Consumidores esperam inflação de 10% nos próximos 12 meses

Consumidores esperam uma inflação de 10% nos próximos 12 meses, a contar de outubro. Esse é o resultado da mediana do Indicador de Expectativas Inflacionárias dos Consumidores, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O número é idêntico aos observados em agosto e setembro, mantendo-se no maior nível da série histórica, iniciada em setembro de 2005.

“O resultado indica haver certa rigidez por parte dos consumidores em reverter suas expectativas para um cenário mais otimista, ou mais próximo do cenário desenhado pelo governo, com relação à inflação futura”, diz o economista Pedro Costa Ferreira, pesquisador da FGV, em nota.
“Parece também que o fator que mais está contribuindo para a expectativa de inflação futura é a inflação atual. Este é um cenário que merece atenção, na medida em que os consumidores a utilizarão para negociar contratos e formar preços”, acrescentou.


Segundo a instituição, em relação ao mês de outubro, 75,5% das famílias preveem uma inflação acima de 9% para os próximos 12 meses. A maior parte (39,1%) aposta em aumento de preços entre 9% e 10%, enquanto o restante acredita em avanços ainda mais intensos.
De acordo com a Proteste, há, pelo menos, 12 táticas que os supermercados usam para fazer você gastar além do planejado. Na entrada, são colocados produtos temáticos, como ovos de Páscoa, brinquedos no Dia da Criança etc. A ideia é que, como o carrinho ainda está vazio, você fica propenso a comprar alguma coisa que não estava na lista.
Inflação dentro da meta de 4,5% nos próximos 12 meses (até outubro de 2016) é possível apenas para 0,9% das famílias brasileiras, segundo a FGV. Além disso, todas as faixas de renda esperam, em média, inflação de 10% nos próximos 12 meses.O Indicador de Expectativas Inflacionárias dos Consumidores é obtido com base em informações coletadas no âmbito da Sondagem do Consumidor. Produzidos desde setembro de 2005, os dados vinham sendo divulgados de forma acessória às análises sobre a evolução da confiança do consumidor. Desde maio de 2014, as informações passaram a ser anunciadas separadamente.
A Sondagem do Consumidor da FGV coleta mensalmente informações de mais de 2,1 mil brasileiros em sete das principais capitais do País. Cerca de 75% destes entrevistados respondem aos quesitos relacionados às expectativas de inflação.
Fonte: Estadão
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Mais de 400 mil pessoas perderam emprego formal em 1 ano

O emprego com carteira assinada no setor privado encolheu 3,5% em setembro ante igual mês do ano passado, o que significa que 409 mil pessoas perderam o trabalho registrado no período de um ano nas seis principais regiões metropolitanas do País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, a participação da carteira assinada vem diminuindo em relação ao total de empregados.
Em setembro do ano passado, o trabalho registrado respondia por 50,8% da população ocupada. Já no mês passado, esse indicador ficou em 49,9%. “São justamente grupamentos de atividades com alto grau de cobertura de carteira, como indústria e alguns serviços prestados às empresas, que têm demitido”, notou Adriana Beringuy, técnica da Coordenação de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A indústria demitiu sozinha 149 mil pessoas em setembro ante igual mês de 2014, o que provocou queda de 4,3% no contingente de trabalhadores no setor nesse período. Já os serviços prestados às empresas dispensaram 148 mil no período, recuo de 3,8%. Foram os segmentos que mais demitiram, seguidos pelos outros serviços, que mandou 135 mil trabalhadores para a rua (baixa de 3,1% no número de funcionários).
O maior problema, segundo Adriana, é que a perda da carteira assinada acaba tirando dos trabalhadores os benefícios e a segurança trazidos por benefícios como seguro-desemprego, FGTS e a própria formalidade em si. “Eles perdem todas as prerrogativas que esse emprego oferece”, disse.
Por outro lado, o emprego por conta própria, que tem elevado grau de informalidade, continua crescendo. Em setembro, 113 mil pessoas ingressaram nessa modalidade, o que levou a um aumento de 2,6% no contingente de trabalhadores por conta própria em relação a setembro do ano passado. A categoria já responde por 19,5% da população ocupada, mais que os 18,7% de um ano atrás.
O emprego sem carteira no setor privado, por sua vez, continua em queda. No mês passado, 126 mil pessoas deixaram essa posição, uma queda de 6,2% em relação a setembro de 2014.
Fonte: Estadão
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Um terço das vagas fechadas no país foi em Minas Gerais

