Mosaic P&K não se posiciona em relação à renovação da tabela de turno

 

“Se a empresa quer enrolar, não vamos mais cobrar. Queremos que sentem à mesa para negociarmos”, avisa a líder sindical





A Diretoria do Stiquifar vem pedindo veementemente à Gerência da Mosaic P&K a renovação da tabela de turno, mas a empresa simplesmente não se posiciona a respeito. “Muitas reivindicações já estão sendo encaminhadas, mas neste caso, estão ‘dando de ombros’. Então, peço à nova gerente que nos atenda”, observa a presidente do Stiquifar, Graça Carriconde.

 

Para ela, é um tema extremamente importante para a categoria, principalmente no setor de manutenção, onde o Sindicato solicita que todos façam horário de 12 horas, conforme alguns trabalhadores de mãos de obras especializadas. Graça alega que esta é uma forma de diminuir impactos de sobrecarga de trabalho para quem está nestas áreas. “É preciso equacionar isto de maneira justa para todos os trabalhadores da manutenção. Esperamos que a gerente que chegou recentemente tenha a sensibilidade de fazer esta leitura”, reforça.

 

A líder sindical afirma que a Mosaic P&K não está muito preocupada, e que o sindicato não vai ficar cobrando, pois a empresa tem que vir para a mesa de negociação coletiva. “Nós temos que dar valor a estes trabalhadores. Afinal, são 12 horas de trabalho, mas com disponibilidade de 16 horas. Vamos lutar até o fim em favor dos empregados”, avisa.

 


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Stiquifar aciona Yara por não apresentar toda a documentação referente a horas extras

 Líder sindical avisa: “Estamos aqui para resistir em nome de todos os trabalhadores”




O Stiquifar protocolou na justiça do Trabalho uma amostragem de cálculos em relação a trabalhadores da Yara que têm direito a horas extras, devido a revezamento ilegal realizado pela empresa. O questionamento se deu devido ao fato de a Yara não ter apresentado a documentação necessária, tendo ainda feito um cálculo bem abaixo da realidade. “Ela contempla somente 84 trabalhadores, sendo que lá em 2018 tínhamos aproximadamente 300”, afirma a presidente do Stiquifar, Graça Carriconde.

 

Ela esclarece que todo o processo ocorreu devido ao fato de que a lei permite somente que a empresa reveze horários até 6 horas sem negociar com o sindicato, e a Justiça entendeu que a houve revezamento de forma ilegal, sem acordo com o sindicato. “A jornada na Yara é superior a 6 horas, o que caracterizou a ilegalidade, pois não houve participação do sindicato. Então, após a sexta hora, é preciso pagar as horas extras”, reforça.

 

Graça acredita que a empresa quer forçar um acordo e age de má fé, mostrando uma base de cálculo totalmente fora da realidade. A líder sindical assegura que a documentação não foi entregue na totalidade, com a pretensão de pressionar tanto os trabalhadores quanto o sindicato. “Estamos aqui para resistir em nome dos trabalhadores. Todos vão receber os valores. O juiz já acatou nosso pedido, e assim que a Yara for notificada terá dez dias para apresentar tudo na integridade à Justiça. Nós agimos em nome de todos. Esta é uma conquista sindical, e pedimos somente um pouco mais de paciência. Em breve marcaremos uma Assembleia”, conclui.

 

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Stiquifar aciona Mosaic para garantir direito dos trabalhadores

 Grupo Chemtreat (Lipesa), contratada pela Mosaic P&K, não cumpre negociação com sindicato



A Diretoria do Stiquifar vem cobrando do Grupo Chemtreat (Lipesa), empresa terceirizada pela Mosaic P&K, o reajuste salarial para os empregados do laboratório da Unidade 3 de Uberaba. De acordo com a presidente do Sindicato, Graça Carriconde, desde julho de 2024 eles estão sendo acionados, mas não têm boa vontade de atender. “A Lipesa está enrolando o sindicato e consequentemente o trabalhador”, lamenta.

 

Ela lembra que sequer foi informada da demissão do coordenador do RH, e por isto não conseguia falar com ele, o que forçou o comando sindical a acionar a Mosaic P&K para interferir a favor dos trabalhadores. “Não é justo. E ledo engano do trabalhador que acha que a empresa é boazinha e que concede reajuste salarial e benefícios. Todas as conquistas passam pelas mãos da representação sindical. E garantimos o direito mediante muita luta”, esclarece.

