Heringer no topo nacional não reconhece seus trabalhadores



Companheiros, o STIQUIFAR  esteve presente no IV Encontro do Setor de Fertilizantes com algumas propostas para o evento. Uma delas é a discussão quanto ao descaso e menosprezo que a Heringer trata seus trabalhadores ficando evidenciado neste evento que a empresa encontra-se no topo nacional quanto a mistura de fertilizantes e acreditem: sem nenhum tipo de financiamento, com recursos próprios.

Deixamos claro, que esta é uma luta de todos os sindicatos, com exceção de Ourinhos/SP que infelizmente já assinou o acordo de PL. UBERABA , BH, CUBATÃO, CATALÃO E BAHIA  estão juntos na luta para reivindicar e conquistar 2 salários de adiantamento para seus representados.

Nesta semana acontecerá reunião da empresa com o SINDIQUIMICA  de Santos/ SP dia 4 e com o STIQUIFAR  no dia 5, no caso da Heringer  resistir em não atender nosso pleito iremos propor aos trabalhadores de Uberaba uma paralisação de sexta até segunda. Neste momento de safra e com caminhões esperando, em uma possível mobilização, estaremos onerando a receita da empresa que não reconhece as necessidades dos seus empregados.

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Vale quer "enfiar" goela baixo dos trabalhadores seu programa de PR



Estivemos reunidos com a direção da Vale para negociação de metas deficitárias tais como: fator de utilização, atraso nas paradas e também reclamações improcedentes, para nossa surpresa a empresa nos informou que em seu sistema as metas já foram cadastradas e que a janela de metas do mesmo só permite uma nova revisão em setembro próximo, ficando evidenciado em nossas discussões que a Vale não quis se comprometer em nenhum momento de que tais metas serão revistas e aceitas.

Companheiros em total desrespeito a relação capital- trabalho  a Vale impõe metas inatingíveis dentro do quadro atual das plantas fabris e tenta nos empurrar goela abaixo um programa às escuras, que no nosso entendimento não podemos aceitar. Importante destacar que no IV Encontro do Setor de Fertilizantes, tivemos a honra de receber dirigentes sindicais de Aracaju/SE, que nos informaram que lá o programa de PR  foi fechado com 7 salários e EBTIDA  da Vale S/A. 

O que nos deixa cada vez mais indignados com o descaso ostensivo por parte da Vale quanto aos empregados do segmento de fertilizantes, que de maneira oportunista fechou com os demais sindicatos aproveitando-se da situação de cada um. No caso especifico de Uberaba: metas deficitárias amplamente conhecidas por todos e com tendência a agravamento devido as condições das unidades. Outro ponto importante que precisamos destacar, os números não mentem: 6.9 salários sendo que 6 salários para todos e 0.9 salário para os trabalhadores da operação (excepcionalmente) é menor que 7 salários para todos os empregados lotados nas unidades I e II de Uberaba, preservando a igualdade para todos.


Deixamos claro, caros trabalhadores, que pleiteamos junto a empresa 7 salários com EBTIDA da Vale de forma a atendermos os anseios e necessidades  de todos que tão bem conhecem o estado crítico que se encontra o clima dentro das unidades. Portanto vamos ficar atentos e se necessário for, nos mobilizarmos para que esta empresa nos respeite, porque trabalham com a nossa necessidade de um adiantamento salarial que não resolverá a nossa vida.
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Lucro líquido da FMC cai 7,6% no 2tri14, para US$ 109,1 milhões


A norte-americana do setor químico FMC, com atuação no mercado agrícola, reportou um lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 109,1 milhões (US$ 0,81 por ação) no segundo trimestre de 2014, queda de 7,6% ante os US$ 118 milhões (US$ 0,86 por ação) apurados em período equivalente do ano passado. Já a receita atingiu US$ 987,8 milhões, alta de 13% sobre os US$ 876 milhões verificados no segundo trimestre de 2013.
Considerando a mesma base de comparação, a receita do setor agrícola atingiu US$ 531,2 milhões, avanço de 20%. O resultado foi impulsionado pelo aumento da demanda pelo FMC Authority, marca de herbicida para soja, na América do Norte, e pelo aumento de vendas na Europa.
No segmento de saúde e nutrição as vendas totalizaram US$ 270,1 milhões, alta de 9%. Já no setor de minerais, a receita atingiu US$ 249,6 milhões, avanço de 2%.

