Prefeita de Uberaba testa positivo para Covid-19




 NOTA OFICIAL


O Governo Municipal de Uberaba informa que a Prefeita Elisa Araújo testou positivo para o Covid-19. A prefeita apresenta sintomas leves e seguirá em isolamento domiciliar, de onde deverá realizar o trabalho remotamente. 


O diagnóstico foi obtido nesta quarta-feira (24), por meio de dois testes. O primeiro, o teste rápido chamado de imunocromatografia de fluxo lateral foi realizado na Unidade de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) do Serviço Social da Indústria (Sesi) apresentou resultado positivo. 


O segundo teste foi o PCR-RT, realizado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e apresentou resultado inconclusivo.

 

Todos os colaboradores que tiveram contato com a prefeita, bem como os familiares foram testados durante essa quarta-feira (24) e apresentaram resultado negativo.


Fonte: Nota emitida pela Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Uberaba à imprensa.

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Stiquifar se posiciona sobre tombamento de um distribuidor na Mosaic Fertilizantes

 



A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) tomou conhecimento de que, nesta quarta-feira (24), teve uma ocorrência de um tombamento de um distribuidor que funciona como barragem no FL 1601 – na Unidade 160 – localizada no Distrito Industrial de Uberaba (MG).


A entidade classista procurou saber os motivos que levaram o ocorrido e segundo informações obtidas foi detectado falta de manutenção adequada no equipamento, o que gerou corrosão e ocasionou o incidente.


“É necessário um acompanhamento mais contundente em cima da unidade e do equipamento para tornar o ambiente menos corrosivo. Portanto, não tem sido possível em função do quadro insuficiente de pessoal o que é inadmissível, porque mesmo com lucros exorbitantes, demonstra que não estão preocupados com a segurança dos trabalhadores no local”, contam.


O sindicato observa que a unidade vem operando a quase três anos, sem uma manutenção geral nos equipamentos e que as manutenções periódicas não tem sido eficiente, devido ao plano de produção elevado a qualquer preço. “Sabemos que o mundo é capitalista, onde as empresas procuram ganhar mais investindo menos. Entretanto, não podemos brincar com a segurança no local, porque nada vale a vida de um trabalhador e pai de família”, finalizam

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Sindicato denúncia aglomeração de trabalhadores na sala de descanso e Mosaic atende sugestão para resolver o problema



Estamos vivendo um dos momentos mais críticos em relação a pandemia de Covid-19 em todo o Brasil, mesmo assim tem empresas negligenciando os cuidados para garantir a saúde pública. A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) tomou conhecimento de uma situação extremamente preocupante que vem acontecendo nas dependências da Mosaic Fertilizantes.


De acordo com denúncias que chegaram a entidade classistas, apesar do volume de contágio de coronavírus e óbitos em todo o Estado de Minas Gerais, inclusive em Uberaba, onde foi decretado “Onda Roxa” pelo governador Romeu Zema. A Mosaic não dispõe de espaço suficiente para os empregados desfrutarem da prerrogativa de repouso, após terem feito a refeição para voltarem a exercer suas atividades laborais.


“Infelizmente, os trabalhadores estão ficando aglomerados na sala de descanso ficando exposto a contraírem o vírus e disseminá-lo para familiares, inclusive do grupo de risco de estão em casa justamente para evitar que eleve o número de óbitos em decorrência da doença nos municípios”, informa o sindicato ressaltando que a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais já revelou que mais de 80% dos leitos de UTI estão ocupados e se não for tomadas medidas severas a situação poderá se tornar caótica não só no estado, mas em Uberaba.


SUGESTÃO – Como o sindicato tomou conhecimento de que tem funcionários, inclusive deitados no chão da sala de descanso da empresa, a entidade classista sugere que o quiosque próximo ao restaurante possa seja adaptado a sala de descanso, com espreguiçadeiras. Essa sugestão tem como objetivo proporcionar aos empregados mais conforto, em conformidade com os decretos emergenciais em relação a pandemia de Covid-19, inclusive a empresa já deu uma posição garantindo que será atendida a demanda.


