Centrais sindicais lutam pela manutenção do auxílio emergencial de 600 reais até dezembro

 



Ao Exmo. Presidente da Câmara dos Deputados

Sr. Rodrigo Maia

Nós, abaixo-assinados, cientes da necessidade da manutenção do valor de R$ 600,00 na extensão do Auxílio Emergencial até dezembro de 2020 (R$ 1.200,00 para mãe chefe de família), clamamos ao presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Rodrigo Maia, que coloque imediatamente em votação a Medida Provisória 1.000/2020.

A Medida corta o Auxílio pela metade, reduzindo-o a R$ 300,00, restringindo a capacidade de milhões de famílias brasileiras enfrentar as consequências da crise sanitária causada pela pandemia do coronavírus, especialmente para pagar alimentação, moradia, transporte, bens de consumo básicos, além de todas as outras necessidades.

O Auxílio Emergencial de R$ 600,00 garantiu o consumo de mais de 65 milhões de pessoas, fomentou a atividade nas empresas e protegeu milhões de empregos, fazendo a roda da economia girar, impedindo, assim, que uma crise econômica ainda maior se instalasse no país.

Por isso, demandamos ao deputado Rodrigo Maia que coloque a MP em votação e aos parlamentares que, sensíveis às necessidades do povo brasileiro, votem pela prorrogação do Auxílio Emergencial até dezembro com a manutenção do valor de R$ 600,00 e de R$ 1.200,00 para as mães chefe de família.

Sérgio Nobre, Presidente da CUT - Central Única dos Trabalhadores

Miguel Torres, Presidente da Força Sindical

Ricardo Patah, Presidente da UGT - União Geral dos Trabalhadores

Adilson Araújo, Presidente da CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil

José Calixto Ramos, Presidente da NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores

Alvaro Egea, Secretário Geral da CSB - Central dos Sindicatos Brasileiros

Joaninha de Oliveira, Secretaria Executiva Nacional da CSP - Conlutas

Ubiraci Dantas Oliveira, Presidente da CGTB - Central Geral dos Trabalhadores do Brasil

Nilza Pereira de Almeida, Secretaria de Finanças - Intersindical - Central da Classe Trabalhadora

Emanuel Melato, Coordenação da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora

José Gozze, Presidente - Pública Central do Servidor

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multinacional em MG abre 20 vagas para engenharia e manutenção

 



Multinacional voltada ao setor de agronomia, a Archer Daniels Midland está com inúmeras vagas de emprego voltadas aos setores operacional, de manutenção e engenharia. As oportunidades são para a cidade de Uberlância, interior de Minas Gerais.

Abaixo listamos as vagas disponibilizadas pela empresa no Brasil, no total são  oportunidades. Para ver detalhes a respeito dos requisitos para cada função e para cadastro de currículo, clique no título da vaga de seu interesse e obtenha as informações.

VEJA AS VAGAS DA MULTINACIONAL ADM DISPONÍVEL NO BRASIL

Técnico instrumentista III – 2 oportunidades

Técnico de manutenção III – 2 oportunidades

Mecânico de manutenção II – 2 oportunidades

Mecânico de manutenção III – 2 oportunidades

Operador de produção – 2 oportunidades

Operador de pá carregadeira

Operador de caldeira

Operador de empilhadeira

Porteiro – PCD

Analista de manutenção 

Engenheiro de manutenção – 3 oportunidades

Engenheiro de projetos

Engenheiro de instalações elétricas

SOBRE A ABS

Como quinto país mais populoso do mundo e maior economia da América do Sul, o Brasil é parte importante dos crescentes negócios globais da ADM. No Brasil, processamos e vendemos soja, milho e produzimos alimentos para animais, além de biocombustíveis, produtos químicos e ingredientes especiais para a indústria.

A ADM iniciou as suas operações no Brasil em 1997 após comprar diversas instalações de esmagamento, elevadores de grãos e silos.

Hoje em dia, são mais de 3.300 funcionários no país.


Fonte: https://opetroleo.com.br/multinacional-mg-vagas-engenharia-manutencao/

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STF começa a julgar HC de trancamento de ação contra ex-presidente da Bunge

 



A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal deu início, nesta terça-feira (2/2), ao julgamento do Habeas Corpus 192.204, em que o argentino Raul Alfredo Padilla, ex-presidente da Bunge Alimentos, pede o trancamento de ações penais a que responde na Justiça Federal do Rio Grande do Sul por crimes ambientais. Após os votos dos ministros Gilmar Mendes, relator, Nunes Marques e Edson Fachin, o julgamento foi suspenso por pedido de vista da ministra Cármen Lúcia.


Segundo o Ministério Público Federal, a unidade da empresa em Rio Grande (RS) mantinha depósito de resíduos nocivos e descartava parte das substâncias no curso hídrico do Saco da Mangueira, com potenciais riscos à saúde humana, à fauna e à flora e em desacordo com as normas ambientais. Por decisão do ministro Gilmar Mendes, o trâmite das ações penais estava suspenso.


