COVID-19 - PMU recebe doação de máscaras cirúrgicas da FMC


A Prefeitura de Uberaba (PMU) recebeu da FMC Agrícola, na sexta-feira (22), a doação de 12 mil máscaras N95 e outras 8.700 máscaras cirúrgicas. Os equipamentos serão armazenados no Centro de Distribuição da Prefeitura e distribuídos para hospitais e unidades de saúde do município. 

O prefeito Paulo Piau agradeceu a empresa de insumos agrícolas pela parceria. “É uma empresa que a gente tem um carinho muito especial e, agora, nesse momento de dificuldade com a pandemia, ela nos faz esta oferta que inclui a N95, máscara especial para os profissionais de saúde”, enfatizou o prefeito.

Fonte: Jornal de Uberaba
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Minas Gerais aprova regras mais rígidas para barragens



Estado com o maior número de barragens interditadas pela Agência Nacional de Mineração (ANM), Minas Gerais acredita que as regras de segurança mais rígidas recentemente aprovadas pela agência vão respaldar as medidas que os órgãos estaduais já vinham cobrando dos empreendedores a fim de garantir a estabilidade destas estruturas e a segurança da população.

Publicada no Diário Oficial da União no dia 18, a Resolução nº 32, altera alguns pontos das normas que regem o assunto, como a Portaria 70.389/2017 e a Resolução nº 13/2019, ambas da própria ANM.

Segundo a autarquia federal, as alterações nas regras de segurança das barragens de mineração são resultado de recomendações de “discussões técnicas e de experiências vivenciadas nas práticas”, e contaram também com contribuições do Ministério Público. De acordo com a agência, entre as principais mudanças estão a obrigatoriedade de acionamento automatizado de sirenes de todas as barragens, cujo funcionamento depende da aprovação de um Plano de Ações Emergenciais – pelas normas até então em vigor, o mecanismo automático era exigido apenas dos empreendimentos classificados como de Dano Potencial Associado Alto.

Com a entrada em vigor da nova resolução federal, também os critérios para classificação de risco das barragens de mineração ficaram mais rígidos. “Na norma antiga, em algumas situações, as barragens, mesmo com algumas anomalias registradas, não tinham modificação da categoria de risco. Na nova redação, uma nova gama de situações eleva a categoria de risco, o que exigirá mais monitoramento”, explicou o chefe da Divisão Executiva de Barragens da ANM, Eliezer Gonçalves Júnior, em nota.
MUDANÇAS

Uma das principais mudanças diz respeito aos novos critérios para elaboração dos mapas de inundação, documento no qual os empreendedores têm que apresentar o cálculo da quantidade de rejeitos e o trajeto que percorrerão em caso de rompimento da barragem. É com base no mapa de inundação que as defesas civis definem as rotas de fuga da população que vive ou trabalha na área de impacto da barragem.

A análise dos estudos da chamada mancha de inundação, bem como os sistemas de alerta e alarme são da competência das defesas civis dos estados e municípios. Consultada pela Agência Brasil, a Coordenadoria de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec-Mg) informou que “a resolução sem dúvida irá corroborar com as iniciativas estaduais em andamento na medida em que as propostas são convergentes”.

“No que se refere ao campo de atuação da Cedec-MG, as novas determinações impostas pela resolução já estavam sendo adotadas de uma maneira geral em Minas Gerais, informou o órgão estadual, garantindo que, desde junho do ano passado, quando fez circular seu Ofício nº 2, vem solicitando dos responsáveis por barragens de mineração uma série de alterações no Plano de Ação de Emergência. Sobretudo o maior detalhamento dos procedimentos internos em caso de emergência, a realização de novos estudos sobre o potencial de ruptura (Dam Break) e mais informações sobre as Zonas de Autossalvamento (número de pessoas, população com dificuldade de locomoção, sítios arqueológicos e locais históricos, sistema de alarme etc).

