Trabalhadores da Vale Fertilizantes: Stiquifar paga, nesta sexta-feira (18), os valores referentes ao Processo 1479/11

Os trabalhadores da Vale Fertilizantes CONTEMPLADOS no processo 1479/11, que cobrou adicional noturno, recebem, a partir desta sexta-feira (18), os valores definidos pela Justiça do Trabalho.

Os trabalhadores que fazem parte do processo, e TIVERAM GANHO DE CAUSA, podem procurar o Stiquifar para o recebimento dos referidos valores.
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Stiquifar convoca trabalhadores da Vale Fertilizantes para assembleia

O Stiquifar convoca os trabalhadores da Vale Fertilizantes para três assembleias nesta quinta-feira (17), na porta da fábrica. O objetivo é discutir e votar a proposta da empresa para a renovação do Acordo Coletivo.

Assembleias na porta da fábrica

Serão três assembleias: uma para o turno das 7 horas, que estará entrando em serviço; outra para o turno das 23 horas, que estará saindo do serviço, juntamente com o pessoal do Administrativo, que estará entrando em serviço.
A outra assembleia será às 15 horas para o turno da tarde.
Todos os trabalhadores devem descer dos ônibus e participar.

Assembleia para os turnos A e D

Haverá uma assembleia com os trabalhadores da Vale Fertilizantes dos turnos A e D, também quinta-feira (17), às 9h30, na sede do sindicato.

Proposta

Na tarde desta terça-feira (15), durante reunião entre representantes da Vale Fertilizantes e dirigentes do Stiquifar, a empresa apresentou proposta para renovação do Acordo Coletivo que vale à partir do dia 1º de novembro de 2015 (data-base).

A proposta engloba:
- Reajuste dos salários de 10.33%;
- Pagamento do 13º do Vale Alimentação;
- Manutenção das demais cláusulas do Acordo Coletivo 2014/2015.
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No Brasil, 25% têm trabalho precário. No mundo, problema atinge 1,5 bilhão

Ao redor do mundo, 1,5 bilhão de pessoas têm trabalhos considerados vulneráveis. São imigrantes ilegais, trabalhadores do sexo, empregados em atividades perigosas (como os carvoeiros), domésticos, trabalhadores em condições precárias, sem proteção social e representação sindical. No Brasil, 25,1% dos trabalhadores estão nessas condições. Há ainda outro grupo de vulneráveis: trabalhadores que vivem com menos de US$ 2 por dia. No mundo, são 830 milhões e no Brasil, 3,4% dos trabalhadores. O relatório anual do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) deste ano teve como tema “Trabalho como motor do Desenvolvimento Humano”.
Jornada dobrada. A sorveteira Gorete Lima vende sorvetes das 17h às 2h do dia seguinte e vai dormir às 3h, mas precisa acorda às 7h – Efrém Ribeiro / Efrém Ribeiro
— É obvio que o emprego tem importância no desenvolvimento, mas não devemos olhar só para (a geração de) emprego, mas para a dignidade das pessoas — afirmou o representante do Pnud no Brasil, Carlos Benitez.
Na avaliação da organização, o Brasil está melhor que vários países porque tem uma agenda de trabalho decente. Além disso, deu um grande passo com a Lei das Domésticas, o que deve gerar ganhos de qualidade de vida nos próximos anos.
— Pela primeira vez, estão pagando o FGTS dos trabalhadores domésticos no Brasil. Era uma coisa inacreditável. Havia uma categoria de trabalhador diferente que não tinha direito a FGTS — ressalta a coordenadora do relatório no Brasil, Andréa Bolzon.
No Brasil, mais de 90% dos empregados domésticos são mulheres. Situação desigual que não é exclusividade brasileira. No mundo, mais da metade das mulheres têm trabalhos que não são considerados dignos.
204 MILHÕES SEM EMPREGO
No mundo, há 204 milhões de desempregados, um número praticamente igual ao da população brasileira. No país, a recessão tem provocado aumento do desemprego.
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— Há uma resiliência da sociedade brasileira (por causa dos benefícios sociais) para enfrentar a crise — diz Andréa.
A desigualdade no trabalho atinge diretamente as mulheres. Três em cada quatro horas de trabalho não remunerado no mundo são feitas por mulheres. Em Teresina, a sorveteira Gorete Lima inicia sua jornada às 7h cuidando da casa e preparando sorvetes que vende a partir das 17h em festas, onde fica até as 3h.
— São dez horas de serviço, a maior parte em pé para limpar a máquina e vender os sorvetes. É uma vida dura, mas foi assim que eu criei meus filhos.
Fonte: O Globo
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CONTRATAÇÃO IMEDIATA