FALTA DE COMPROMISSO – Lamentavelmente, a diretoria tomou conhecimento também que existe gestores, principalmente do Turno D da Mosaic, que não estão obedecendo as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS) no que tange a prevenção do Covid-19: distanciamento social, máscaras faciais e uso de álcool em gel, principalmente quando é comunicado que houve funcionário diagnosticado “positivo” para o coronavírus. 


“A empresa não está observando as orientações do Comitê de Saúde da empresa, que determina que após a comprovação de empregado infectado, que os demais colegas façam o exame para comprovar que não foram contaminados. Desta forma, assumem a responsabilidade de disseminar o vírus para todos da empresa, familiares e sociedade em geral”, 


Restaurante - Em relação a denúncia referente o restaurante dentro da Mosaic ter distribuído iogurte, com da data de validade vencida aos trabalhadores durante a refeição. A diretoria do Stiquifar participou de uma reunião com representantes da multinacional e do restaurante que garantiram que serão tomadas as providencias cabíveis para garantir a qualidade dos produtos que estão sendo oferecidos aos empregados. "Vamos acompanhar de perto esta situação para ver se realmente estão solucionando os problemas que foram apontados", finalizam.



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Stiquifar sempre lutou para assegurar o equilíbrio na relação capital/trabalho e resguardar os interesses da categoria

 




A diretoria do Stiquifar (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região) comunica que recentemente foi divulgado o resultado do PLR (Programa Lucro e Resultado) e notaram que houve uma insatisfação muito grande da categoria quanto aos valores pagos e concordam que o valor econômico obtido pela empresa deveria ser melhor distribuído entre os trabalhadores que contribuíram para o desempenho significativo para os segmento de fertilizantes.



Embora, o Stiquifar concorde que o resultado não foi devidamente repassado para aqueles que mais contribuem para a empresa. O sindicato discorda de posicionamento isolados que não compreendem o processo negocial, e diante do compromisso com a transparência e necessidade chamam os trabalhadores a fazerem uma reflexão crítica em relação a situação.



Na oportunidade, o Sindicato informa que o acordo de PLR sempre é assinado, após aprovação da proposta na Assembleia Geral, ou seja, jamais assinaram acordos coletivos sem votação e aprovação prévia da categoria. “O trabalhador precisa compreender a importância deste processo negocial, para votar de forma consciente e auxiliar o sindicato nos momentos de negociação”, observam.



UNIÃO

Neste sentido, a união da categoria é de extrema importância para aprovar as propostas, e também recusar as propostas quando não são interessantes. Muitas vezes no momento de avaliação do acordo de PLR, a empresa oferta adiantamentos como forma de incentivar a conclusão e aceitação do acordo, o que não aconteceu no ano passado, ou seja, não tivemos adiantamento. “Por isso, conclamamos a categoria a analisar de forma refletiva e não pensar apenas no momento de assinar o acordo, mas também nas consequências futuras”, diz o sindicato que vem atuando, inclusive judicialmente, para buscar melhorias no acordo de PLR.


JUSTIÇA – No processo 0010745-69.2017.5.03.0152 que o STIQUIFAR ajuizou contra empresa MOSAIC FERTILIZANTES P & K LTDA (sucessora da VALE FERTILIZANTES S/A), o sindicato obteve o reconhecimento judicial tanto em Uberaba/MG (1ª instância) quanto em Belo Horizonte/MG (2ª instância) de ter acesso ao cálculo analítico da distribuição de Lucros. A decisão é recente, sendo publicada no Diário Oficial no dia 10/03/2021, na qual, reconhece o pedido do sindicato:

“O pedido para que a empresa fosse condenada na obrigação de apresentar ao sindicato autor o demonstrativo de cálculo analítico de apuração dos índices utilizados na fórmula de cálculo prevista nos acordos de PLR, objetivando assegurar a lisura/transparência e observância às regras da Lei 10.101/2000, sob pena de multa, consta expressamente do pedido do autor (vide item "b", f. 25)(…)”


E, por outro lado, reconhece a obrigação da empresa apresentar os referidos dados:

“... o fato de não ter sido constatada nenhuma incorreção de qualquer valor pago a título de PLR/2016, ou mesmo a regularidade do desconto realizado em relação ao adiantamento da PLR de 2015 não afastam a condenação na obrigação de apresentar os cálculos, uma vez que não estão, não ser relacionadas, como constou dos fundamentos do acórdão. “

ANALISE

Portanto, nota-se que o Stiquifar sempre buscou dar transparência ao acordo de PLR desde 2016, na Justiça do Trabalho, mas necessitam também da força coletiva nas Assembleias para avaliação da proposta com cautela. Para este ano, teremos um momento oportuno de recusar tal acordo, e se necessário for, promover inclusive uma paralisação, conforme já vem sendo manifestado pela categoria.