No início de abril, quando interditou barragens de mineração que não atestaram segurança operacional ou não apresentaram a Declaração de Condição de Estabilidade dentro do prazo estipulado, a ANM informou que Minas Gerais é, de longe, o estado com o maior número destas estruturas interditadas. São 37 empreendimentos paralisados contra quatro no Mato Grosso; dois no Paraná; dois em São Paulo; um no Amapá e um no Rio Grande do Sul.

Das barragens de mineração interditadas na época, no país, 36% foram construídas pelo método de alteamento da estrutura a montante, no qual novas camadas vão sendo lançadas sobre parte dos rejeitos ou sedimentos previamente depositados. Mais barato que o método a jusante, o método a montante é considerado mais suscetível a rupturas. Fato que, segundo a ANM, reforça a determinação federal para que todas as barragens deste tipo sejam descaracterizadas até 2027, conforme estabelece a Resolução nº 13/2019.

Fonte: Mix Minas Gerais
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81 funcionários da Vale estão com coronavírus em Minas

Funcionários e terceirizados da mineradora Vale, em Itabira, na região Central de Minas, passaram por testes rápidos durante essa quinta-feira (21). Dos 642 testes realizados, 81 trabalhadores testaram positivo para o coronavírus, de acordo com o sindicato Metabase de Itabira e região.Segundo o presidente do sindicato André Viana, 12,6% dos funcionários estão infectados.

“Infelizmente, se a projeção continuar, no próximo ciclo de testes deveremos ter, cerca de 900 funcionários da Vale e das empresas terceirizadas infectados. Não quero ser alarmista, apenas precavido”, completa.

Viana ressalta que os trabalhadores infectados estão em isolamento domiciliar e serão acompanhados até que fique pronto o resultado do exame mais detalhado.Procurada pelo BHAZ, a Vale informa que está realizando a testagem de seus empregados próprios e terceirizados para Covid-19.  

A medida faz parte do conjunto de ações de prevenção e enfrentamento do novo coronavírus adotadas pela empresa, que incluem ainda triagem diária, medidas de distanciamento social e higienização, além da manutenção de  um contingente mínimo em suas operações.

A Vale reforça ainda que segue os protocolos de saúde e segurança estabelecidos pelas autoridades e agências de cada um dos países onde opera.

Fonte: https://bhaz.com.br/ Read More!

Auxílio Emergencial: Caixa credita nesta sexta benefício a mais 7,9 milhões de trabalhadores



A Caixa Econômica Federal (CEF) credita nesta sexta-feira (22) novos lotes do Auxílio Emergencial, tanto da primeira parcela, para novos aprovados, quanto da segunda, para quem recebeu a anterior até 30 de abril. Ao todo, o benefício será pago a 7,9 milhões de trabalhadores, segundo o banco.
Veja quem recebe nesta sexta:
  1. Segunda parcela: 5,3 milhões trabalhadores inscritos no Cadastro Único ou que se cadastraram através do aplicativo e do site, e que receberam a primeira parcela até 30 de abril, nascidos em maio e junho.
  2. Segunda parcela: 1,9 milhão de trabalhadores beneficiários do Bolsa Família, cujo NIS termina em 5
  3. Primeira parcela: 0,7 milhão de trabalhadores do novo lote de aprovados do benefício, nascidos em abril

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.



Fonte: G1
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Presidente do SINDIQUÍMICOS-PA fala sobre a luta sindical em tempo de pandemia



Gilvandro Santa Brígida, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas de Barcarena do Estado do Pará (SINDIQUÍMICOS – filiado a CTB), disse que todos os acordos, até agora, foram coletivos, resguardando os direitos dos trabalhadores e a representatividade do Sindicato, até agora não houve demissões, garantindo os salários integralmente, sem a suspensão de contrato de trabalho. A produção continua na empresa. Nossos desafios são de evitar o alastramento e a contaminação do Covid-19 dentro da empresa.

