Fórum dos Trabalhadores de Uberaba promove encontro com setores da comunicação em Uberaba



O Fórum dos Trabalhadores de Uberaba (FTU) – formado por mais de 20 sindicatos de trabalhadores e movimentos sociais do município – promove no dia 29 de abril reunião aberta para profissionais da comunicação de Uberaba e região.

No evento, as trabalhadoras e trabalhadores na comunicação de Uberaba e Região serão homenageados pela “Semana do Trabalhador”, e em seguida um coffee break.

Ainda durante o evento, uma entrevista coletiva será concedida com para a apresentação da Carta Aberta de Uberaba contra o Projeto de Lei 4330, que permite a terceirização da mão de obra e também  o 1° de maio Unificado , com a realização inédita da Feira de Agroecologia e Reforma Agrária de Uberaba, com a participação efetiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do Movimento dos Sem Terra (MST).
A reunião acontece no dia 29 de abril, quarta-feira, às 16h, na sede do Sinpro (Sindicato dos Professores da Rede Particular), localizado na Rua Alfén Paixão, 105, Bairro Mercês. Read More!

Direção apoia o processo eleitoral no SIMA/Araxá


Acontece em Araxá eleição sindical no SIMA (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Extração de Metais Básico e Minerais Não-Metálicos de Araxá), neste ano o  processo eleitoral é composto de chapa única encabeçada pelo atual presidente, Vicente Matos. Os diretores Joel Folador e Sebastião Santos, estão na cidade de Araxá, participando efetivamente dos trabalhos de coleta de votos.


Trabalhador Araxaense sua  participação  é de suma importância na organização e nos destinos do seu Sindicato. Um Sindicato forte é um Sindicato com a presença de todos os trabalhadores! Compareça, vote e participe.  Exerça sua cidadania!
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Trabalhador tem braço amputado em acidente na Vale Fertilizantes em Araxá




Um trabalhador de 42 anos teve um dos braços amputado em um acidente de trabalho na madrugada desta segunda-feira (27) na Vale Fertilizantes, em Araxá. Ele foi socorrido e encaminhado para o Pronto Atendimento Municipal. De acordo com as informações do hospital, ele recebeu os primeiros socorros e foi transferido para um hospital em Ribeirão Preto (SP) devido a gravidade de seus ferimentos.

O Sindicato do Trabalho Industrial Extrações Metais Básico (Sima) informou que a vítima trabalhava no setor de produção de fertilizantes há 12 anos. Segundo testemunhas, o operador prendeu o braço em uma correia de uma máquina. A assessoria de comunicação da Vale informou, por meio de nota, que o operador de processos químicos e a família estão recebendo assistência. De acordo com a mineradora, as causas do acidente estão sendo investigadas.

Os acidentes de trabalho nas unidades da Vale são recorrentes e cada dia mais graves. Em Araxá um engenheiro de segurança foi assediado e quase demitido após acidente ocorrido nas dependências da empresa. Segundo relatos dos companheiros do SIMA, o engenheiro ficou mais de quatorze horas prestando a devida assistência no local do acidente. Ao retornar no dia seguinte, foi submetido a um interrogatório que o deixou tão transtornado que foi afastado por médico psiquiatra.

