Mais vagas de empregos em Uberaba



EMPRESA DE CALÇADOS MASCULINOS E FEMININO CONTRATA
Representante de Área para formação de equipes de vendas em diversas regionais. Cada regional terá aproximadamente 50 municípios. Para saber mais sobre a empresa, acessar www. pe de ferro. ind. br e também Facebook. com\ pe de ferro calçados. Os interessados enviar currículo para csope de ferro@gmail. com ou ligar para Carlos (34)99911-2904.

INSTRUMENTISTA (CURSO TÉCNICO,
EXPERIÊNCIA NA FUNÇÃO)
Cobramos taxa administrativa. Tratar 3314-7649, Rua Vigário Silva, 290, sl 10 ou agencia universo emp @gmail. com.
 
MECANICO INDUSTRIAL (CURSO TÉCNICO, EXPERIÊNCIA NA FUNÇÃO)
Cobramos taxa administrativa. Tratar 3314-7649, Rua Vigário Silva, 290, sl 10 ou agencia universo emp @gmail. com.

OPERADOR DE CAIXA (AMBOS OS SEXOS,  EXPERIÊNCIA NA FUNÇÃO)
Cobramos taxa administrativa. Tratar 3314-7649, Rua Vigário Silva, 290, sl 10 ou agencia universo emp @gmail. com.
Pessoa com Deficiência Física
A Construtora Nóbrega Pimenta , esta contratando uma Pessoa com Deficiência física. Os interessados por gentileza trazerem os currículos juntamente com a carteira de trabalho e documentos pessoais. Endereço: Av. Cristo Rei, 221, Pq. Das Américas. Auxiliar Administrativo , sexo feminino ou masculino, salário R$ 906,60 + Refeição na empresa. Horário de trabalho, de  Segunda-Feira a Quinta-Feira das 07h30min as 17h30min (1 hora de refeição).  Sexta-Feira das 07h30 as 17h30 (1hora de refeição). (20/03)
AUXILIAR DE AÇOUGUE (AMBOS OS  SEXOS)
Cobramos taxa administrativa. Tratar 3314-7649, Rua Vigário Silva, 290, sl 10 ou ag


CONSULTOR DE VENDAS
Experiência de 6 meses, R$ 2.000,00 + benefícios, superior completo engenharia elétrica. Prospectar, visitar, atender e assessorar clientes de porte médio e grande, na solução de sua necessidade com foco em vendas, conforme metas estabelecidas. Prospectar clientes ativos inativos e fazer abertura de novos clientes, sempre focando possíveis e novas demandas, analisando a viabilidade do atendimento. Elaborar propostas, comerciais, especificando produtos, preços e condições de fornecimento. Acompanhar as cotações (follow up) fazendo contato com o cliente.  Tratar no Sine, Rua Vigário Silva, 309
CONSULTOR DE VENDAS
Experiência de 6 meses, R$ 1.387,00 + beneficio, superior completo. Assistente técnico comercial júnior, vaga exclusiva para pcd ensino técnico ou superior na área de ciências agrárias. Ser habilitado na categoria (b). Atuar como consultor técnico dos produtos da empresa junto aos clientes (produtores) no campo, por meio de visitas ao produtor, vendas de produtos específicos e coleta de resultado de produtos vendidos, com o objetivo de fidelizar os clientes em carteira e prospectar novos, inserindo os dados das vendas no sistema timac agro sales (tas). Tratar no Sine, Rua Vigário Silva, 309OPERADOR DE BOMBA DE CONCRETO
Experiência de 6 meses, R$ 1.644,00 + beneficios, ens. médio incompleto. Programar a produção e o fornecimento de concreto e misturam seus agregados. Preparar o ambiente, os equipamentos de trabalho e os insumos do concreto. Descarregar e bombear o concreto. Tratar no Sine, Rua Vigário Silva, 309
TÉCNICO DE ENFERMAGEM
Experiência de 6 meses,   R$ 918,00 + beneficios, ens. médio completo. Cuidados com idosos, referente a troca de fraldas , alimentação, administração de medicamentos, aferir pressão arterial, temperatura e etc. exigência da vaga: curso técnico na área ou cuidador de idosos. Tratar no Sine, Rua Vigário Silva, 309