Confira a entrevista na íntegra:

Como você avalia as Medidas Emergenciais para o enfrentamento do coronavírus (Covid-29), manutenção do Emprego e da Renda anunciadas pelo governo Bolsonaro até agora?
Gilvandro: As medidas tomadas pelo Governo até o momento nenhuma vem ao encontro dos anseios e necessidades dos trabalhadores e trabalhadoras. Se percebe o Governo falar muito na economia, e deve ter preocupação, mas agora o Governo Federal tem que fazer a parte dele para ajudar os Governadores e Prefeitos.
Precisa de medidas, principalmente, para socorrer os mais necessitados, cuidar das pessoas, da classe trabalhadora, daqueles informais e desempregados, daqueles que hoje não trabalham com carteira assinada, ajudar as empresas a manter os empregos e a renda dos funcionários/as e assim garantir a sobrevivência com dignidade dessas pessoas, em especial socorrer as mulheres mães solteiras chefes de famílias.
Bolsonaro governa por Medidas Provisórias e Decretos e nessas ações atacam diretamente os trabalhadores, seus direitos e suas organizações sindicais, com uma clara intenção de proteger os mais ricos. Bolsonaro é contra o isolamento social que é uma maneira de conter a pandemia, e estamos vendo pessoas no Pará e no Brasil sendo acometidas pelo coronavírus, adoecendo e muitas morrendo, hoje (18) mais de 16 mil mortes, e os investimentos do Governo Federal e apoios aos Estado estão atrasados, com pouco investimento na saúde.

Compreendemos ser necessário atitudes baseadas nas orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde), senão vamos ter um colapso total com pessoas morrendo nas portas dos hospitais e nas ruas. O Governo deve implementar medidas para a economia, para as empresas, as indústrias e etc., mas tem, primeiramente, que pensar nas pessoas, nos seres humanos, e o Bolsonaro em nenhum momento demonstra preocupação com as pessoas, os trabalhadores/as.

Quais os impactos da crise na sua categoria? Houve paralisação parcial ou total das atividades? Se não houve interrupção total, quais as medidas que estão sendo adotadas para preservar a vida, a saúde e a segurança dos trabalhadores?
Gilvandro: O Sindicato dos Químicos de Barcarena em relação às questões da categoria buscou e segue tomando todas as medidas e negociações de forma coletiva, aprovadas pelos trabalhadores, evitando os acordos individuais. Nós forçamos a barra e assinamos um ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) específico, emergência, logo após a edição da MP 927, para o período da pandemia, ele abrange tabela de turno, trabalho home Office, férias coletivas (se for necessário), devendo definir junto ao Sindicato.
Ainda garantimos um valor por função conforme tabela de turno, que mudou para 12 horas e o pagamento de R$ 500,00 por trabalhador a título de compensação pelo aumento da carga horária. Definimos férias para alguns trabalhadores, a libração do grupo de risco, conseguimos tirar todos acima de 60 anos, as grávidas, os cardiopatas e diabéticos. Temos aproximadamente mil trabalhadores fora da fábrica.
Implantamos o trabalho por turnos de 12 horas, manutenção do Administrativo, buscamos iniciativas para reduzir, também, o grande número de terceirizados, tudo para evitar grande aglomeração na fábrica, E mesmo assim temos um contingente considerável de trabalhadores infectados pelo covid-19, entre empregados diretos e terceirizados.
Seguimos diuturnamente negociando medidas e questões relevantes para o dia a dia dos trabalhadores, cobrando mais ações para evitar o alastramento e a perca do controle no combate do covid-2019 na empresa, evitando o adoecimento e a morte dos trabalhadores e de seus familiares.

O que está sendo feito para garantir empregos e salários? Como sindicato está atuando para garantir a negociação coletiva diante da pressão das empresas pelo acordo individual? quantas demissões ocorreram sua base da sua base até o momento?
Gilvandro: Em Barcarena nosso Sindicato é muito combativo e forte, é respeitado pelas empresas, principalmente pela Hydro Alunorte e Norsk Hydro, pela nossa seriedade e relação com as bases. A empresa até ensaiou fazer acordo unilateral, mas resistimos. Todos os acordos aqui foram coletivos, resguardando os direitos dos trabalhadores e a representatividade do Sindicato, até agora não houve demissões, garantindo os salários integralmente, sem a suspensão de contrato de trabalho. A produção continua na empresa. Nossos desafios são de evitar o alastramento e a contaminação do covid-19 dentro da empresa.