Ressaltamos que este ano, a entidade classista vem atuando junto a empresa para que seja apresentado o cálculo analítico da PLR 2020 para que possam fazer avaliação e questionamento tanto administrativo quanto judicialmente, caso seja necessário. Além da atuação judicial, o Stiquifar também está buscando junto à empresa melhorias no sistema de avaliação, apontando críticas em relação ao processo que é atualmente conduzido pela empresa para conceder o PLR aos trabalhadores.



FAVOR LER COM ATENÇÃO E TIRAR SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES EM RELAÇÃO A ATUAÇÃO DO SINDICATO, QUE NUNCA SE EXIMIU EM LUTAR PELOS DIREITOS DA CATEGORIA!
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Para dirigentes, Auxílio entre R$ 150,00 e R$ 375,00 não garante sobrevivência


Após acenar com um pífio Auxílio Emergencial de R$ 250,00, por quatro meses, o governo Bolsonaro conseguiu aprovar na Câmara dos Deputados, quarta (10), por 341 a 121 votos, o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição 186/19.


A chamada PEC Emergencial impõe forte arrocho nas contas públicas em troca de Auxílio Emergencial, entre R$ 175,00 e R$ 375,00, pelos próximos quatro meses.


O novo formato prevê que uma família receberia R$ 250,00. Porém, o valor de R$ 150,00 seria pago a família com apenas uma pessoa; R$ 375 pra mulheres chefes de família. Terão direito ao benefício desempregados e informais com renda mensal de meio salário mínimo por pessoa da família (R$ 550,00) e máximo de três salários mínimos no total (R$ 3,3 mil).


Centrais - Aflitos com a miséria de milhões de famílias e o baque econômico na vida dos trabalhadores, sindicalistas há meses cobram retorno de R$ 600,00 e R$ 1.200,00 (mulheres chefes de família), como era antes. O pleito é apoiado por movimentos sociais, parlamentares e até governadores.
 

Segundo Sérgio Nobre, presidente da CUT, com pessoas passando fome e desemprego recorde, reduzir o valor do Emergencial é crueldade. Na sua avaliação, além de preservar a saúde, é preciso garantir a sobrevivência do povo. “O valor proposto pelo governo não compra nem metade de uma cesta básica”, critica o líder cutista.


O governo também quer reduzir o número de pessoas aptas ao benefício, que pode começar a ser pago ainda em março. Devem receber o novo Auxílio cerca de 40 milhões de brasileiros. O gasto ficará entre R$ 36 bi e R$ 38 bi. Em 2020, quando 64 milhões receberam, o benefício distribuiu cerca de R$ 290 bilhões.


Mobilização - Dia 24, as Centrais Sindicais farão ações pelo Auxílio de R$ 600,00, vacina pra todos, emprego e direitos. “Nos reunimos com o pessoal do transporte e a ideia é parar tudo”, afirma Ricardo Patah, presidente da UGT. Ele completa: “O valor de R$ 600,00 foi fundamental para a compra de alimento, remédio e roupa. O governo se nega a salvar o Brasil. O valor proposto é um ultraje às pessoas necessitadas”.
 

Dieese - Para José Silvestre Prado, do Dieese, “esse valor está muito aquém das necessidades. O Auxílio seria também um alento pra alguma retomada da economia”.



Fonte: Repórter Sindical

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Presidente de operações globais da Bunge deve se aposentar no fim do ano




O presidente de Operações Globais da companhia de agronegócio Bunge, Raul Padilla, planeja se aposentar no dia 31 de dezembro deste ano, informou hoje (17) a empresa norte-americana, que pretende distribuir suas funções de maneira interna ao longo dos próximos meses.