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Políticos aproveitam crise para retirar direitos dos trabalhadores

Desde 1988, ano de promulgação da Constituição Cidadã, mesmo em governos com compromissos neoliberais, não se identificou um número tão expressivo de proposições tramitando no Congresso Nacional que representassem retrocesso e ameaça a direitos e à democracia. Diante desse quadro preocupante e de quantitativo simbólico, já que o número de ameaças pode ser maior, a assessoria do DIAP fez um levantamento das principais matérias tramitando no Congresso Nacional (Câmara dos Deputados e Senado Federal) que tiveram movimentação nos últimos anos e/ou foram identificadas pelo órgão em razão da relevância e grau de polêmica dos temas envolvidos. O objetivo desse levantamento é lançar luz sobre as atividades do Parlamento, chamar atenção do movimento sindical, em particular, e da sociedade, em geral, para a possibilidade iminente de retirada, flexibilização ou até mesmo eliminação de direitos duramente conquistados ao longo da história no Brasil. A elaboração desse levantamento contou com a parceria e colaboração de entidades da sociedade civil como o Inesc, Cfemea, Anamatra, Contag, Conectas, entre outras, que tal como o DIAP, acompanha as atividades do Parlamento e busca transformar em políticas públicas as demandas legítimas e éticas da sociedade. RELAÇÃO DAS 55 AMEAÇAS À DIREITOS TRAMITANDO NO PARLAMENTO 1. Regulamentação da terceirização sem limite permitindo a precarização das relações de trabalho (PL 4302/1998 – Câmara, PLC 30/2015 - Senado, PLS 87/2010 – Senado); 2. Redução da idade para início da atividade laboral de 16 para 14 anos (PEC 18/2011 – Câmara); 3. Instituição do Acordo extrajudicial de trabalho permitindo a negociação direta entre empregado e empregador (PL 427/2015 – Câmara); 4. Impedimento do empregado demitido de reclamar na Justiça do Trabalho (PL 948/2011 – Câmara e PL 7549/2014 - Câmara); 5. Suspensão de contrato de trabalho (PL 1875/2015 – Câmara); 6. Prevalência do negociado sobre o legislado (PL 4193/2012 - Câmara); 7. Prevalência das Convenções Coletivas do Trabalho sobre as Instruções Normativas do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE (PL 7341/2014 - Câmara); 8. Livre estimulação das relações trabalhistas entre trabalhador e empregador sem a participação do sindicato (PL 8294/2014 - Câmara); 9. Regulamentação do trabalho intermitente por dia ou hora (PL 3785/2012 - Câmara); 10. Estabelecimento do Código de Trabalho (PL 1463/2011 - Câmara); 11. Redução da jornada com redução de salários (PL 5019/2009 - Câmara); 12. Vedação da ultratividade das convenções ou acordos coletivos (PL 6411/2013 – Câmara); 13. Criação de consórcio de empregadores urbanos para contratação de trabalhadores (PL 6906/2013 - Câmara); 14. Regulamentação da EC 81/2014, do trabalho escravo, com supressão da jornada exaustiva e trabalho degradante das penalidades previstas no Código Penal (PL 3842/2012 – Câmara, PL 5016/2005 – Câmara e PLS 432/2013 - Senado); 15.Estabelecimento do Simples Trabalhista criando outra categoria de trabalhador com menos direitos (PL 450/2015 – Câmara); 16. Extinção da multa de 10% por demissão sem justa causa (PLP 51/2007 – Câmara e PLS 550/2015 - Senado); 17. Susta a Norma Regulamenta (NR) 12 sobre Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos (PDC 1408/2013 – Câmara e PDS 43/2015 - Senado); 18. Execução trabalhista e aplicação do princípio da desconsideração da personalidade jurídica (PL 5140/2005 - Câmara); 19. Deslocamento do empregado até o local de trabalho e o seu retorno não integra a jornada de trabalho (PL 2409/2011 – Câmara); 20. Susta Norma Regulamentadora 15, do Ministério do Trabalho Emprego, que regula as atividades de trabalhadores sob céu aberto (PDC 1358/2013 – Câmara); 21. Susta as Instruções Normativas 114/2014 e 18/2014, do Ministério do Trabalho, que disciplinam a fiscalização do trabalho temporário (PDC 1615/2014 – Câmara); 22. Estabelecimento da jornada flexível de trabalho (PL 2820/2015 – Câmara e PL 726/2015 - Câmara); 23.Estabelecimento do trabalho de curta duração (PL 3342/2015 - Câmara); 24. Transferência da competência para julgar acidente de trabalho nas autarquias e empresas públicas para a Justiça Federal (PEC 127/2015 - Senado); 25. Aplicação do Processo do Trabalho, de forma subsidiária, as regras do Código de Processo Civil (PL 3871/2015 – Câmara); 26. Reforma da execução trabalhista (PL 3146/2015 - Câmara). 