No mês de setembro, o Brasil fechou 95.602 vagas formais de emprego, segundo informou nesta sexta o Ministério do Trabalho e Emprego e Previdência Social. Trata-se do pior resultado para o mês da série histórica, iniciada em 1992. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) são fruto de 1.326.735 admissões e 1.422.337 demissões. O resultado foi muito inferior ao registrado em setembro do ano passado, quando ficou positivo em 123.785 vagas pela série sem ajuste. No acumulado dos últimos 12 meses, o país fechou 1,24 milhão de vagas. Desde janeiro deste ano, o saldo de postos fechados é de 657,8 mil, pior desempenho para os primeiros nove meses do ano desde 2002.
Minas Gerais respondeu por praticamente um terço das vagas fechadas no país em setembro. Foram 32,4 mil postos de trabalho com carteira assinada fechados. O Estado somente perde para São Paulo, com 45,8 mil cortes.
Os dados são sem ajuste, ou seja, não incluem as informações passadas pelas empresas fora do prazo. Os dados relativos a setembro são os primeiros divulgados sob a gestão de Miguel Rossetto à frente da do ministério, que fundiu Trabalho e Emprego e Previdência Social. O ministro optou por não conceder coletiva de imprensa para comentar os números. O Brasil registrou fechamento de vagas formais pelo 6º mês seguido. O mês de julho, com 157 mil perdas, lidera o ranking negativo. Apenas em março é que o dado é positivo no ano, com a geração de 19 mil empregos formais.
Setores. De acordo com os números do governo, o setor de serviços foi responsável pelo maior corte de vagas no mês passado: foram 33.535 postos perdidos no período. Em segundo lugar, aparece a construção civil, com 28.221 demissões em setembro, seguida pelo comércio, com 17.253 vagas fechadas no período. A indústria de transformação, por sua vez, fechou 10.915 postos formais em setembro e a agricultura fechou 3.246 vagas formais e a indústria extrativa mineral demitiu 573 pessoas.
Na parcial deste ano, porém, a indústria de transformação continua liderando a perda de empregos formais. De janeiro a setembro, este setor demitiu 287.472 trabalhadores, seguida pelo comércio, com 238.482 postos fechados. Já a construção civil demitiu 204.852 pessoas nos nove primeiros meses deste ano, e o setor de serviços dispensou 32.550 trabalhadores. A indústria extrativa mineral demitiu 9.536 mil pessoas. agricultura e a administração pública registraram aumento de, respectivamente, 106.459 e 12.375 trabalhadores.
Se São Paulo e Minas lideraram em demissões, Estados do Nordeste foram destaques. Alagoas abriu 11.207 vagas em setembro e Rio Grande do Norte, 2.172.
Natal fraco e mais demissões
A situação do emprego no Brasil tende a piorar no início de 2016, de acordo com avaliação do economista-chefe da AZ FuturaInvest, Paulo Eduardo Nogueira Gomes. “Deve haver uma redução ainda maior dos postos de trabalho no país em janeiro porque podem ocorrer demissões de funcionários contratados temporariamente para o final do ano”, afirmou. Ao comentar os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta, o economista avalia que os dados do mercado de trabalho estão um pouco desalentadores. “Em um mês que a indústria já estaria produzindo e o mercado se preparando para o final do ano, observamos uma queda no emprego formal”, afirmou.
Gomes nota ainda que os dados sugerem que há uma maior diminuição do emprego formal do que nos empregos em geral. “A Pesquisa Mensal de Empregos mostrou que houve estabilidade na taxa de desemprego, enquanto o Caged aponta para diminuição da formalidade. Esse é um sinal negativo e mostra que os trabalhadores estão ficando mais desamparados”, disse.
Na avaliação do economista Thiago Biscuola, da RC Consultores, a baixa expectativa do comércio para as vendas de fim de ano afetou a geração de empregos formais no segmento em setembro.
“Se o comerciante espera um Natal fraco, ele não vai contratar. E setembro costuma ser mês de contratação para as empresas que se preparam para o movimento maior de fim de ano”, disse.
Fonte: O Tempo
Foto: Mariela Guimarães/ O Tempo
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Governo mantém os juros altos e sua postura conservadora