 

A líder sindical avisa que, caso não seja atendida, o Stiquifar irá entrar com pedido junto ao Ministério Público do Trabalho, para que uma fiscalização seja realizada, pois não existe nada que obrigue a Lipesa a vir para mesa de negociação, a não ser acionando a Mosaic P&K. “Esperamos que uma atitude seja tomada junto à Lipesa ainda esta semana. É preciso conceder o pagamento do retroativo do reajuste salarial de 2023 a 2024 e de 2024 a 2025. Com a palavra a Mosaic P&K, que contrata terceirizada totalmente descompromissada com seus empregados”, provoca.



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Grupo de Trabalho do Stiquifar discute com Mosaic melhorias no transporte e ambiente de trabalho

 

Expectativa é de que os encaminhamentos sejam positivos, e dentro de aproximadamente 20 dias deve acontecer outra reunião

Stiquifar realizou a primeira rodada de negociação com a Mosaic. Pelo Grupo de Trabalho do Sindicato participaram os diretores Edimilson Rocha, Fernando Dimas, Marcelo Seco e Wanderley dos Reis, sendo que a empresa foi representada pelo setor de infraestrutura e consultor de Relações Trabalhistas (RT).


Na oportunidade foi discutido o itinerário dos ônibus, a fim de encontrar uma alternativa para reduzir o tempo de trajeto, e ser for o caso aumentar a frota. “As discussões foram pertinentes, no sentido de encontrar alternativa que melhore as condições do transporte, tanto em relação ao tempo, quanto de conforto para o trabalhador”, destaca a presidente do Stiquifar, Graça Carriconde.

 

Também teve destaque na reunião deste Grupo de Trabalho, a importância do acolhimento dos empregados, minimizando o desgaste. Por isto, foram abordadas as condições das salas de descanso. “Estão precisando de reparos, restituição de móveis, como espreguiçadeiras adequadas, dentre outras intervenções. É preciso melhorar as condições do ambiente para atender melhor o trabalhador”, pontua.

 

A líder sindical tem uma expectativa de um resultado positivo com relação a este grupo de trabalho. Afirma ainda que a próxima reunião deve acontecer no prazo de 15 ou 20 dias. “Mesmo porque temos que dar um prazo para que a infraestrutura da Mosaic debruce em cima do mapa da cidade, visto que Uberaba cresceu muito. É preciso fazer um mapeamento, tanto para o conforto do trabalhador, para uma espera e trajeto menores, quanto para que a empresa não ande quilômetros sem necessidade”, alerta Graça.



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Grupo de Trabalho do Stiquifar vai debater demandas com Mosaic na segunda-feira (10)


Stiquifar realiza na próxima segunda-feira, dia 10, às 15h, na sede do Stiquifar (rua Marques do Paraná, 156), a primeira rodada de negociação com a Mosaic. “Permanentemente estamos em contato com a empresa, e finalmente conseguimos agendar, sendo que vamos falar de turno, sala de descanso, transporte para o trabalhador, dentre muitas outras demandas apresentadas em Assembleias”, informa a presidente do Stiquifar, Graça Carriconde.


Ela acrescenta que durante as conversas com os empregados da Mosaic, foi solicitada a formação de Grupo de Trabalho para viabilizar estas demandas. De acordo com a líder sindical, farão parte desse grupo, por parte do sindicato, os diretores Fernando Dimas, Marcelo Seco, Edimilson Rocha e Wanderley dos Reis. “Como os gestores deixam muito a desejar nas suas respectivas áreas, vamos nos reunir a fim de contemplar a melhoria de condições para o trabalhador, em todos os setores”, frisa Graça.


Neste primeiro encontro, o Grupo de Trabalho do Sindicato irá se reunir com o setor de Infraestrutura da Mosaic, já que inúmeras demandas têm de ser resolvidas, como itinerários dos ônibus e também aumento da frota. “É urgente um novo estudo de trajeto para contemplar todas as partes: trabalhador e empresa”, conclui.

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Stiquifar convoca trabalhadores para as assembleias gerais ordinárias destinadas a elaboração de pautas de reivindicações para negociação de ACT’S e CCT’S-2025



O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Fabricação de Álcool, Plásticos, Cosméticos, Fertilizantes, Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região (Stiquifar) convoca os trabalhadores de toda a sua base territorial, associados e não associados, nas cidades de: Araguari, Campo Florido, Conceição das Alagoas, Conquista, Delta, Iturama, Monte Alegre de Minas , Nova Ponte, Patrocínio,  Pirajuba,  Prata, Sacramento, Santa Juliana, Tupaciguara, Uberaba e  Uberlândia, para participarem das assembleias gerais ordinárias para discussão, elaboração e aprovação de pautas de reivindicações destinadas a celebração dos Acordos Coletivos de Trabalho (ACT’s) e Convenções Coletivas de Trabalho (CCT’s), além de e Acordos Coletivos de Trabalho com as entidades sindicais patronais e empresas representantes das respectivas atividades econômicas para a data-base de 1º de março e maio de 2025.