O que fazer nesta conjuntura complexa?
Gilvandro: Percebo que o movimento sindical e social está um pouco apático, acho que é o momento de luta. É urgente uma frente de luta contra as medidas e ações genocidas do Governo Bolsonaro. A gente precisa de imediato começar a discutir, formar um Fórum de discussão, mesmo à distância (virtual), para que possa se unir e mobilizar os trabalhadores, mostrando sua força, seu poder que eles têm nas mãos. Se a classe trabalhadora paralisar gerará um caos e o setor empresarial e os governos compreenderá a importância da força do trabalho.
É importante que as lideranças políticas de esquerda e democráticas se unifique com os movimentos sindical e sociais numa frente de salvação nacional, na defesa da democracia, dos direitos trabalhistas, na defesa da saúde, da vida, dos empregos, dos salários, de uma renda mínima para os trabalhadores informais e desempregados.
Unir para combater essa avalanche de medidas arbitrárias e autoritárias, totalmente ultraliberais, que impactam diretamente na vida do trabalhador. Precisamos avaliar e lançar em novas formas de lutas, temos que transformar a sociedade, sermos protagonistas rumo as saídas, que valorize o trabalho, a classe trabalhadora, a democracia e salvar o Brasil e seu povo das garras bolsonarista.

Fonte: Mundo Sindical - CUT
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Estado de Minas recebe R$ 1 bilhão em recursos da Vale liberados pelo TJMG


Com a mineradora Vale S/A já condenada a reparar por danos ambientais gerados pelo rompimento da barragem em Brumadinho, a 2ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias de Belo Horizonte autorizou a liberação de R$ 1 bilhão de valores retidos da gigante da mineração, a serem utilizados pelo Estado de Minas Gerais para fazer frente à grave situação de calamidade pública, com implementação de medidas e políticas públicas, especialmente na área da saúde.
A autorização não impede remanejamento de rubricas de gasto em momentos posteriores, dependendo da realidade a ser enfrentada quando da utilização dos recursos. A decisão foi assinada pelo juiz Elton Pupo Nogueira após concordância entre a Vale S/A, o Estado de Minas Gerais, a Defensoria Pública e o Ministério Público.
Desafios
No pedido feito, foi registrado que o Estado enfrenta um dos maiores desafios de sua história e é necessário proteger a sua população. A Vale S/A concordou com a liberação do montante, desde que os valores fossem abatidos do montante fixado na condenação final, relativa à reparação pelo desastre ambiental em Brumadinho, o que já foi deferido.
O juiz Elton Pupo Nogueira considerou que a Vale S/A já foi condenada a reparar todos os danos decorrentes do rompimento da barragem de rejeitos de minérios na localidade.
O magistrado entendeu que, no atual cenário, com o Estado de Minas Gerais convivendo com suas contas deficitárias e agravadas pela atual grave retração da atividade econômica, é admissível o emprego de parte dos recursos no impacto negativo provocado pela pandemia do coronavírus, cujo enfrentamento tem reflexos em todas as outras áreas sociais e econômicas.
Fonte: diário do poder - https://diariodopoder.com.br/
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Prefeito de Sete Lagoas se reúne com empresários interessados em investir em fertilizantes




O prefeito Ângelo Guerreiro recebeu, na última quarta-feira (20), empresários interessados em investir no Município em dois ramos diferentes e que irão gerar renda e emprego. Uma das empresas é a Fertilizantes Pantaleão Indústria LTDA, de Laranjeiras – SE, que foi representada pelo presidente Luciano Pantaleão.

"Vejo muito futuro em Três Lagoas e com certeza essa indústria, aqui, se desenvolverá muito, porque Mato Grosso do Sul é um Estado com muitas plantações e criação de gado, então o que produzimos será comercializado aqui e os clientes não precisarão importar", afirmou

A empresa de fertilizantes está dando continuidade em processos de elaboração de projeto para ter a cessão de uma área Municipal para a construção e produção dos materiais.

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