Após este afastamento a direção da empresa, em afronta ao Acordo
coletivo, suspendeu a entrega do Vale Alimentação e cartão da Unimed. O engenheiro ingressou com ação para receber o Vale Alimentação.e o cartão de assistência a saúde. Em retaliação a direção da Vale tentou proceder a demissão com assinatura do aviso prévio à revelia do trabalhador. Coletou assinatura de duas testemunhas, sendo que o trabalhador estava em outra cidade. A situação por tão absurda foi suspensa, após a interferência do Sindicato.
Na planta de Uberaba não é diferente, meses atrás, dois trabalhadores inalaram gases tóxicos em um acidente na empresa. A Vale, desrespeitosamente, ao invés de seguir o procedimento correto e legal de emitir duas CAT, emitiu apenas um documento. Além de expor a vida de seus trabalhadores a empresa não cumpre sequer os ritos legais da justiça trabalhista brasileira. O que mais nos espanta, além é claro dos acidentes, é o comportamento totalmente descabido por parte da Vale  Fertilizantes após a ocorrência destes acidentes. Ao invés de apoiar o trabalhador a Vale prefere punir. Como se eles próprios fossem culpados pelos acidentes em que foram as vítimas, quando na verdade nós sabemos que a ineficiência e falta gestão da empresa são os reais culpados por todos estes acidentes.
A direção do STIQUIFAR  envia seu total apoio aos companheiros de Araxá e, acima de tudo, ao trabalhador acidentado gravemente e seus familiares, desejamos a ele uma breve recuperação física e psicológica. Força Companheiros!!!



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Quem hoje demite, amanhã reclamará do apagão de talentos


Fonte: Valor 

“Empresas que começam a aumentar demissões agora são as que reclamarão de apagão de talentos daqui a alguns anos”. No segundo semestre do ano passado, fiz essa observação durante uma entrevista para o Valor e, em 27 de agosto, o jornal a veiculou como a Frase do Dia.
A cada dia que passa percebo que ela é mais real. As demissões estão aumentando em todos os níveis. Nas posições executivas, nossos estudos mostram um aumento de 20% nos desligamentos em 2015 no comparativo com o primeiro trimestre do ano passado.
As empresas estão pressionadas pelo fraco desempenho da economia e não conseguem manter seus funcionários. Esse movimento de expansão e retração econômica é cíclico e cada vez mais frequente. Porém, quero ressaltar que precisamos analisar as origens desse processo e seus impactos de forma mais ampla.
Em 2010, com a economia crescendo, as empresas contrataram muitos profissionais em todas as áreas. O índice de desemprego chegou aos menores patamares da história. O mundo observou e apostou no nosso potencial. A revista “The Economist” colocou o Brasil em evidência citando que o gigante havia acordado. Vivemos uma euforia empresarial. Ondas de abertura de capital e atração de pessoas do mundo todo querendo vir para cá. Nosso samba estava indo bem.
Nesse período, a expressão da moda era “apagão de talentos” porque as empresas buscavam pessoas e não encontravam. Precisavam acelerar seus projetos e não tinham profissionais qualificados. As reclamações quanto à mão de obra mesclavam críticas sobre a falta do idioma inglês, formação acadêmica e experiência.
O tema preferido dos encontros de profissionais de recursos humanos era mencionar o número de vagas abertas e não preenchidas pela ausência de candidatos. Lembro­-me de reuniões em que os executivos bradavam que a coisa mais importante de sua gestão seria formar novos líderes para sustentar o crescimento e o futuro dos negócios.
Esse ciclo de ouro do mercado durou até 2012 e gerou alguns efeitos colaterais criados pelas próprias empresas e que se mostram insustentáveis hoje, como salários e bônus que cresceram muito mais do que a inflação, estruturas grandes demais e outros desperdícios frutos dos ganhos fáceis daquele período. O Brasil ficou caro antes de ficar rico.
Pressionados pela ausência de lucro nas matrizes na Europa e Estados Unidos, as subsidiárias brasileiras precisaram se comprometer com resultados que não conseguiram alcançar. Nosso otimismo sem entrega nos colocou em desconfiança geral. A partir de 2013, o cenário mudou. Tínhamos um ministro da Fazenda prometendo mais do que podia e muitos CEOs na mesma toada. Construímos um castelo de ilusões no estilo Eike Batista.
Somadas essa dose descalibrada de promessas e resultados com um governo que tomou muitas decisões equivocadas na condução da política econômica e na gestão pública, temos o cenário negro armado.
Em 2013 e 2014, os profissionais mais procurados foram os da área financeira. Diferentemente de 2010 e 2011 não foram executivos com foco em expansão e novos projetos, e sim profissionais para fazer cortes de estrutura.
O xerife do cofre munido do revólver e uma bala de prata para salvar a empresa. A onda do controller veio com força total.
Entendo esse movimento, mas não podemos deixar de mensurar os riscos de cortes na estrutura que irão afetar a gestão e a possibilidade de a empresa retomar seu rumo quando o furacão passar.
Tenho visto inúmeras organizações encerrando seus programas de trainees, que são instrumento de formação de pessoas. A alegação é que com a crise não faz sentido preparar novos líderes.
Os cenários apontam que viveremos mais dois ou três anos difíceis antes da retomada econômica. Fico me perguntando como as empresas irão suprir suas demandas de profissionais quando o mercado voltar a aquecer. As pessoas não ficam sendo preparadas em uma base lunar e depois voltam ao planeta quando a empresa deseja. São as companhias as maiores responsáveis por formar pessoas qualificadas no mercado. Se elas vivem com soluços de gestão, irão certamente sentir a falta de pessoas preparadas em um futuro breve.
Minha certeza é que a soberania do mercado irá novamente triunfar. Assim como aquelas empresas que tiveram serenidade para conduzir seus movimentos na crise de 2008 conseguiram uma recuperação mais rápida, teremos o mesmo nessa crise. Aqueles que desorganizarem seu negócio pelo efeito manada irão reclamar do apagão de talentos de 2017. Read More!