27. Substitutivo apresentado na CAPADR estabelece a inexigibilidade do cumprimento simulta?neo dos requisitos de “utilizac?a?o da terra” e de “eficie?ncia na explorac?a?o” para comprovac?a?o da produtividade da propriedade rural (PL 5288/2009 – Câmara); 28.Alteração da Lei 5.889/1973, que estatui normas reguladoras do trabalho rural, e a Lei 10.101/2000, que dispo?e sobre a participac?a?o dos trabalhadores no lucro ou resultados da empresa, visando a sua adequac?a?o e modernizac?a?o (PLS 208/2012 – Senado); 29.Alteração da Lei no 1.079/1950, para definir como crime de responsabilidade de governador de Estado a recusa ao cumprimento de decisa?o judicial de reintegrac?a?o de posse (PLS 251/2010 - Senado); 30.Alteração da Lei 8.629/1993, para dispor sobre a fixac?a?o e o ajuste dos para?metros, i?ndices e indicadores de produtividade (PLS 107/2011 - Senado); 31. Regulamentação da compra de terra por estrangeiros (PL 4059/2012 – Câmara e PL 2269/2007 - Câmara); 32. Alteração da Lei de Biossegurança para liberar os produtores de alimentos de informar ao consumidor sobre a presença de componentes transgênicos quando esta se der em porcentagem inferior a 1% da composição total do produto alimentício (PLC 34/2015 – Senado). 33. Dispensa do servidor público por insuficiência de desempenho (PLP 248/1998 - Câmara); 34. Instituição de limite de despesa com pessoal (PLP 1/2007 - Câmara); 35. Criação do Estatuto das Fundações Estatais (PLP 92/2007 - Câmara); 36. Regulamentação e retirada do direito de greve dos servidores (PLS 710/2011 – Senado; PLS 327/2014 – Senado; e PL 4497/2001 - Câmara); e 37. Extinção do abono de permanência para o servidor público (PEC 139/2015 – Câmara); 38. Fim da exclusividade da Petrobras na exploração do pré-sal (PL 6726/2013 - Câmara); 39. Estabelecimento de que a exploração do pré-sal seja feita sob o regime de concessão (PL 6726/2013); 40. Estabelecimento de independência do Banco Central (PEC 43/2015 - Senado); 41. Privatização de todas as empresas públicas (PLS 555/2015 - Senado); 42.Proibição de indicar dirigente sindical para conselheiros dos fundos de pensão públicos (PLS 388/2015 – Senado); 43. Estabelecimento do Código de Mineração (PL 37/2011 – Câmara); 44.Demarcação de terras indígenas (PEC 215/2000); 45. Cancelamento da política de Participação Social (PDS 147/2014 – Senado); 46. Alteração do Código Penal sobre a questão do aborto, criminalizando ainda mais as mulheres e profissionais de saúde (PL 5069/2013 - Câmara); 47. Retirada do texto das políticas públicas do termo "gênero" e instituição do Tratado de San José como balizador das políticas públicas para as mulheres. É um total retrocesso para todo ciclo das políticas (MPV 696/2015 - Senado); 48.Instituição do Estatuto do Nascituro - provavelmente maior ameaça aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. Seria concretizada a criminalização generalizada das mulheres, inviabilizando, inclusive, o aborto previsto no Código Penal (PL 478/2007 - Câmara); 49. Instituição do Estatuto da Família - retrocesso para grupos LGTBs e mulheres: não reconhecimento como família - ficam fora do alcance de políticas do Estado (PL 6583/2013 – Câmara); 50. Redução da maioridade penal (PEC 115/2015 - Senado); 51. Instituição do Estatuto do desarmamento (PL 3722/2012 – Câmara); 52. Estabelecimento de normas gerais para a contratação de parceria público-privada para a construção e administração de estabelecimentos penais (PLS 513/2011 –Senado); 53. Aumento do tempo de internação de adolescentes no sistema socioeducativo (PLS 2517/2015 - Senado); 54. Atribuição à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do exame do mérito das Propostas de Emenda à Constituição (PEC), acabando com as comissões especiais (PRC 191/2009 - Câmara); e 55. Alteração da Constituição para que entidades de cunho religioso possam propor Ações de Constitucionalidade perante o STF (PEC 99/2001 – Câmara). Fonte: DIAP
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Sem licenças, Vale pode cortar metade das operações em MG