A companhia indicou já nesta quarta que os trabalhos de Relações Exteriores na América do Sul ficarão a cargo de Julio Garros, que atua na empresa há 19 anos e ocupa atualmente a função de líder de Transformação Global no Agronegócio.


Padilla, que servia como presidente de Operações Globais da Bunge desde maio de 2019, trabalhou na empresa por mais de 20 anos.“Raul ajudou a conduzir a Bunge por anos de rápidas mudanças na indústria… Seu legado terá longa vida na companhia”, disse em nota o presidente-executivo da Bunge, Greg Heckman.


“Com nosso modelo operacional bem estabelecido e um conjunto de líderes talentosos responsáveis por suas respectivas cadeias de valor, seguimos esperando ótimas coisas de nosso negócio agrícola”, acrescentou Heckman, ao parabenizar Julio Garros por sua nova função.


Fonte: Com Reuters


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Acionistas da Vale indicam Castello Branco, da Petrobras, ao conselho

                                            

Um grupo de acionistas da Vale decidiu propor quatro nomes alternativos para compor o conselho de administração da mineradora, após a companhia ter apresentado antes uma lista de indicados aos cargos no colegiado.


Entre os nomes apoiados pelo grupo, que inclui acionistas como a corretora Geração Futuro, está o do atual CEO da Petrobras, Roberto Castello Branco, que está de saída após o presidente Jair Bolsonaro ter dito que nomeará o general da reserva Joaquim Silva e Luna para o comando da petroleira estatal.


"Juntamente com alguns dos nomes oferecidos pela administração, estamos convencidos que serão capazes de energizar o Conselho de Administração da Vale para que ele possa de fato contribuir para superar os desafios que a empresa tem pela frente", disseram os acionistas em carta aberta, que foi divulgada pela Vale na noite de segunda-feira.



Em um comunicado em separado, a Vale disse que esse grupo de acionistas indicou para o conselho os nomes de Marcelo Gasparino da Silva, Mauro Gentile Rodrigues Cunha, Rachel de Oliveira Maia e Castello Branco, que já foi diretor da Vale.A mineradora convocou assembleia de acionistas para 30 de abril para deliberação sobre a formação do conselho.


Segundo a companhia, as indicações foram analisadas pelo atual conselho, que avaliou que "não há qualquer informação que os descaracterizem como conselheiros independentes".


Os acionistas liderados pela Geração Futuro disseram que os conselheiros por eles sugeridos agregariam "conhecimento da indústria, da companhia, de governança, auditoria, compliance, gestão de crises" e outras experiências, incluindo relacionadas a diversidade e sustentabilidade.


Segundo eles, os indicados pela Vale ao conselho não seriam a formação mais adequada para implementar uma mudança de cultura que defendem para a companhia.


"A lista de candidatos traz pouca renovação para uma companhia com o histórico de problemas da Vale, e de performance inferior aos congêneres de mercado", escreveram.


Eles também questionaram o fato de um dos indicados pela Vale ser ex-diretor da companhia e outros terem sido até recentemente conselheiros vinculados ao acordo de acionistas da empresa.


A Vale, por sua vez, defendeu que a lista foi definida por um comitê de nomeação formado por experientes executivos e ex-conselheiros de empresas incluindo o ex-CEO da Petrobras Pedro Parente como coordenador.


"O resultado desses trabalhos foi, no entendimento do Comitê de Nomeação, uma lista de candidatos com qualificações e experiências balanceadas, diversificadas e complementares, adequadas à estratégia de negócios da Vale e de suas necessidades no futuro", disse a companhia em resposta à carta dos investidores.




A Vale acrescentou ainda, sobre a renovação do colegiado, que foi sugerida recondução de sete membros dentre as 12 posições elegíveis.


Segundo a companhia, a manutenção de parte dos membros levou em consideração "a importância em garantir que o novo conselho possa operar sem trazer riscos à continuidade dos negócios e das diversas iniciativas em andamento relacionadas a Brumadinho".


Fonte:https://epocanegocios.globo.com






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