Empresas querem revisão de norma de segurança sobre uso de máquinas


Fonte: Jornal Valor Econômico

Cerca de 40 representantes de empresas do setor madeireiro compareceram à Delegacia Regional do Trabalho do município catarinense de Canoinhas, em outubro do ano passado. Foram convidados a ouvir uma palestra sobre a NR 12, norma trabalhista que em 2010 ampliou as exigências de segurança no manuseio de máquinas e equipamentos industriais.
No fim da "palestra", os presentes foram surpreendidos com o recebimento de notificação trabalhista, dando prazo para a empresa apresentar documentos e comprovar o cumprimento da norma. Dois dias depois, o mesmo ocorreu em Porto União, também em Santa Catarina.
A notificação coletiva aconteceu cerca de um mês após a criação de comissão interministerial, reunindo os ministérios da Fazenda, Trabalho e Desenvolvimento, para discutir o assunto com representantes de indústrias e trabalhadores. A criação da comissão foi solicitada pela indústria na tentativa de flexibilizar as normas.
Apesar das reuniões técnicas, as fiscalizações do Ministério do Trabalho cresceram no período. As cerca de 80 indústrias de Porto União e de Canoinhas fazem parte de um universo de 19.316 empresas notificadas no ano passado. O número representa elevação de 14,3% em relação às notificações de 2013 e quase o dobro das 10.852 indústrias notificadas em 2010. As autuações crescem em ritmo semelhante. Foram 10.519 autuações em 2014, 8.606 em 2013 e 5.221 em 2012.
A norma nº 12, do Ministério do Trabalho, existe desde 1978. A discussão mais recente surgiu quando, em 2010, os cerca de 50 itens a serem cumpridos pelas indústrias aumentaram para mais de 340. O novo texto está em vigor desde 2010, mas a fiscalização passou a ficar mais forte em 2012.
Um dos maiores problemas do texto ampliado da norma, diz Carlos José Kurtz, diretor jurídico da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), é que ele estabelece que todas as máquinas, inclusive as adquiridas antes da edição da norma, devem obedecer as mais de 300 exigências. "Isso sucateia quase todo o parque industrial existente", afirma. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que o setor deverá gastar inicialmente R$ 100 bilhões para se adequar à norma.
No caso de Nova União e Canoinhas, conta Kurtz, o sindicato que reúne indústrias de carpintaria e de madeiras da região foi à Justiça e obteve liminar que assegura a exigência dos novos itens da NR 12 somente para equipamentos adquiridos após 24 de dezembro de 2010. A decisão judicial livra as empresas de cumprir as exigências para o maquinário que já tinham na data. Segundo Kurtz, essa é uma das mudanças que a indústria pede na aplicação da norma.
As negociações, porém, não estão avançando, segundo Luciana Freire, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), e notícias sobre fiscalizações, inclusive como as notificações coletivas ocorridas em Canoinhas e Porto União, continuam a aparecer este ano. "A criação da comissão interministerial e a nomeação de seus integrantes no ano passado foram consideradas um ponto muito positivo, mas na verdade o diálogo com o governo está paralisado." Enquanto isso, diz Luciana, as empresas continuam lidando com a fiscalização e arcando com os custos de ir ao Judiciário para voltar a operar uma máquina interditada.
As entidades que representam os trabalhadores veem na revisão da norma um caminho para a redução do número de acidentes do trabalho e, por isso, se colocam contra a revogação – ainda que temporária – pedida pelas empresas. Luiz Carlos da Silva Dias, presidente da Federação dos Sindicatos de Metalúrgicos da CUT-SP, afirma que as empresas tiveram "quatro anos para se adaptar às mudanças", já que a inclusão dos novos parâmetros de segurança foi anunciada pelo governo em 2010.
"Somos contra qualquer tipo de retrocesso", afirma, ressaltando o impacto positivo da medida na redução dos gastos previdenciários. Em 2013, de acordo com os dados mais recentes da Previdência, foram registrados no país quase 718 mil acidentes de trabalho.
Também contrário à suspensão da norma, Sérgio Leite, presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de SP, ligada à Força Sindical, defende exceções em alguns casos, que seriam concedidas pelo Ministério do Trabalho após análise das razões apresentadas pelas empresas. "Nem sempre dá para adaptar a máquina, às vezes é preciso comprar uma nova. Nesses casos, por exemplo, a empresa poderia negociar um tempo maior com o ministério", afirma.