Num momento em que falta dinheiro no Estado até mesmo para pagar os salários dos servidores, a Vale, uma das maiores geradoras de impostos, anuncia que se o governo mineiro não liberar licenciamentos ambientais pendentes e essenciais para manter as operações, a empresa terá que cortar pela metade a produção de minério de ferro em Minas Gerais, nos próximos três anos. Ao todo, 88 projetos aguardam liberação de licenças, mas 25 seriam de extrema urgência. Segundo o gerente-executivo de planejamento estratégico da Vale, Lucio Cavalli, o caso mais crítico é o da mina de Brucutu, que pode ser paralisada no próximo mês. Mas também correm risco minas em Itabirito e Itabira.
Na divisa de São Gonçalo do Rio Abaixo e Barão de Cocais, Brucutu é a maior mina da Vale em Minas, com produção aproximada de 30 milhões de toneladas/ano. Cavalli afirmou que a barragem de rejeitos da mina de Brucutu está operando em seu nível máximo e precisa de uma nova, que já está pronta há mais de seis meses, esperando só a Licença de Operação. “Se não conseguirmos, teremos impacto na empregabilidade”, disse.
Prefeitos da região estão preocupados. “Se a mina fechar por falta de barragem, vai ser um impacto violento para toda a região. Só de empregos diretos são mais de 3.000”, afirma o prefeito de Barão de Cocais, Armando Verdolin.
O presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Fernando Coura, afirma que não gosta nem de pensar na possibilidade da Vale reduzir a produção. “Ela é hoje a empresa que mais compra no Estado, é a maior consumidora de energia elétrica e combustível; é a maior demandante de serviços como transporte, padaria segurança, materiais como rolamento, uniformes, manutenção. E aí você pode imaginar: Minas sem minas é Minas sem coração”, afirma Coura.
Segundo ele, no exato momento em que a Vale deixar de produzir no Estado, vai transferir para outro local, como o Pará e até mesmo para outros países, como Austrália ou Canadá. “Uma vez transferida essa produção de minério de ferro, nunca mais vamos recuperar”, ressalta Coura. Ele acredita que o governo mineiro vai liberar as licenças.
A demora na liberação das licenças tem sido atribuída ao aumento do rigor desde a tragédia da barragem da Samarco, quando foi criada uma força-tarefa para analisar minuciosamente os pedidos. Segundo o deputado estadual Gil Pereira (PP), também falta mão de obra no sistema responsável. “Vamos mostrar ao governador a importância de se liberar essas licenças, para que ele seja sensível à geração de empregos. Depois do acidente da Samarco, criou-se uma demonização da mineração, mas tudo de importante que ela fez para o Estado não pode ficar para trás. Vamos cobrar celeridade”, afirma Pereira.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) informa que o pedido de concessão da Licença de Operação da barragem de rejeitos da mina Brucutu da Vale foi feito em agosto de 2015 e aguarda informações complementares pedidas à mineradora no dia 3 de novembro, dois dias antes da barragem da Samarco desabar.
Em espera
Barragem Norte -Brucutu ( Necessidade: fev./2016)
LP/LI da Alteamento Barragem Itabiruçu ( Necessidade: Jun./2016)
LP/LI da disposição de Rejeito na Cava Cauê (Necessidade: Jul./2016)
LP da Barragem Maravilhas III (Necessidade:Jun./ 2016)
LP/LI da disposição de Lama Mina de Alegria (Necessidade: Mar./2016)