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Ao decidir, na última quarta-feira, 21, manter a taxa básica de juros (Selic) nos insustentáveis 14,25% ao ano, o Copom (Comitê de Política Monetária) prestou um novo desserviço a nossa já combalida economia e aos anseios da classe trabalhadora e da sociedade brasileiras.
Manter os juros nas alturas nestes tempos de crise é inviabilizar o desenvolvimento e o crescimento econômico do País. É engessar o setor produtivo, provocando uma queda vertiginosa da atividade econômica. É travar o mercado de trabalho decompondo a renda. É provocar o aumento do desemprego diminuindo a capacidade de consumo das famílias. E, pelo andar da carruagem, caso as coisas sejam mantidas como estão, a tendência é piorar ainda mais.
Não, não somos pessimistas! Queremos que o Brasil retome o caminho do desenvolvimento e do crescimento econômico. Queremos mais investimentos na indústria nacional. Queremos melhorias na educação, na saúde e em infraestrutura.
Mas, para que isto possa acontecer, essa postura conservadora e obsoleta do governo precisa mudar radicalmente. E baixar a taxa de juros, conter o desemprego e a inflação já seria um bom início rumos às mudanças que almejamos.
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical
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Stiquifar fecha nova parceria

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Fabricação de Álcool, Plásticos, Cosméticos, Fertilizantes, Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e região - Stiquifar fechou uma nova parceria. Dessa vez, a Prepara Cursos Profissionalizantes se uniu ao sindicato para trazer aos associados mais benefícios.   

Dessa forma, no próximo dia 7, a Prepara estará com um estande no auditório do Stiquifar e, na ocasião, ofertará cursos a preços promocionais que cabem no bolso do trabalhador.

A presidente do Stiquifar, Graça Carriconde, agradece a oportunidade e convida os trabalhadores, servidores e associados para conhecer e usufruir dessa nova parceria.

A diretoria da Prepara afirma que o objetivo da associação é valorizar seus sindicalizados, buscando  atender  necessidades desde assistência jurídica; cartão de crédito; plano de saúde e odontológico; lazer e entretenimento; alimentação e transporte até mesmo com a formação profissional de seus membros.  “Desenvolvemos um projeto especial  de desconto para receber os associados da Stiquifar de braços abertos”.  


Prepara Cursos profissionalizantes
A Prepara é empresa sólida que já existe em Uberaba há cerca de oito anos e agora está sob nova gestão. Temos hoje mais  de 600 unidades espalhadas em cerca de 400 municípios e  com  mais de 200 mil alunos que estudam nas nossas escolas todos os anos. 

O intuito da Prepara é oferecer cursos de qualidade com baixo custo para que nossos alunos tenham uma carreira sólida e promissora.

Nossos mais de 80 cursos permitem que milhares de jovens não só continuem os estudos como também conquistem o primeiro emprego através do nosso “Programa Mais Empregos”.  A Prepara cursos é a única escola que além de ensinar encaminha seus alunos para vagas de emprego, mas não são somente  nossos alunos  que podem ser encaminhados para o mercado de trabalho, estudantes ou não da Prepara se beneficiam também.

Já encaminhamos mais de 100 mil pessoas em todo o país para grandes empresas.


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Atenção, trabalhador!!!

Trabalhador,

Assista o vídeo que separamos para você e faça suas reflexões diante do assunto tratado. 



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Lucro líquido da Yara dobra para US$ 496,8 milhões no 3º trimestre

A norueguesa de fertilizantes Yara International afirmou hoje que espera um grande impulso nos próximos meses devido aos preços baixos do gás natural na Europa, depois que o lucro líquido da companhia mais que dobrou no terceiro trimestre do ano. O resultado foi impulsionado por vendas maiores mas também pelos baixo custo da energia.
Conforme o resultado financeiro divulgado nesta manhã, a Yara registrou ganhos de 4,04 bilhões de coroas norueguesas no período (US$ 496,8 milhões) comparado com o mesmo intervalo de 2014. O faturamento, por sua vez, cresceu de 24, 10 bilhões de coroas para 30,48 bilhões.
Segundo a empresa, a queda nos preços de fertilizantes no trimestre foi compensada por entregas maiores, custos de energia menores e pela alta do dólar. As vendas subiram 1% na comparação ano a ano, principalmente devido a aquisição da OFD na América Latina e da Galvani no Brasil.
Fonte: Valor Econômico 
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