Stiquifar se reúne com Yara para ajustar horários

 


A Diretoria do Stiquifar  se reuniu mais uma vez  com  representantes da Yara. O objetivo era o de ajustar os horários  dos empregados do transporte fretado, preservando o tempo do café, integração e troca de uniformes.


A empresa opera hoje com os seguintes horários: administrativo das 7h30 às 17h18, sendo que a chegada do transporte chega às 7h15, o que permite que o funcionário tome café até às 7h30. Já o administrativo deslocado a entrada é 16h40 e saída 1h54, com chegada do transporte às 16h25, o que permite o café da tarde até 16h40. O horário da saída do transporte é 2h01. 


Nos dois casos o trabalho é de segunda a sexta-feira, com uma hora de intervalo para refeição, sendo almoço e jantar. 


A presidente do Stiquifar, Graça Carriconde diz que a empresa pede que permaneça os horários de trabalho que estão sendo operados, e que se compromete a atuar com o fornecedor para cobrir as possíveis lacunas.

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Stiquifar começa as negociações coletivas com a Bioenergética Aroeira

 Contrapropostas apresentadas do reajuste salarial já foram prontamente rejeitadas pelo sindicato



A presidente do Stiquifar, Graça Carriconde, acompanhada do diretor da entidade, Edimilson Rocha, estiveram presentes na sede da Usina Bioenergética Aroeira, em Tupaciguara (MG) em reunião com a equipe de Gerência de Recursos Humanos da empresa, quando foram iniciadas as tratativas das Negociações Coletivas referentes ao período 2025/2026.

 

Cláusula por cláusula da pauta apresentada pelo sindicato foi discutida e avaliada, mas a empresa se limitou a propor um reajuste salarial de 4,5% que abrange também o salário normativo e o valor do ticket alimentação. “Ora, de R$ 300,00, eles fazem uma proposta de reajustar o ticket para R$313,50. Isto é absurdo”, lamenta a presidente do Stiquifar, que imediatamente rejeitou a proposta, bem como a do reajuste salarial. “Ele se encontra significativamente abaixo do índice do INPC acumulado no período, que é de 5,32%, configurando, portanto, uma perda real para os trabalhadores”, completa.

 

A empresa alegou que, segundo estudos internos, reajustes salariais entre 10% e 50% para determinados grupos configurariam aumento salarial. No entanto, o sindicato entende que tais percentuais representam apenas a correção de defasagens e não podem ser considerados como ganho real ou compensados por correção salarial

 

Outros pontos da pauta, como o abono para brigadistas, prêmio por tempo de serviço e o turno de revezamento, não foram contemplados nas negociações. A empresa, no entanto, comprometeu-se a realizar estudos em relação ao plano de saúde, com o objetivo de viabilizar ajustes que beneficiem, especialmente, idosos e crianças. Contudo, preocupa ao sindicato o fato de que tais estudos não possuem prazo definido para conclusão, o que é considerado inaceitável no contexto de uma negociação coletiva. “Tudo que caracteriza ganho para o trabalhador, sempre está em estudo, mas prazos para que eles sejam apresentados não são estipulados”, ironiza a líder sindical.



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Diretoria do Stiquifar se reúne com representantes da Usina Uberaba para negociação

 Líder sindical pede que trabalhador aguarde, pois o objetivo é angariar melhorias




A presidente do Stiquifar, Graça Carriconde, esteve reunida com representantes da Usina Uberaba, para fazer tratativas quanto à Negociação Coletiva. Ela afirma que o INPC deve ser publicado ainda esta semana, o que é preciso esperar, pois algumas demandas, como ajuste no cálculo em algumas verbas salariais depende deste percentual.

 

A líder sindical ainda informa que nesta sexta-feira, dia 16 de maio, haverá mais uma reunião às 9h30, com a Usina Uberaba, visando analisar questões de cálculo das verbas pagas na folha de pagamento quando a periculosidade, adicional noturno, horas extras e adicional de assiduidade. “Então aguardem, pois estamos atentos para buscarmos melhorias e garantirmos o que é devido a todos os trabalhadores”, conclui.

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Stiquifar chama a atenção para a atualização da NR-1

Empresas terão fiscalização do MTE e podem ser penalizadas





A Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) foi atualizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e reconhece a importância da saúde mental no trabalho, o que passa a exigir das empresas uma avaliação dos riscos psicossociais na gestão da Segurança e Saúde do Trabalho (SST). “A nova NR-1 passa a vigorar no dia 26 de maio deste ano, e as empresas devem se preparar para implementar as novas medidas de prevenção e controle”, alerta a presidente do Stiquifar, Graça Carriconde.