Para 2014, o presidente da FMC, Pierre Brondeau, espera que a América Latina volte a liderar a maior parte do crescimento do setor agrícola. "Estamos lançando novos produtos e expandindo nossas posições em mercados fora do Brasil", disse, em comunicado.
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Trabalhadores reclamam do ambiente na Unidade 130 (fusão) da Vale


O STIQUIFAR  encaminhou a direção da Vale Fertilizantes fotos que demonstram problemas existentes próximos da Unidade 130 (fusão), quanto aos alagamentos existentes nos banheiros principalmente quando chove, promovido por retorno de água, fezes e urina deixando a área para higiene pessoal totalmente insalubre podendo inclusive prejudicar a saúde dos que ali frequentam oriundo de  uma fossa existente também na Unidade da Fusão, ressaltamos aqui que alguns trabalhadores já tentaram sensibilizar os gestores locais (TO e Supervisores) mas até o momento não tomaram nenhuma providência.
Outra questão, levantada, é da rua lateral a Unidade 130 que é lavada mas a sujeira é jogada para a passagens dos pedestres, pratica utilizada em toda UNIDADE. Por fim, o  contêiner usado para execução das tarefas administrativas (PT) foi emprestado pela  empresa terceirizada NM, que foi sensível a situação dos empregados da Vale,  na abertura de tais procedimentos os mesmos ficavam ao tempo sem nenhuma infra estrutura ficando a nosso ver evidenciado o descaso que a fábrica está sendo administrada.
Aguardamos para os próximos dias que tais providências seja tomadas para a melhoria na qualidade no ambiente de trabalho na Vale.

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Doenças profissionais são principais causas de mortes no trabalho


Fonte OIT

As doenças profissionais continuam sendo as principais causas das mortes relacionadas com o trabalho. Segundo estimativas da OIT, de um total de 2,34 milhões de acidentes de trabalho mortais a cada ano, somente 321.000 se devem a acidentes. Os restantes 2,02 milhões de mortes são causadas por diversos tipos de enfermidades relacionadas com o trabalho, o que equivale a uma média diária de mais de 5.500 mortes. Trata-se de um déficit inaceitável de Trabalho Decente.
A ausência de uma prevenção adequada das enfermidades profissionais tem profundos efeitos negativos não somente nos trabalhadores e suas famílias, mas também na sociedade devido ao enorme custo gerado, particularmente no que diz respeito à perda de produtividade e a sobrecarga dos sistemas de seguridade social. A prevenção é mais eficaz e tem menos custo que o tratamento e a reabilitação. Todos os países podem tomar medidas concretas agora para melhorar sua capacidade de prevenção das enfermidades profissionais ou relacionadas com o trabalho.
Como acontece todos os anos, o Programa da OIT sobre Segurança e Saúde no Trabalho e Meio Ambiente elaborou um relatório que serve para aprofundar o tema. Este ano, faz-se um apelo aos governos, organizações de empregadores e de trabalhadores para colaborar no desenvolvimento e na implantação políticas e estratégias nacionais destinadas a prevenir as enfermidades profissionais.
Segurança e Saúde no Trabalho

2,02 milhões de pessoas morrem a cada ano devido a enfermidades relacionadas com o trabalho.
321.000 pessoas morrem a cada ano como consequência de acidentes no trabalho.
160 milhões de pessoas sofrem de doenças não letais relacionadas com o trabalho.
317 milhões de acidentes laborais não mortais ocorrem a cada ano.
Isto significa que:

A cada 15 segundos, um trabalhador morre de acidentes ou doenças relacionadas com o trabalho.

A cada 15 segundos, 115 trabalhadores sofrem um acidente laboral.
Os países em desenvolvimento pagam um preço especialmente alto em mortes e lesões, pois um grande número de pessoas está empregada em atividades perigosas como a agricultura, a construção civil, a pesca e a mineração. Read More!

Lucro líquido da Mosaic cai 42% no 2tri14, para US$ 248,4 milhões


Fonte: G1

A empresa de fertilizantes norte-americana Mosaic reportou lucro de US$ 248,4 milhões (US$ 0,64) no segundo trimestre deste ano, queda de 42% sobre os US$ 429,8 (US$ 1,01) verificados no mesmo período do ano passado. Segundo a empresa, o enfraquecimento dos preços do potássio ofuscou o crescimento das vendas de fosfato e afetaram a lucratividade.

