Fertilizantes: BRFértil compra participação na prestadora de serviços Andali



 A BRFértil, do setor de fertilizantes para agricultura, anunciou nesta segunda-feira (21) a compra da porção majoritária das ações do bloco brasileiro da Andali, empresa prestadora de serviços no setor. O valor do negócio não foi informado.


Em comunicado, a BRFértil explica que o bloco brasileiro representa 50% do capital da companhia e a BRFértil adquiriu 26,5% das ações. A CHS do Brasil, braço brasileiro da CHS Inc., maior cooperativa de grãos e energia dos Estados Unidos, mantém a participação de 50% das ações da Andali.


Em 2019, a BRFértil faturou cerca de R$ 400 milhões e para 2020 a expectativa é crescer 50% e ampliar o mercado de atuação em Mato Grosso. “Atualmente, dentro da nossa atuação, 70% das vendas estão concentradas no Estado do Paraná. A união com a Andali permitirá ampliar fronteiras e passaremos a ter um acesso seguro e competitivo no Estado de Mato Grosso, utilizando os serviços de uma empresa que é referência no setor”, comenta no comunicado Aluisio Schwartz Teixeira, presidente da BRFértil.


O mercado brasileiro de fertilizantes deve, nos próximos três anos, passar de 40 milhões de toneladas, ou seja, um crescimento de cerca de 10%.


Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br/

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Stiquifar convoca trabalhadores da Mosaic Distribuição para discutir sobre a negociação coletiva 2020/2021



A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) convoca todos os trabalhadores da Mosaic Distribuição para participarem da Assembleia Geral, nesta próxima quinta-feira (24), conforme horários definidos abaixo. 


Nesse encontro, os diretores irão discutir com a categoria sobre a negociação coletiva, visando a data-base 2020/2021. O sindicato tem trabalho em medir esforços para que o reflexo da pandemia de coronavírus, que interfere no INPC que é usado como base de cálculo de reajuste salarial e de outra cláusulas financeiras para que o trabalhador não seja prejudicado. 


Já que o setor de fertilizantes foi o que sofreu menos impacto, em virtude da situação, pois o segmento de fertilizantes é fundamental para garantir alimentos na mesa de todos os brasileiros. CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS, PORQUE JUNTOS SOMOS FORTES!




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Participe do abaixo-assinado - Pela manutenção do auxílio emergencial de 600 reais até dezembro


 


A força Sindical enviou documento para a câmara dos Deputados pedindo ao presidente, Rodrigo Maia, que reveja a situação do auxilio emergencial, pois muitas famílias não terão como garantir o sustento das suas casas com um benefício irrisório. 

Principalmente, porque muitos não só diminuíram a jornada de trabalho, mas infelizmente estão desempregados e as coisas estão cada vez mais caras nos supermercados e estabelecimentos em virtude da pandemia de Covid-19. 

O sindicatos se reúnem em prol dessa luta, porque o benefício não pode representar uma "esmola" para os brasileiros, mas garantir o mínimo de dignidade para que tenham como arcar com aluguel, contas básicas de água, luz e alimentação. 


Ao Exmo. Presidente da Câmara dos Deputados

Sr. Rodrigo Maia

Nós, abaixo-assinados, cientes da necessidade da manutenção do valor de R$ 600,00 na extensão do Auxílio Emergencial até dezembro de 2020 (R$ 1.200,00 para mãe chefe de família), clamamos ao presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Rodrigo Maia, que coloque imediatamente em votação a Medida Provisória 1.000/2020.

A Medida corta o Auxílio pela metade, reduzindo-o a R$ 300,00, restringindo a capacidade de milhões de famílias brasileiras enfrentar as consequências da crise sanitária causada pela pandemia do Coronovírus, especialmente para pagar alimentação, moradia, transporte, bens de consumo básicos, além de todas as outras necessidades.

O Auxílio Emergencial de R$ 600,00 garantiu o consumo de mais de 65 milhões de pessoas, fomentou a atividade nas empresas e protegeu milhões de empregos, fazendo a roda da economia girar, impedindo, assim, que uma crise econômica ainda maior se instalasse no país.