Fonte: Jornal O Tempo Read More!

Categoria química repudia invasão do Sindicato dos Metalúrgicos pela PM


A categoria química, através da CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Químico), em nível nacional, repudia a ação truculenta do governo de SP, por meio da Polícia Militar, que na noite de sexta-feira (11/3) invadiu de forma ostensiva as dependências do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em Diadema, Grande SP. “Os soldados portavam metralhadoras e do lado de fora do sindicato parecia uma praça de guerra, por causa do grande aparato que a PM levou até o local”, protestou o presidente da CNTQ e do Sindiquímicos Guarulhos, Antonio Silvan Oliveira.
Segundo ele, a democracia que os trabalhadores conquistaram, através da luta das entidades sindicais, não tem espaço para ações arbitrárias num lamentável momento de tensão e tentativas de intimidação do governo de SP, utilizando para isso a Polícia Militar. “De acordo com a Constituição Federal, a lei máxima do País, “são garantias invioláveis de todos, os recintos particulares e o direito de reunião das pessoas, até como natural expansão da sociabilidade humana”, conforme descreve o art. 5°, incs XI e XVI”, enfatizou.
Na sede dos Metalúrgicos do ABC estava ocorrendo uma reunião democrática, com a presença de parlamentares do PT, diretores da entidade e demais pessoas, quando, de repente o local foi invadido pela PM, criando clima de tensão. Quando questionados a respeito da operação, os policiais disseram que estavam acontecendo uma reunião de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e foram até aquele sindicato para averiguar. O local permaneceu cercado durante algum tempo e a PM foi embora após anotar os números de documentos dos participantes da reunião.
Silvan ressalta que a maioria dos regimes totalitários, como a Ditadura Militar de 1964 no Brasil, o Nazismo, na Alemanha, e o Fascismo, na Itália, se aproveitaram de crises na economia para assumir o poder. De início, vendiam a proposta de solução para todos os problemas.
Não demorou muito tempo para o mundo conhecer as atrocidades implantadas por esses governos de exceção, como extermínio de minorias, além de grande perseguição ao movimento sindical, que na visão deles, seriam os grandes culpados pelo descalabro econômico que esses países mergulharam, na maioria das vezes em benefício do capital especulativo e detrimento do seguimento empresarial. Como ocorre nestes dias atuais, parcela da burguesia aliada aos grandes veículos de comunicação ajudam a fomentar esta perseguição, que jamais deve existir numa democracia.