Isto quer dizer que fatores como estresse, assédio e sobrecarga psicológica passam a ser considerados riscos ocupacionais, o que exigem medidas preventivas por parte das empresas. “É um avanço significativo, o que garante um ambiente de trabalho mais seguro no que tange ao psicológico. Além de reconhecer, as empresas devem lidar com a prevenção”, acredita.


Para Graça, este é um passo muito importante, pois o aumento de afastamentos por transtornos de saúde mental, como estresse, ansiedade e burnout, foi considerável nos últimos anos. Quanto à fiscalização, ela adverte que será realizada pelo MTE e, em caso de não cumprimento da norma, as empresas podem ser penalizadas. “O Stiquifar está à disposição dos empregados para denúncias, caso as normas não sejam cumpridas. Estamos atentos”, avisa.

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Stiquifar quer valorização do trabalhador e depois de muita luta houve avanços

 Ainda há defasagens, mas para presidente do Stiquifar, o sindicato não trabalha sozinho. “Precisamos que os trabalhadores endossem o coro em prol da categoria. Sem eles, ficamos mais frágeis. Temos que unir forças”



Há pouco mais de três anos, o Stiquifar vem cobrando, tanto da unidade local quanto da corporação Mosaic, a implementação de uma política de cargos e salários como forma de valorização, incentivo e motivação aos trabalhadores. Após insistentes tratativas, foi possível conquistar um avanço importante onde, 116 trabalhadores da “Manutenção” foram contemplados com correções salariais, ajustando distorções e defasagens históricas.

 

A presidente do Stiquifar, Graça Carriconde, alerta para o fato de que ainda persiste a defasagem em outros setores, como no da “Produção”, que também precisa de reconhecimento e merece o mesmo tipo de ação, favorecendo e valorizando os trabalhadores.

 

Ela destaca ainda que a negociação da Tabela do Turno poderia ter tido um resultado ainda mais expressivo, caso os trabalhadores estivessem mobilizados e atuando ao lado do Stiquifar no período. “As lutas sindicais, quando realizadas em parceria com a base, geram resultados mais robustos e sustentáveis. Precisamos que os trabalhadores endossem nosso coro em prol da categoria. Temos que unir forças”, pontua.

 

A líder sindical afirma que, graças à atuação firme e contínua do Stiquifar, seguimos sendo o único sindicato do grupo corporativo que mantém o direito ao adicional de 1/3 de férias. Além disso, como Catalão, obtivemos conquistas importantes, como a negociação e correção do ticket lanche, que inclusive foi estendida aos trabalhadores da Eurochem Salitre em negociação.

 

Ela diz que o sindicato conseguiu avanços significativos mesmo com a atuação limitada da base. E ressalta: “Imagina o que seríamos capazes de alcançar com a participação ativa e conjunta dos trabalhadores. A união é o caminho para fortalecer conquistas e garantir sua preservação ao longo do tempo”, conclui a Graça.



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Atenção trabalhadores da Master Line

 


Atenção trabalhadores da Master Line.  Assembleia on-line terá início no dia 10 de abril, às 9h30, e ficará disponível de forma contínua até às 20h do dia 11.

 

Depois de negociação com o Stiquifar, a empresa Master Line propõe a implantação do Programa de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). A proposta tem a vigência do dia 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025.






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Diretoria do Stiquifar pede que trabalhadores fiquem atentos à sugestão de turno fixo

A presidente do sindicato alerta que empregado da Mosaic P&K pode, inclusive, ter perda salarial caso turno fixo se efetive




Hoje, dia 9 de abril de 2025, teremos uma assembleia online, das 9h30 às 17h, para que os trabalhadores da Mosaic P&K votem o Acordo Coletivo de Turnos e Lanche “unidades 3 e 4”.


A presidente do Stiquifar, Graça Carriconde, chama a atenção dos que trabalham no turno 4x4 para que tenham cuidado com a renovação do Acordo Coletivo, porque há supervisores colocando junto à RT a possibilidade de implantar o turno fixo. Para ela, é absurda uma jornada de 12 horas. “Se faz necessário para o turno fixo a assinatura do sindicato, que é totalmente contra, já que isto pode acarretar perda financeira nos seus ganhos mensais”, frisa.


A líder sindical pede o repúdio total a este posicionamento da empresa, e lembra que é uma jornada extenuante, mesmo porque os empregados já estão sem uma hora de almoço ou uma hora de descanso por falta de trabalhador. “É preciso ficar atento e repudiar veementemente. Que nossos trabalhadores do chão de fábrica se posicionem contrários a este devaneio por parte de alguns supervisores que querem aparecer bonito na foto”, ironiza.




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