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Petrobras termina 2014 com 5.200 funcionários a menos



Fonte: ESTADÃO


A crise que atingiu a Petrobras no ano passado colocou fim a uma antiga trajetória de expansão no quadro de funcionários da estatal, que durou pelo menos durante a última década. Dados divulgados na semana passada pela companhia apontam que, no final de 2014, o corpo funcional da empresa era composto por 80.908 funcionários próprios, uma retração de 6% em relação aos 86.108 do final de 2013. O número do ano passado é o menor desde 2011, quando a companhia terminou o ano com 81.918 funcionários. No ano anterior, a marca ainda era de 80.492 empregados. Documentos disponibilizados pela estatal desde 2004 mostram que, no decorrer da última década, o corpo funcional apenas cresceu. Entre 2003 e o ano seguinte, o aumento foi de 6,6% e o número de funcionários chegou a 52.037 pessoas. Esse número chegou a 53.933 em 2005, 62.266 pessoas em 2006, 68.931 pessoas em 2007, 74.240 em 2008 e 76.919 em 2009. No início desta década, a trajetória continuou inalterada. Os dados de 2010 (80.492 pessoas) e 2011 (81.918 funcionários) foram seguidos por um total de 85.065 pessoas em 2012. Além dos funcionários próprios, a Petrobras ainda contabilizava ao final do ano passado um total de 291.074 empregados de empresas prestadoras de serviços. O número representa uma retração de 19,2% em relação aos 360.180 terceirizados contabilizados no final de 2013. Em 2004 eram apenas 146.826 empregados terceirizados.