Ausência de provas
Na sessão desta terça-feira, Mendes votou pela concessão do HC para determinar o trancamento dos processos por inépcia da denúncia. A seu ver, os autos não contêm provas suficientes de que Padilla, na condição de diretor-geral da empresa, tenha realizado manobra ou conduta precedente ou posterior que dificultasse a atuação dos agentes responsáveis pela fiscalização ambiental.


Segundo o relator, a denúncia pretende imputar os fatos ao executivo apenas porque era presidente da empresa causadora do dano, e a responsabilidade objetiva em matéria penal é vedada no ordenamento jurídico. Ou seja, não há qualquer narrativa de fatos que especifique conduta omissiva ou comissiva a ser enquadrada nos tipos penais indicados, nem qualquer indicação de dolo ou culpa ou demonstração a contento do vínculo causal ou subjetivo entre autor e fato. O ministro Nunes Marques acompanhou o relator.


Responsabilização ambiental
Para o ministro Edson Fachin, que divergiu, a denúncia descreveu com nitidez os fatos supostamente ilícitos, a classificação dos crimes e a individualização das condutas do acusado. Ele observou que o processo contém registros fotográficos, laudo pericial que evidencia discordância em relação aos padrões ambientais admitidos, parecer e colheita de amostras, entre outros elementos.


O ministro argumentou, ainda, que a conduta do então representante da empresa foi ao menos omissiva em cumprir a legislação, ao praticar atividade produtiva legítima de modo ilícito, contrariando as regras ambientais. Com informações da assessoria de imprensa do Supremo Tribunal Federal.


Fonte: https://www.conjur.com.br/2021-fev-02/stf-comeca-julgar-hc-impetrado-ex-presidente-bunge


HC 192.204

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IEPT/Stiquifar fecha parceria com a faculdade Cruzeiro do Sul Virtual

 


O Instituto de Educação para Transformar, que pertence ao Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) informa aos associados que fecharam mais uma parceria para garantir prestação de serviços de qualidade no segmento educacional, com um preço mais acessível.

A equipe do IEPT explicou que conseguiram firmar convênio com a faculdade Cruzeiro do Sul Virtual, garantindo uma mensalidade com desconto de até 50% durante todo o curso de graduação, oferecido na modalidade a EAD (Educação à Distância).

Estamos trabalhando incansavelmente para mostrar o programa para empresas, faculdades, organizações, instituições de ensino, entre outros segmentos.  A nossa meta é garantir as jovens o primeiro emprego e capacitar os trabalhadores da nossa base para que possam assumir novas oportunidades dentro da empresa.


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Centrais batalham pra recolocar na pauta do Congresso o tema Auxílio Emergenciais




As Centrais Sindicais tentam recolocar o Auxílio Emergencial de R$ 600,00 na agenda do Congresso Nacional. Suas lideranças têm dialogado em Brasília com parlamentares diversos. Terça e quarta, 26 e 27, foram à Capital em busca de contato, conversa e para entregar a pauta unificada aprovada pelas entidades dia 5.


O otimismo da vontade diz que o tema começa a ser retomado no Congresso. O pessimismo da razão fala que não é bem assim.


Miguel Torres, presidente da Força Sindical, mantém a expectativa. Terça e quarta, ele e um grupo de dirigentes da CUT, UGT, CTB, Nova Central e CSB estiveram com diversos políticos. Entre os quais Davi Alcolumbre, presidente do Senado; senador Ciro Nogueira, presidente do PP; e também Rodrigo Pacheco, DEM-MG, candidato a presidir o Senado. Com Simone Tebet, candidata pelo MDB, não foi possível.



Miguel diz: “Entregamos a pauta com os cinco pontos já conhecidos e procuramos mostrar a importância de sua efetividade. Temos sido bem recebidos. Agora, dependemos da dinâmica política. De todo modo, a questão do Auxílio Emergencial pode ganhar força e apoios além da bancada de esquerda ou oposicionista”.



Demandas - Para o consultor parlamentar André Santos (também do Diap), a pauta econômica do governo tende a ditar os rumos. Segundo ele, a PEC Emergencial poderia abrigar um novo Auxílio. A matéria se encontra na CCJ do Senado e, em caso de avançar, vigoraria por volta de abril. “Guedes  falou em algo como R$ 200,00, mas condicionado ao número de mortes pela Covid-19”, estranha André. A declaração é macabra.


 

O esforço pelo retorno de um Auxílio Emergencial, avalia André Santos, precisa extrapolar a bancada da oposição e ser adotada também pelos parlamentares situacionistas.