Por isso, demandamos ao deputado Rodrigo Maia que coloque a MP em votação e aos parlamentares que, sensíveis às necessidades do povo brasileiro, votem pela prorrogação do Auxílio Emergencial até dezembro com a manutenção do valor de R$ 600,00 e de R$ 1.200,00 para as mães chefe de família.

Sérgio Nobre, Presidente da CUT - Central Única dos Trabalhadores

Miguel Torres, Presidente da Força Sindical

Adilson Araújo, Presidente da CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil

José Calixto Ramos, Presidente da NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores

Alvaro Egea, Secretário Geral da CSB - Central dos Sindicatos Brasileiros

Ricardo Patah, Presidente da UGT - União Geral dos Trabalhadores

Ubiraci Dantas Oliveira, Presidente da CGTB - Central Geral dos Trabalhadores do Brasil

Joaninha de Oliveira, Secretaria Executiva Nacional da CSP - Conlutas

Nilza Pereira de Almeida, Secretaria de Finanças - Intersindical - Central da Classe Trabalhadora

Emanuel Melato. Coordenação da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora

José Gozze, Presidente - Pública Central do Servidor


Fonte: Força Sindical

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MPF AMPLIA PRESSÃO SOBRE VALE POR AVALIAR QUE HÁ ATRASO EM REPARAÇÕES




O Ministério Público Federal (MPF) tem proposto novas e mais agressivas ações judiciais contra a Vale por entender que a empresa não atendeu expectativas referentes às reparações pelos desastres de Brumadinho e Mariana, disse à Reuters o procurador Edilson Vitorelli.

O comentário, em momento em que o MPF ainda aguarda decisão da Justiça sobre pedido de remoção de executivos da companhia, sinaliza potenciais dificuldades a serem enfrentadas pela Vale para recuperar a capacidade de produção de minério de ferro.

A empresa, que luta para melhorar sua imagem e reverter limitações impostas por autoridades após as tragédias e voltar a ser a maior produtora do mundo, tem meta de elevar a capacidade dos atuais 318 milhões de toneladas/ano para 400 milhões até 2022.

Nesta semana, relatório de um especialista da Organização das Nações Unidas (ONU) apontou atraso em todos 42 projetos em andamento para reparação de danos pelo rompimento em 2015 de uma barragem em Mariana (MG) operada pela Samarco, joint venture entre a anglo-australiana BHP e a Vale.

“De um modo geral a visão do MPF coincide bastante com o relatório que a ONU divulgou. As atividades de reparação estão muito aquém daquilo que seria necessário, tanto em termos do que foi entregue às vítimas quanto em termos do tempo que levou para essa reparação chegar ao ponto que chegou”, disse Vitorelli, ao ser questionado sobre a atuação da Vale após os desastres.

Segundo ele, o MPF criou uma estrutura de reparação anteriormente que pretendia gerar resultados rápidos.

“Mas infelizmente isso não ocorreu… então agora a situação que vivemos é de tentar romper essa resistência com medidas que são mais duras, digamos assim, como é o caso das ações judiciais novas que estamos propondo”, afirmou Vitorelli.

O colapso da barragem de Fundão, em Mariana, matou 19 pessoas e despejou resíduos de mineração em comunidades, no importante rio Doce e no Oceano Atlântico, sendo considerada a maior tragédia ambiental da história do Brasil.

Quatro anos depois, o rompimento de uma barragem da Vale na cidade mineira de Brumadinho deixou cerca de 270 mortos.

A Fundação Renova, criada por Vale e BHP após o rompimento de Mariana, afirma já ter desembolsado 9,2 bilhões de reais em ações de reparação, sendo 2,72 bilhões de reais em 2019, com orçamento previsto de 4,68 bilhões de reais para 2020.