No mesmo período, a receita líquida caiu 8,2%, para US$ 2,44 bilhões. Analistas consultados pela Thomson Reuters esperavam lucro de US$ 0,73 por ação e receita de US$ 2,4 bilhões.

As vendas líquidas de fosfatos, que representam a maior fonte de renda da empresa, subiram 6%, para US$ 1,7 bilhão. Em volume, o resultado atingiu 3,4 milhões de toneladas. A empresa estimava algo entre 3,1 milhões de toneladas e 3,4 milhões de toneladas.

O valor obtido com as vendas líquidas de potássio caíram 22%, para US$ 762 milhões. No período, foram comercializadas 2,5 milhões de toneladas do produto. A empresa esperava um resultado entre 2,2 milhões de toneladas e 2,5 milhões de toneladas.

Para o terceiro trimestre, a Mosaic projeta um volume de vendas de potássio entre 1,8 milhão de toneladas e 2 milhões de toneladas. No caso do fosfato, as vendas devem ficar entre 3,3 milhões de toneladas e 3,6 milhões de toneladas.

Em nota, a companhia também informou que está otimista com recentes aquisições no mercado, como a compra dos negócios de distribuição e fertilizantes da ADM no Brasil e no Paraguai, por US$ 350 milhões, anunciada em abril. Além disso a empresa informou que Jim Prokopanko irá retornar de licença média e reassumir o posto de presidente e chefe-executivo (CEO), na próxima segunda-feira (4). Fonte: Dow Jones Newswires.
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Lucro da Vale quase quadruplica no trimestre e alcança R$ 3,19 bilhões



Fonte: Uol

A mineradora Vale (VALE3, VALE5) registrou lucro líquido de R$ 3,187 bilhões no segundo trimestre deste ano, quase quatro vezes o resultado registrado no mesmo período do ano anterior (lucro de R$ 832 milhões). Em 2013, o resultado tinha sido afetado por perdas bilionárias com a alta do dólar.
O lucro da maior produtora global de minério de ferro só não foi maior devido à queda no preço do produto no mundo.
Houve queda de 46% em relação ao primeiro trimestre deste ano, quando a empresatinha lucrado R$ 5,909 bilhões, devido a perdas com projetos em Simandou (Guiné) e com a mina de Integra Coal (Austrália).
A receita líquida, por sua vez, ficou praticamente estável, somando R$ 22,08 bilhões no segundo trimestre, apenas 0,1% acima do verificado em igual intervalo em 2013.
No entanto, o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês) ficou 10,2% menor no segundo trimestre, se situando em R$ 9,1 bilhões.
Ainda de acordo com a companhia, o resultado financeiro melhorou em 98,2% no segundo trimestre deste ano, em relação a igual período no ano passado, mas ainda assim ficou negativo em R$ 128,5 milhões.
A empresa informou também ter apurado ganho de R$ 1,9 bilhão no desempenho do segundo trimestre, ante igual período no ano passado, devido à valorização do real.

Vendas de minério de ferro sobem, mas preços caem

As vendas de minério de ferro (finos) cresceram 7,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, para 63,726 milhões de toneladas. Porém, os preços do produto caíram 17,6% comparados a  2013, para US$ 84,60 por tonelada, devido ao aumento da oferta global.
A própria companhia produziu um recorde para o segundo trimestre.
"Um trimestre bastante desafiador, em que o preço do nosso principal produto, o minério de ferro, caiu... mas no qual, ainda assim, a Vale conseguiu manter praticamente estável seu resultado operacional. A receita cresceu... graças ao desempenho muito positivo da nossa produção", disse o diretor financeiro, Luciano Siani, em vídeo divulgado pela companhia.

A Vale notou que, "apesar dos preços do minério de ferro mais baixos, a Vale pagou confortavelmente dividendos, no valor de US$ 2,1 bilhões, mantendo o seu nível de endividamento total em US$ 30,257 bilhões".
Segundo nota da empresa, o aumento de oferta pelos principais produtores fez o preço cair no período, mas causou o fechamento de minas de alto custo e a redução de exportações de produtores não tradicionais como Indonésia, México e Vietnã. Quando os produtores menos eficientes saem do mercado, há uma tendência de sustentação das cotações.

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