado permaneça no emprego, exercendo função compatível com suas limitações físicas, é cabível o deferimento da indenização, haja vista que o dano precisa ser ressarcido, eis que a limitação para as atividades humanas é inconteste”, destacou.
A desembargadora citou doutrina e jurisprudência atuais, concluindo que “há compatibilidade entre a manutenção do emprego em razão da estabilidade garantida em norma coletiva e a instituição de pensionamento mensal vitalício”. A decisão foi unânime. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-15.
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