No caso de Brumadinho, a Vale contabiliza gastos de mais de 10 bilhões de reais em reparações, sendo 4,1 bilhões de reais em indenizações. Em apresentação nesta semana, a companhia disse que esses esforços seguem em “ritmo acelerado”.

As duas barragens armazenam resíduos de mineração das minas do complexo de Fábrica, cuja capacidade a Vale agora busca restaurar depois que as restrições impostas após o desastre de Brumadinho em janeiro de 2019 forçaram a empresa a fechar parcialmente a capacidade no ano passado.



NEGOCIAÇÃO ABERTA

O procurador Vitorelli disse que a percepção sobre a lenta resposta aos desastres explica um crescente movimento recente do MPF e outras autoridades em ações contra a Vale.

A ofensiva judicial começou em julho, com ação do Ministério Público Estadual em Minas Gerais que tentou obrigar a empresa a aportar 7,9 bilhões de reais em garantias para assegurar eventuais pagamentos de multas pelo desastre de Brumadinho.

Em agosto, o MPF, o governo mineiro e outros órgãos pediram bloqueio de 26,7 bilhões de reais da Vale pelos danos socioeconômicos causados por Brumadinho.

Em setembro, o MPF voltou à carga para pleitear intervenção judicial na empresa, com afastamento de executivos responsáveis pela política de segurança, em ação que também quer suspender dividendos aos acionistas.

Contudo, o procurador sinalizou que a porta de negociação ainda está aberta com a Vale.

“Tomara que a gente consiga voltar (às conversas para acordos). Não depende de nós, mas das empresas. O que queremos é reparação rápida, total e eficiente, tanto do meio ambiente quanto para as vítimas. Agora, a conversa tem que ser nesse nível. Não pode ser uma conversa de ‘vamos ver, se, para a frente'”, afirmou ele.

O procurador acrescentou que o MPF ainda aguarda decisão na ação em que pediu intervenção legal na Vale. Embora a Justiça tenha negado uma ação imediata enquanto aguarda defesa da companhia, o caso segue em andamento.

“Isso (apresentação da defesa) deve ocorrer ao longo da primeira quinzena de outubro, aí veremos se uma decisão será concedida ou negada”, afirmou ele.

No processo, os procuradores federais tentam suspender uma recentemente anunciada distribuição de dividendos pela Vale. A companhia havia suspendido a política de remuneração aos acionistas na sequência de Brumadinho, mas aprovou a retomada ao divulgar resultados do segundo trimestre.

“Estão no nosso radar, com certeza, os dividendos… não queremos que a Vale não pague dividendos, nosso problema é induzir comportamentos. Isso tem papel de obter da empresa um compromisso decisivo de resolver esse problema que se arrasta”, explicou Vitorelli.

É inaceitável que ainda estejamos discutindo, que ainda não tenhamos feitos as reparações de pessoas que sofreram cinco anos atrás, Mariana vai fazer cinco anos. Nenhum Poder Judiciário do mundo consideraria razoável.”

Fonte: https://ricmais.com.br/noticias/economia/mpf-amplia-pressao-sobre/
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FMC anuncia novas contratações nas áreas de Marketing e Plant Health




A FMC anuncia três novas contratações para integrar o time de gerentes da companhia e fortalecer a aproximação com os clientes. Sergio Catalano assume a posição de Gerente de Portfolio de Inseticidas (químicos e biológicos), Paulo Queiroz chega como Gerente de Portfólio de Fungicidas e Herbicidas, e Claudio Oliveira é o Gerente Comercial de Plant Health Brasil - soluções biológicas, tratamento de sementes e micronutrientes.

“Estamos confiantes que as contratações permitirão promover maior aproximação com nossos clientes para entender suas necessidades e oferecer soluções cada vez mais inovadoras para o campo. Ao longo dos anos temos cultivado relações duradouras e colocamos suas necessidades no centro de tudo o que fazemos. Por isso, acreditamos que esse reforço no time vai permitir maior alinhamento dos negócios e fortalecerá a sinergia entre as áreas, resultando em tecnologias eficientes e sustentáveis para o produtor rural”, explica a Diretora de Marketing da FMC, Daniela Tavares.