MAFRA - Uberaba contrata OPERADOR DE EMPILHADEIRA ELÉTRICA com experiência.
Contato : Sr. Oldair, telefone (34) 3326-5831
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Vale Fertilizantes apresenta proposta para renovação do Acordo Coletivo



Na tarde desta terça-feira (15), durante reunião entre representantes da Vale Fertilizantes e dirigentes do Stiquifar, a empresa apresentou proposta para renovação do Acordo Coletivo que vale desde o dia 1º de novembro de 2015 (data-base).

A proposta engloba:
- Reajuste dos salários de 10.33%;
- Pagamento do 13º do Vale Alimentação;
- Manutenção das demais cláusulas do Acordo Coletivo 2014/2015.


Importante destacar que o reajuste é somente para os salários, portanto, o Vale Alimentação continuará com o valor de R$ 300,00 até a próxima data-base.
A empresa informou ainda que conseguirá pagar o 13º do Vale Alimentação no dia 23 de dezembro; já o reajuste dos salários será pago ainda na folha de pagamento de dezembro, caso a proposta seja aprovada até quinta-feira (17/12).
Por isso, o Stiquifar convoca assembleia urgente, com os trabalhadores da Vale Fertilizantes, nesta quinta-feira (17). O objetivo é colocar a proposta do Acordo Coletivo em votação para que, se aprovada, o reajuste seja pago ainda em dezembro. A participação de todos os convocados é de suma importância.
“O Stiquifar, como sempre fez durante toda a sua existência, só assina um Acordo Coletivo se os trabalhadores, reunidos em assembleia, aprovarem qualquer proposta, ou seja, a palavra final é dos trabalhadores e a vontade deles é que será acatada. Porém, como a empresa demorou muito para apresentar sua proposta e o tempo de fechamento da folha de pagamento é curto, teremos que ouvir os trabalhadores ainda esta semana para retornarmos à empresa a decisão soberana da assembleia”, explicou a diretoria do Stiquifar.
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Stiquifar reforça: “Não vamos aceitar menos que 10,33% de reajuste nas negociações com a Vale Fertilizantes”



Nesta terça-feira (15), o Stiquifar irá se reunir com dirigentes da Vale Fertilizantes para mais uma reunião de negociação salarial. Apesar da demora e das dificuldades em agendar um encontro com a empresa, a presidente do sindicato, Maria das Graças Carriconde, garante que não irá aceitar reajuste menor que 10,33% (Índice do INPC) para os trabalhadores da Vale Fertilizantes.
Assim que tiver uma posição da empresa, após esse encontro, o sindicato irá convocar os trabalhadores para uma assembleia, onde irá apresentar a proposta que será recebida pelos patrões. Para o Stiquifar, a paciência tem sido estratégia.
Além disso, o sindicato reforça que as decisões sobre as negociações salariais de outros segmentos da Vale, como a mineração, não irão interferir nas decisões da unidade de Uberaba.
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Trabalhadores da Vale devem ficar sem reajuste salarial em 2015

Os trabalhadores da Vale devem ficar sem reajuste salarial em 2015. As negociações travadas desde agosto não avançaram e a proposta da companhia de pagar apenas o abono tende a prevalecer.
Os sindicatos pediam a recomposição da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais um ganho real de 5% e aumento do vale alimentação.
Para enfrentar o atual cenário de queda do preço do minério de ferro – cotado a US$ 37 por tonelada, piso dos últimos dez anos –, a Vale passa por um período de corte de custos, venda de ativos e redução do orçamento.
O Sindicato Metabase de Itabira e Região, em Minas Gerais, aprovou a proposta da Vale em assembleia anteontem. Ela prevê o pagamento de um abono de R$ 4,6 mil, além de pagamento de R$ 1,2 mil relativos a alterações no plano de assistência médica. Outros sindicatos ainda deverão votar ao longo da próxima semana. A Vale não comenta as negociações em andamento. 
No terceiro trimestre, a mineradora brasileira registrou um prejuízo de R$ 6,6 bilhões – praticamente o dobro do que foi registrado no mesmo período de 2014. 
Fonte: O Tempo
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