Ford - O fechamento da montadora tem sido tratado entre Centrais e parlamentares. Segundo Miguel Torres, “pouco se espera do governo, mas o Parlamento pode estabelecer exigências a empresas que recebam dinheiro público ou ganhem incentivos fiscais”. O que não pode mais, ele afirma, é o capitalista mudar de planos, levantar acampamento e ir embora sem qualquer ressarcimento ao Estado brasileiro.



Fonte: Repórter Sindical 

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TAG fecha contrato para abastecer duas fábricas de fertilizantes operadas pela Proquigel Química

 




A Transportadora Associada de Gás (TAG) fechou contrato para abastecer duas fábricas de fertilizantes operadas pela Proquigel Química, do Grupo Unigel, na Bahia e em Sergipe, em seu primeiro acordo de transporte com uma empresa privada.

O negócio, de 100 milhões de reais, teve início em 29 de janeiro e prevê a entrega de 2,3 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

O contrato tem prazo de até um ano e será atendido pela atual infraestrutura de transporte de gás da TAG. O fornecimento do insumo será feito pela Petrobras, antiga operadora da TA

“Estamos trabalhando ativamente para viabilizar o acesso de novos clientes à malha da TAG, o que é fundamental para o crescimento do setor e para a atração de mais investimentos em toda a cadeia”, afirmou em nota o diretor-presidente da TAG, Gustavo Labanca.

“É um esforço conjunto com a (reguladora) ANP e demais instituições envolvidas na abertura do mercado para atender às demandas dos agentes, antes mesmo da aprovação da nova lei do gás.”

A TAG só tinha contratos com a estatal Petrobras antes do acordo com a Unigel.

O acordo é resultado do programa federal Novo Mercado de Gás, que visa reduzir a participação da Petrobras no mercado de gás, com o objetivo de abrir espaço para novos atores e mais investimentos.

Em nota, a ANP destacou que foi o primeiro contrato de serviço de transporte de gás na modalidade interruptível, no modelo de entrada e saída, previsto no programa governamental. Nesse programa, a Petrobras se comprometeu a vender seus ativos de transporte e distribuição, além de outras questões.

A TAG, que pertencia à petroleira estatal, com uma infraestrutura de gasodutos de aproximadamente 4.500 km, foi vendida e hoje é operada pela Engie, com 65% de participação, em parceria com a Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ), com 35%.

Já a Unigel assumiu a operação das fábricas de fertilizantes da Bahia e de Sergipe, arrendadas da Petrobras por 10 anos.

A fábrica de Sergipe será a primeira fábrica a receber o insumo como parte do novo negócio, com volume médio de 1,1 milhões de m³ por dia, enquanto a fábrica da Bahia receberá uma média de 1,2 milhões de m³/d, com previsão de início a partir de março, informou a TAG.

“A Unigel irá suprir uma demanda importante de insumos para agricultura, pecuária e indústria nacional, que hoje depende da importação de outros países, retomando a produção de ureia e sulfato de amônio”, disse em nota o CEO da Unigel, Roberto Noronha Santos.

Com a retomada das fábricas, a Unigel também reforçou a própria competitividade no segmento de acrílicos, uma vez que parte da amônia produzida nessas unidades também deixa de ser importada.
Fonte Estadão
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Brumadinho: Zema, TJ e Vale realizam nova reunião em busca de acordo




 Representantes do governo de Minas, da Vale e do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) se reuniram nesta segunda (01/02) para tentar costurar um acordo para reparação dos danos provocados pelo rompimento da Barragem 1 da Mina de Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Grande BH.

O encontro teve mediação do presidente do TJMG, desembargador Gilson Soares Lemes. Nessa sexta (29/01), o mesmo juiz acatou pedido da mineradora para estender as negociações por mais 15 dias.

 

A reunião aconteceu no Centro Judicial de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de 2º Grau.Ainda na agenda, o juiz Gilson Lemes acatou solicitação da Vale para prorrogar o auxílio-emergencial pago aos atingidos até 28 de fevereiro de 2021.

 

Em nota, o governo de Minas negou que finalizou acordo com a Vale. 

Porém, mais cedo, governador Romeu Zema (Novo) deu as tratativas como encerradas. A declaração foi dada durante cerimônia de posse da nova mesa diretora da Assembleia Legislativa. 

 

"Negociamos um acordo de reparação com a mineradora Vale, que possibilitará aos mineiros uma sensível melhoria na qualidade de serviços prestados. Os valores que receberemos para compensar o povo mineiro serão revertidos, exclusivamente, em obras e serviços", disse   


De acordo com o TJ, Zema participou do encontro com a Vale e o Judiciário nesta segunda. Ainda pelo governo, marcaram presença o secretário de estado de Planejamento e Gestão, Otto Levy Reis; o adjunto da mesma pasta, Luiz Otávio Assis; e o secretário geral adjunto, Marcel Bechini.


Advogados da Vale, membros do Judiciário e integrante do Ministério Público também compareceram. 


Fonte: Jornal o Estado de Minas Gerais

 

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