Na oportunidade, a categoria deve autorizar a Diretoria do Sindicato Profissional para instaurar dissídio coletivo, caso sejam frustradas as negociações com as indústrias, no caso de negociações de ACT’s e CCT’s ou com entidades sindicais patronais. “Também é preciso autorizar a Diretoria do Sindicato a requerer Pedido de Mediação ou Conciliação Pré-Processual no âmbito do TRT da 3ª Região”, explica a presidente do Stiquifar, Graça Carriconde.


Ela afirma ainda que será discutida a deflagração ou não de Greve em caso de impasse nas negociações. Também alerta que é preciso autorização para a Diretoria do Sindicato negociar, celebrar e assinar CCT’s com sindicatos patronais e/ou ACT’s com variadas indústrias. Também uma autorização prévia e expressa tanto dos participantes das Assembleias como também dos não participantes das Assembleias para definição de desconto da Contribuição Sindical Profissional para o exercício 2025, dentre outras.


Além disto, várias outras deliberações entrarão em pauta, e também sobre a proposta da Usina Uberaba S/A para mudança da data base de março para maio de cada ano. “Os trabalhadores devem votar para recusar ou aprovar a solicitação da indústria de fabricação do álcool”, pontua a líder sindical.


Datas - Fiquem atentos às datas das Assembleias, que acontecem de forma on-line, das 10h às 17h

Dia 31 de janeiro de 2025 a Assembleia será com os trabalhadores da CCM Indústria e Comércio de Produtos Descartáveis S/A; dia 03 de fevereiro, Belle Arti Indústria e Comércio Ltda. e demais empresas do mesmo grupo econômico; Inata Produtos Biológicos Ltda; Rental Y Indústria e Comércio Ltda – Me; 04 de fevereiro, Usina Uberaba S/A e Bioenergética Aroeira S/A; 05 de fevereiro, Campo Verde Embalagens; D&D Embalagens; Novak Ind.e Com.; Plasticeres Industrial Ltda.; Poliemg Polietileno de Minas Gerais Ltda.; Polyvin Plásticos e Derivados Ltda.; Rama Ind. De Artefatos de Borracha; Ultraplast Ind. E Com.; Emplastic Ind. E Com. De Plásticos; Vegas Plastic Ltda; Rivullis Plastro Irrigigação Ltda; Repet Industria de Embalagens e Frascos; e demais empresas dos seguimentos dos plásticos, cosméticos, farmacêuticos, velas, tintas, álcool etc.


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Stiquifar renova parceria com Uniube com grandes novidades

 Líder sindical comemora novidades, como desconto cumulativo em bolsas de estudos e Hospital Veterinário



O Stiquifar está oferecendo aos seus sindicalizados mais uma renovação de parceria. Desta vez com a Universidade de Uberaba (Uniube), mas com novidades nesta nova fase. Todos os trabalhadores sindicalizados e seus dependentes terão direito a uma bolsa de estudos com valor cumulativo de 10% de desconto. “Se o trabalhador já tem 50% de desconto, ele passa a ter 60%”, exemplifica a presidente do Stiquifar, Graça Carriconde. E explica que, caso não tenha nenhum desconto, com o convênio ele garante 15% de desconto. “Estes descontos são válidos por todo o curso, sendo renovado a cada rematrícula”, explica. A sindicalista frisa que trabalhadores sindicalizados em qualquer cidade que tenha vínculo com o Stiquifar têm direito a estes benefícios.


A grande novidade para os trabalhadores, são os descontos no Hospital Veterinário (HVU) para todo tipo de procedimento. Serão 15% para serviços ambulatoriais, como consultas, urgências, emergências e exames, e 20% para serviços hospitalares, diárias e cirurgias.


Já no Hospital Mário Palmério, o sindicalizado e seus dependentes terão descontos em exames, internação e outros procedimentos. “Não é um plano de saúde. É um desconto direto, e o Cartão Vital não terá custo nenhum para o trabalhador”, ressalta a líder sindical.

 




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