A FMC é uma empresa voltada à inovação e comprometida com a descoberta de novos princípios ativos. Na área de biológicos, a companhia é pioneira no segmento no Brasil, sendo que nos últimos cinco disponibilizou diversas ferramentas de controle de baixo impacto ambiental. Com isso, a nova contratação para Plant Health deve reforçar esse compromisso no investimento em descoberta e desenvolvimento de proteção biológica para diversos cultivos.

Claudio é engenheiro agrônomo formado pela UNESP/Botucatu, com MBA em Gestão Empresarial e Pós-graduação em Proteção Vegetal, desenvolveu sua carreira em empresas nos mercados de agroquímicos e sementes com larga experiência no setor. Por mais de 25 anos atuou em diferentes cargos de Pesquisa & Desenvolvimento e Marketing Estratégico em agroquímicas, gerenciando projetos técnicos e comerciais relacionados aos principais segmentos do setor como fungicidas, herbicidas, inseticidas, tratamento de sementes e biológicos.

Já para área de inseticidas (químicos e biológicos), o novo gerente também é engenheiro agrônomo formado pela ESALQ/USP e com pós graduação em marketing pelo Insper. Sergio possui mais de 20 anos de experiência no agronegócio, tendo atuado em empresas renomadas do setor agroquímico com ênfase em gestão de portfólio em diversos segmentos de defensivos, sementes e biotecnologia.

E para reforçar o portfólio de fungicidas e herbicidas, Paulo Queiroz agrega com a experiência de mais de 25 anos na indústria química em funções comerciais, de desenvolvimento de mercado, marketing de produtos e de cultivos em âmbito nacional, global e América Latina. Queiroz é engenheiro agrônomo formado pela ESALQ-USP, com especialização em Marketing Estratégico pela FGV/SP, tendo atuado na liderança de equipes de marketing de cultivos e produtos.

Fonte: https://www.grupocultivar.com.br/noticias

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As barragens de mineração da Vale ainda são um risco, a empresa deve fazer mais, diz promotor




Apesar de dois grandes desastres de mineração fatais desde 2015, a mineradora brasileira de minério de ferro Vale S.A não cumpriu uma série de compromissos assinados com as autoridades para prevenir um terceiro desastre, disse o promotor federal Edison Vitorelli.

Vinte e nove barragens que a Vale usa para armazenar resíduos de mineração ainda apresentam elevados riscos de segurança, segundo Vitorelli, que faz parte de uma força-tarefa de cerca de duas dezenas de promotores federais e estaduais que pressionaram a empresa após o último desastre que matou 270 pessoas em janeiro de 2019.

Algumas das minas ligadas às barragens que a equipe de Vitorelli considera inseguras são vitais para os planos da Vale de recuperar a produção perdida de minério de ferro e aumentar a capacidade para 450 milhões de toneladas por ano, patamar que a tornaria mais uma vez a maior produtora mundial do aço -fazer matéria-prima.

Fonte: https://opetroleo.com.br/

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Petrobras inicia venda de unidade de fertilizante no Paraná

 



A Petrobras informou na noite de quinta-feira que iniciou a etapa de divulgação para venda da totalidade de suas ações na empresa Araucária Nitrogenados S.A. (ANSA), no Paraná.

A ANSA possui uma unidade industrial de fertilizantes nitrogenados localizada em Araucária, com capacidade de produção de 1.975 t/dia de ureia e 1.303 t/dia de amônia.

A fábrica encontra-se atualmente hibernada. “A retomada da produção da planta ou sua transformação para outro fim será de responsabilidade do futuro comprador”, disse a Petrobras.

A estatal fechou a unidade depois de prejuízos. No início do ano, a demissão de funcionários foi um dos motivos para uma greve na Petrobras. A paralisação foi encerrada após uma ampliação dos benefícios aos trabalhadores demitidos, com maior verba rescisória

Fonte: https://www.mixvale.com.br/

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