A queda mais expressiva de funcionários terceirizados deve ser explicada pela decisão da Petrobras de reduzir o ritmo de investimentos em 2014 e, ao mesmo tempo, muitas de suas parceiras enfrentarem problemas associados à evolução das investigações da Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato. Empresas como o Grupo Galvão, que já demitiu mais de 9 mil pessoas, era responsável pelo andamento da fábrica de fertilizantes em Mato Grosso do Sul e do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), por exemplo. As duas obras foram incluídas pela Petrobras em uma lista de projetos sem data prevista para conclusão. Diante do andamento das investigações da PF na Lava Jato, e da suspeita de que diversos contratos assinados por ex-diretores da Petrobras continham irregularidades, a estatal reduziu o ritmo dos investimentos. Entre janeiro e dezembro, a companhia desembolsou R$ 87,140 bilhões, montante 16,5% inferior ao investido em 2013. O total também é quase 8% inferior ao investimento de R$ 94,6 bilhões inicialmente previsto pela estatal para 2014. PIDV Além da desaceleração dos investimentos, outro fator que explica a redução do corpo funcional da Petrobras no ano passado foi a implementação do Plano de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV). Um total de 8.298 empregados, com 55 anos ou mais, aderiram ao plano. Entre abril e dezembro de 2014 foram realizados 4.936 desligamentos e 481 desistências de empregados que aderiram ao PIDV.
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Renan: 'Terceirizar a atividade-fim é uma involução'


O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) criticou, nesta quinta-feira (23), o teor central do PL 4.330/04, que permite que empresas contratem trabalhadores terceirizados para suas atividades-fim. A matéria foi aprovada pela Câmara dos Deputados quarta-feira (22) e deverá chegar ao Senado em breve.
“É fundamental regularizar os terceirizados, temos no Brasil 12 milhões. Mas não podemos regulamentar, sob hipótese nenhuma, a atividade-fim. É uma involução, um retrocesso. Significa revogar os direitos e garantias individuais e coletivos”, disse.
Renan afirmou que a tramitação do projeto no Senado será realizada sem pressa, com distribuição correta para as comissões pertinentes, muito debate e durante o tempo que for necessário. Ele alertou para os riscos que podem vir de uma apreciação açodada.
“Nós vamos fazer uma discussão criteriosa no Senado. O que não vamos permitir é pedalada contra o trabalhador. Não podemos permitir uma discussão apressada que revogue a CLT. Não vamos ter pressa. A matéria tramitou na Câmara por 12 anos.”
Renan, disse ainda, que o Senado não vai permitir a terceirização de atividades-fim das empresas, como foi aprovado no projeto que regulamenta a terceirização aprovado na Câmara dos Deputados. Ele afirmou que o PMDB tem compromisso com os direitos trabalhistas garantidos pela Constituição.
Senadores querem mudança no texto
Os senadores Jorge Viana (PT-AC) e Eunício Oliveira (PMDB-CE) defendem mudanças no projeto que regulamenta contratos de terceirização, aprovado na Câmara dos Deputados.
Eles querem modificar especialmente o item que permite às empresas terceirizar as atividades-fim.
'Projeto de terceirização diminui salários e reduz o poder de compra'
Em pronunciamento nesta quinta, a senadora Regina Sousa (PT-PI) afirmou que o PL 4.330/04 representa um retrocesso de direitos sociais conquistados pelos trabalhadores.
“A pretexto de regulamentar direitos, abre-se uma porteira para terceirização desenfreada”, disse.
Para Regina Sousa o projeto tira a responsabilidade das empresas sobre seus produtos, passando esse encargo para as empresas terceirizadas. A redução dos salários e maior insegurança para os trabalhadores são alguns dos reflexos do projeto, segundo a senadora.
Outro que se pronunciou em plenário nesta quinta foi o senador Humberto Costa (PT-PE). O senador acusou o PSDB de ter se unido a “outras forças conservadoras para derrotar o trabalhador brasileiro”.
O parlamentar ressaltou que, sob o comando do presidente da legenda, senador Aécio Neves (MG), os tucanos, pressionados pela opinião pública, chegaram a ensaiar um voto contrário ao projeto, mas “iludiram a população”.
“O PSDB mostrou de que lado está: contra os trabalhadores e suas conquistas sociais. A orientação partiu exatamente do presidente, Aécio Neves. O partido diz uma coisa em público e se articula com o que há de mais conservador para enterrar conquistas trabalhistas”, afirmou.
A julgar pelos pronunciamentos proferidos na tribuna do Senado sobre o projeto de terceirização, a tramitação da matéria não será açodada e deverá ter mais debates na Casa. (Com Agência Senado) Read More!