Nota do Stiquifar

O Stiquifar engrossa o coro da solidariedade aos companheiros do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. A entidade entende que vivemos em país democrático, onde o Estado de Direito deve sempre prevalecer. A liberdade foi conquistada neste país para todos, e assim deve continuar. O Stiquifar considera absurda a atitude da PM de SP e repudia com todas as forças o ato cometido em São Paulo.
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Sindicatos discutem PLR com a Heringer



A CNTQ e sindicatos representantes dos trabalhadores  de várias
Unidades estiveram mais uma vez reunidos com a Heringer para
prosseguimento nas discussões do atual Programa de Participação nos
Lucros (PLR). Desde 2008 tem contemplado seus empregados somente com um
salário nominal, a título de adiantamento devido prejuízos apresentados.
Na prática. No entanto, o Stiquifar entendemos como investimentos, pois o crescimento em numero de Unidades da empresa é inegável. A entidade esclarece q nada tem em contrário a isso, já que a mesma é geradora de  empregos.
Acreditamos que estamos evoluindo nas negociações e estamos
encaminhando uma proposta a pedido da Heringer para análise. Abaixo destacamos alguns pontos que comporão a mesma:
. Elevação do salario nominal pago a título de adiantamento
. Retirada da clausula que contém Prejuízo até por que todo e qualquer
risco da atividade econômica é do empregador
. Abertura do processo para eleição dos membros da Comissão de Empregados
O bancada Sindical  está otimista quanto a este processo negocial pois
a Heringer após alguns anos de questionamento se mostra sensível a
rever o PL atual que consideramos positivo e qualquer novidade
informaremos imediatamente todos

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Sistema de exaustão da Vale coloca trabalhadores em risco

O STIQUIFAR encaminhou à empresa sua preocupação com as condições do Exaustor da Capela do Laboratório da Vale Fertilizantes que tem apresentado mal funcionamento constante afetando a saúde dos trabalhadores.
A empresa informou ao sindicato que já está em andamento um projeto para solucionar definitivamente os problemas com aquele equipamento e o trabalho está sendo feito pelos profissionais competentes.

Logo que estiver completado o projeto os trabalhos serão iniciados.
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Chefe faz pressão sobre trabalhadores do Biocálcio da Vale

Parece mentira, mas é a mais pura verdade! Após o STIQUIFAR publicar matéria à respeito dos graves problemas instalados na unidade de Bicálcico na Vale Fertilizantes, a empresa, através de seus gestores, ao invés de buscar soluções para resolver o que está errado, passou a assediar e pressionar os trabalhadores daquela unidade.
Querem por que querem descobrir quem foi ou quem foram as pessoas que trouxeram ao sindicato a situação péssima de saúde, segurança e operacional da planta.
Querem saber de onde partiu as denúncias para punir o responsável ou os responsáveis. Estão perdendo seu tempo e criando uma situação que piora ainda mais o ambiente de trabalho.
Será que esses senhores não sabem que o sindicato tem diretores esparramados pela fábrica toda?
Será que esses senhores não sabem que esses diretores tem o dever de levantar os problemas que atingem os trabalhadores e trazê-los para que a entidade tome as medidas possíveis e cabíveis para proteger esses trabalhadores?
Caros senhores gestores, parem de perder seu precioso tempo buscando quem nos traz informações e façam seu dever de casa, consertando o que está errado, solucionando os problemas que primeiramente afetam os trabalhadores e atrapalham muito a produção.
Entreguem para a empresa o que ela paga para os senhores fazerem, que é gerir de forma competente uma unidade para que ela dê o retorno financeiro esperado por ela que investiu muito dinheiro esperando um resultado satisfatório.
Consertem a casa que está em ruínas e ofereçam aos trabalhadores uma condição digna e segura para o trabalho.
Querem saber quem levanta os problemas e os trazem para o sindicato?
É fácil saber, pois, todos conhecem nossos diretores e são eles os responsáveis pelas informações que visam proteger os trabalhadores e para isso tem um mandato que os protegem com a estabilidade necessária para não sofrerem ataques da empresa.


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